Sexo em público6 minPor Lala Vega23 de abril de 2026
Roteiro guiado

O pecado que ele quis comer todo dia

Meu foco foi completamente atrapalhado por um flash de luz que invadiu a janela a um metro à minha frente. Olhei pro relógio: 18h20.

Meu foco foi completamente atrapalhado por um flash de luz que invadiu a janela a um metro à minha frente. Olhei pro relógio: 18h20.

— Merda, estou atrasada. Elas vão me matar.

Peguei minha bolsa e corri pro banheiro feminino individual do escritório. Assim que entrei, dei de cara com o grande espelho. Tranquei a porta e, sem perder tempo, tirei toda a roupa. Quando cheguei na calcinha vermelha, parei um segundo e observei meu corpo grande e suculento no reflexo.

Passei as mãos devagar sobre meus seios fartos. Os bicos pequenos endureceram no mesmo instante com o toque gelado dos meus dedos. Soltei um gemidinho entre os lábios e logo depois um sorriso malicioso tomou conta do meu rosto.

Sem perder mais tempo, vesti o vestido preto que deslizou perfeitamente pelo meu corpo, calcei as sandálias e só retoquei o batom. Desci as escadas do escritório correndo. Na rua, fiz sinal pra um táxi e mandei seguir direto pra Riviera Dance, na Avenida Paulista.

Quando o táxi parou em frente à boate, desci apressada e fechei a porta com força. Estava tão preocupada que saí em disparada, mas meus passos foram interrompidos por um grande choque: esbarrei em alguém que me segurou firme pela cintura.

Fiquei sem reação. O homem estava tão colado em mim que eu sentia a respiração dele batendo direto nos meus seios. Ele me olhou de baixo pra cima, demorando bastante nos meus peitos. Senti quando ele apertou levemente minha cintura e mordeu o lábio. Não tive vontade nenhuma de empurrá-lo. Na verdade, eu não queria.

Ele me soltou, fez um sinal com a cabeça e abriu um sorriso discreto, cheio de malícia, com aqueles lábios carnudos. Entrei na boate sentindo a calcinha úmida e os bicos dos peitos durinhos pra caralho.

Caralho… que tesão ele me deu só com um olhar e um simples aperto.

Enquanto tentava me recompor, encontrei minhas amigas que já estavam bebendo e bem acompanhadas. Fui pra pista de dança porque hoje eu só queria dançar e me divertir, mas não parava de pensar no que tinha acontecido. Minha buceta voltava a ficar molhada.

Precisei me aliviar. Fui andando em direção ao banheiro, mas antes de chegar senti uma mão grande me puxando bruscamente pra um canto menos iluminado. Quando dei conta, era ele novamente — o mesmo cara com quem eu tinha esbarrado.

Ele era alto, forte, e o que mais chamava atenção eram aqueles lábios e os olhos que pareciam me devorar. Ele se aproximou até me encurralar contra a parede. Senti o dedo dele tocando de leve meu bico do peito. Minhas pernas bambeavam, mas ele me segurava firme.

Os lábios e a língua dele percorreram meu pescoço enquanto o dedo brincava com meus mamilos. Devagar, ele puxou o decote do vestido pra baixo, expondo meus peitos. Num só movimento, abocanhou um deles, chupando e mordendo com vontade. Fiquei cada vez mais molhada.

A mão dele desceu até minha buceta, que já pingava de tesão. Ele puxou a calcinha pro lado e enfiou um dedo. Soltei um gemido gostoso pra caralho. Cada vez que eu me contorcia ou minhas pernas falhavam, ele enfiava mais um dedo e aumentava a velocidade.

Porra, eu não ia aguentar…

Ele sussurrou no meu ouvido:

— Você só goza quando eu quiser, ok?

Aquilo me deixou louca. Ele sabia exatamente quando diminuir a intensidade pra eu não gozar. Pegou uma das minhas mãos e enfiou dentro da calça dele. Arregalei os olhos ao sentir aquele pau duro, grosso e vibrando de tesão. Só conseguia imaginar colocando ele na boca e chupando até me engasgar.

Ele perguntou o que eu estava esperando pra começar a chupar. Me pegou pelos cabelos, segurou o pau com a outra mão e bateu com ele na minha cara antes de deslizar pelos meus lábios. Enfiou na minha boca e forçou até chegar no fundo da garganta. Meus olhos reviraram de prazer.

Segurei o pau com as duas mãos, massageando enquanto chupava a cabeça deliciosa. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a socar cada vez mais fundo na minha garganta. Enquanto isso, eu metia os dedos na minha buceta e tocava o clitóris. Cada gemido dele me dava mais vontade de gozar e fazer ele encher minha boquinha de leitinho.

Segurei meus seios, coloquei o pau no meio e comecei a masturbar ele enquanto chupava a cabecinha. Ele soltou um gemido rouco e disse:

— Você é uma puta safada demais. Mama essa rola, mama gostosa.

Intensifiquei as chupadas e a masturbação. Ele não aguentou. Me pegou pelo braço, me virou de frente pra parede e me mandou empinar o rabo. Abri bem as pernas e olhei pra trás com cara de desejo.

Ele deslizou o pau várias vezes na entrada da minha bucetinha, chegou perto do meu ouvido e sussurrou:

— Você é o pecado que eu quero comer todo dia.

Enfiou devagar. Eu me contorcia toda à medida que ele ia se afundando. Ele soltou um gemido alto, apertou minha cintura e começou a me foder com força e velocidade. Nossos gemidos se misturavam com a música e com os tapas violentos que ele dava na minha bunda.

Ele abriu minha bunda levemente e disse:

— E se eu apertar esse botãozinho, o que será que acontece?

Chupou um dedo e alisou meu cuzinho. A cada passada eu revirava os olhos. Na sexta passada ele enfiou o dedo e eu soltei um gemido de pura loucura.

— Isso me fode… enfia mais um… vai, por favor…

Ele me olhou e perguntou:

— Você aguenta, não aguenta?

Não precisei responder. Meu olhar já dizia tudo. Ele tirou o dedo, depois enfiou dois e começou a me penetrar pela buceta e pelo cuzinho ao mesmo tempo. Quando ele metia forte na buceta, eu gritava que ia gozar. Ele aumentou ainda mais a velocidade. Senti o pau dele prestes a explodir.

— Gozeeeei! — gritei, cravando as unhas nos braços dele.

Ele me segurou contra o corpo e jorrou uma jatada quente de porra bem fundo na minha buceta. Mordeu minhas costas e só soltou quando saiu a última gota.

Ainda ofegante, ele sussurrou no meu ouvido:

— Ainda não acabou. Vamos. Quero comer você a noite toda.

Nos ajeitamos rápido. Ele agarrou meu braço e me levou pra saída. Pegamos um táxi. Eu não fazia ideia pra onde ele ia me levar.

Mas eu queria viver essa loucura deliciosa novamente.

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