A Amiga da Esposa que Durmiu na Minha Casa
Minha esposa viajou a trabalho. A Débora, melhor amiga dela, tava sem luz em casa e pediu pra dormir no meu sofá. "Claro", eu disse, achando que seria uma noite tranquila.
Início do roteiro
Minha esposa viajou a trabalho. A Débora, melhor amiga dela, tava sem luz em casa e pediu pra dormir no meu sofá. "Claro", eu disse, achando que seria uma noite tranquila.
Ela chegou de pijama curto, sem sutiã, com os mamilos marcando o tecido. A gente viu um filme, tomou um vinho, e do nada ela encostou a cabeça no meu ombro.
— Seu pau é grosso mesmo? — ela perguntou do nada.
Eu quase engasguei.
— A sua mulher vive contando vantagem pras amigas. Fala que você come bem, que goza dentro, que tem pau grande. Eu quero ver.
Não precisei de outra palavra. Tirei a calça, mostrei o pau. Ela olhou, passou a mão, e disse: — Caralho. Não é mentira não.
Ela mesma tirou o pijama. A buceta dela era lisa, vermelhinha, toda depilada. Ela se ajoelhou e começou a chupar com vontade, babando tudo, passando a língua na cabecinha, gemendo enquanto chupava.
— Deita — ela mandou.
Ela sentou no meu pau devagar, foi descendo milímetro por milímetro, gemendo baixo. Quando sentou até o fundo, arregalou os olhos.
— Tô sentindo ele na minha garganta pela buceta, porra.
Ela sentou frenética, batendo a bunda no meu colo, gozou em menos de três minutos. Eu virei ela, levantei as pernas e meti com força. Ela mexia os dedos no próprio clitóris enquanto eu comia ela. Gozou mais duas vezes.
Na última, eu tirei o pau e gozei na cara dela. Ela lambeu o que escorreu pros lábios, sorriu e disse: — Sua esposa tem sorte. Mas agora eu tenho segredo.
Dormimos pelados. No outro dia, ela saiu cedo e deixou um bilhete: "Repetiria. Sem culpa."
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