Ménage4 minPor Cabral11 de junho de 2026
Roteiro guiado

O Boquete Duplo e a Surpresa do Amigo

Sobrenome a gente não escolhe, ganha. O meu é Cabral e, por conta disso, já passei uns vexames, já paguei uns micos. Tenho 19 anos, 1,80m, 76 kg, bronzeado naturalmente pelo sol de Salvador. Sou dono de uma bela bunda q…

Sobrenome a gente não escolhe, ganha. O meu é Cabral e, por conta disso, já passei uns vexames, já paguei uns micos. Tenho 19 anos, 1,80m, 76 kg, bronzeado naturalmente pelo sol de Salvador. Sou dono de uma bela bunda que chama a atenção dos meninos e das meninas. As pessoas gostam de pegar numa bunda redondinha. Desde minha infância sofria com as brincadeiras dos amigos, tanto dos meninos quanto das meninas.

Quando passo na rua, as pessoas que me conhecem falam: “Bela bunda, Cabral”. Com alguns não ligo, pois sou muito respeitoso, mas com outros respondo: “Você precisa ver o pau, também é belo”. Numa tarde qualquer, dei essa resposta a um carinha da rua, o primo de um dos meus amigos. Ele respondeu: “De repente quem sabe, depende de você, falo sério”. Passei direto, mas fiquei com aquilo na cabeça. Nunca alguém tinha sido tão ousado.

No outro dia, quando passei novamente pelo primo do meu amigo, ele tornou a brincar comigo e respondi da mesma forma. Sorrindo, ele deu a mesma resposta, acrescentando: “Falo sério, cara, pense nisso”.

Eu virei e disse que não rolava, só curtia mulher. Foi quando ele perguntou: “Já curtiu uma festinha a três? Que tal: eu, você e uma gata que conheço? Ela adora dupla penetração. E aí, topa?!” Olhei pra ele com desconfiança e respondi: “Claro, mas vai ser apenas eu, você e ela, ou seja, nós dois comendo ela, nada de sexo entre eu e você, concorda?” Ele respondeu que sim. Dei meu telefone e disse que quando marcasse o esquema me ligasse. Uns dois dias depois, ele ligou falando que estava tudo certo.

Fomos à casa da gata. Ela morava com uma prima, mas esta trabalhava e raramente estava em casa durante a noite. Quando chegamos, fomos recebidos por uma “deusa”. A gata era daquele tipo de parar o trânsito. Estava apenas de calcinha e sutiã.

Nossa, que corpo escultural com marca de biquíni. Ela devia ter uns 1,70m, uns 65 kg, dona de curvas perfeitas. Eu estava observando quando ela perguntou ao Rafael (esse é o nome do carinha): “Seu amigo é tímido?” Eu me adiantei e respondi que não, que estava apenas observando tanta beleza, e parti pra beijá-la. Ela correspondeu à altura e meu amigo se aproximou, pois queria tirar uma casquinha também. Ficamos amassando aquela deusa uns 10 minutos.

Quando notei, já estávamos todos pelados no tapete da sala. Meu “amigo” sugeriu que ela pagasse um boquete para nós dois, e fomos prontamente atendidos.

A moça tinha talento, e que talento! Cheguei a pensar que ela fosse profissional do sexo, mas preferi não comentar, pois estava curtindo o momento. Enquanto ela chupava os dois cacetes, meu amigo metia o dedo na buceta dela. Ela rebolava como uma cadela. Ele se levantou, colocou a camisinha e começou a penetrá-la na minha frente enquanto ela não parava de fazer a gulosa em mim.

Meu amigo deitou e pediu que a deusa sentasse no cacete dele, e mandou que eu a pegasse por trás. Ela gemia e gritava como uma louca, mas pedia que não parassem, queria mais, mais, mais. Mudamos de posição.

Eu agora estava dando estocadas na buceta dela e meu amigo metia sem dó no rabo dela. Ele parou, e eu continuei metendo sozinho. Ele se baixou entre as pernas dela e começou a chupar a buceta dela. De repente, senti que a língua do meu amigo também passava no meu cacete, mas não liguei e continuei.

Estava tão bom que nem me importei quando parei de meter e pedi que ela continuasse a gulosa. Meu amigo disse que iria ajudá-la. Eu agora tinha duas bocas bem quentes chupando meu cacete. Era estranho ter um homem me chupando, mas como não ia passar daquilo, não fiquei grilado. Afinal, o cara havia me dado uma das melhores putarias da minha vida até então. Quando terminamos, voltamos pra casa saciados de prazer e com a promessa de repetir a dose outras e outras vezes.

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