O Encontro do EJC que Terminou com Leite Quentinho no Meu Rabo Dentro do Banheiro
Oie, pessoal! Voltei pra contar uma aventura que tive uns anos atrás.
Início do roteiro
Oie, pessoal! Voltei pra contar uma aventura que tive uns anos atrás.
Quando participei do EJC na minha comunidade, teve um encontro que foi marcado pra acontecer em um centro espiritual. Era meio que uma fazenda, um sítio. Lá tinha os espaços já pra eventos. A minha comunidade resolveu se juntar com outra pra juntos realizarem esse evento lá, já que os custos eram mais altos.
Quando os grupos chegaram lá, fizemos as atividades e tal, gincanas e tudo mais. Tinha um rapaz pouco mais alto que eu, parrudinho, muito bonito, e me olhava sempre. Já comecei a achar estranho, rsrs.
Quando nos organizamos na fila pra almoçar, eu fui ao banheiro. Esse rapaz me seguiu. Quando eu saí da cabine e estava lavando as mãos, ele estava no espelho me esperando. Eu disse um simples "oi". Ele disse: — Oi, tudo bem? Tá lembrado de mim?
Eu disse que não (não lembrava mesmo, rsrs).
Foi então que ele disse que já havíamos conversado no aplicativo amarelinho, mas nunca tínhamos combinado nada. Eu fiquei morto de vergonha, rsrs. Acabei pedindo desculpas por não lembrar. Ele disse que entendia e tinha certeza que, por causa do tamanho da minha bunda gostosa, eu devia conversar com muitos, rsrs. Eu dei um sorrisinho.
Ele perguntou se poderia conversar comigo depois do jantar. Eu disse que tudo bem, desde que não fosse safadeza na frente dos jovens que estavam no meu grupo. Ele concordou.
O dia foi passando. Era uma sexta-feira, rsrs. Esse rapaz passou o dia me encarando, vez ou outra pegando no pau que marcava um pouco na calça. Eu já estava começando a imaginar mamando ele naquele banheiro, rsrs. Fazia algumas semanas que eu não transava, e qualquer estímulo me deixava subindo pelas paredes.
Depois do jantar, fiquei esperando ele um pouco mais afastado. Quando ele chegou, disse que tava se segurando pra não ficar duro na frente de todo mundo, rsrs. Combinamos: quando todos fossem dormir, um iria ao banheiro e o outro iria depois de uns 15 minutos pra ninguém desconfiar. Eu fui primeiro pra ir adiantando a chuca.
Passou um tempo, ele foi. Entramos na cabine e eu já fui empurrando ele pra cima do assento do vaso e sentando em cima dele e beijando. Não deu tempo de falar nada. Comecei a sentir o pausão duro dele. Tiramos a roupa. Ele não era muito dotado, mas a rola era muito grossa e cabeçuda. Comecei a mamar ele ali mesmo com muita vontade. Ele pegou na minha cabeça e começou a empurrar ao ponto de eu engasgar. Fomos fazendo assim e cada vez mais a rola dele ficava molhada.
Foi então que ele mandou que eu sentasse. Fui sentando devagar em cima, mas ele colocou as mãos nos meus ombros e empurrou pra baixo. Eu sentei com tudo naquele cacete grosso. Acabei dando um gemido um pouco mais alto. A sensação foi de dor, mas uma delícia depois que senti que estava toda dentro. Comecei a cavalgar naquele pau e rebolar gostoso. Que delícia estava.
Ele começou a chupar meu peito. Foi aí que eu comecei a dar gemidinhos baixinhos, ofegantes. Estávamos quase gozando. Ele então mandou eu ficar em pé e curvado, porque queria gozar olhando meu rabão engolindo o pau dele. Ele começou a meter e apertar minha bunda. Puxou meus cabelos pra empinar mais a raba. Eu, como sou obediente, empinei.
Foi então que ele começou a soltar os gemidos de macho quando não está aguentando mais. Segurou minha bunda e deu uma socada mais forte. Que delícia — aquele leite quentinho no rabo. Não resisti e ainda limpei o pau dele com a língua depois.
Quando nos vestimos, o medo de alguém ter escutado bateu, rsrs. Então saímos um por vez. Ninguém havia escutado. Voltamos a dormir e combinamos de repetir no outro dia se desse certo.
Vocês nem imaginam o que ele fez nesse outro dia. Mas isso vou contar em outra oportunidade. Aguardem!
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