A Patricinha Peituda do Handebol Pediu pra Ser Comida no Ambulatório
Olá, este é o primeiro dos vários relatos que vou contar pra vocês. Sou hetero, 24 anos, estudei na PUC/SP por 5 anos onde fui presidente da Atlética e comi muitas mulheres. Sou branco, 1,85 de altura, 75 kg, cabelos ne…
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Olá, este é o primeiro dos vários relatos que vou contar pra vocês. Sou hetero, 24 anos, estudei na PUC/SP por 5 anos onde fui presidente da Atlética e comi muitas mulheres. Sou branco, 1,85 de altura, 75 kg, cabelos negros e olhos castanhos esverdeados.
Meu pau deve ter uns 15 cm. Sou bonito, culto e de boa família. Gosto de quase tudo quando o assunto é sexo, menos que me marquem o corpo e tentem me penetrar. Vamos ao primeiro fato dos vários que irei relatar.
1996, Interpuc, Caieiras. Estávamos em Caieiras/SP para um campeonato interno da PUC/SP quando uma garota muito gostosa (patricinha, cabelo comprido e negro, bronzeada de sol, olhos verdes, uns 1,70 de altura, magrinha porém peituda) passou por mim. Olhei mas nem dei bola, indo em direção à quadra principal.
Ela jogava handebol e tava atrasada para o jogo. Entrou na quadra sem se aquecer e acabou se machucando durante o jogo. Eu, como um dos organizadores do campeonato, tive que ir dar uma força pra ela.
Pegando nas belas pernas bronzeadas dela, percebi que ela tinha dado uma torcida no tornozelo, nada grave, só doía um pouquinho. Peguei-a no colo e levei pro ambulatório pra passar gelol. Chegamos lá e não havia ninguém.
Ela ficou deitada na maca e eu passando gelol na perninha dela. Como ela tinha uma perna muito bonita, fiquei alisando. Nisso, a garota se vira de costas pedindo que eu continuasse a massagem na parte de trás das pernas.
Atendi prontamente e comecei a observar a bundinha dela através do calção (calção esportivo é muito largo) e vi que ela usava uma calcinha muito cavadinha, uma bundinha redondinha sem nenhuma celulite... nenhuma pra contar a história.
Comecei a subir minhas mãos e massageei a bundinha dela. Ela deixou, e eu continuei com a brincadeira: alisava a bundinha, passava a mão na buceta... Ela começou a gemer baixinho e pediu pra eu parar. Nisso, ela levantou-se, fechou a porta do ambulatório e falou que estava com muito tesão e sabia que eu tinha comido várias amigas dela e que era a hora de eu comer ela também.
Puxei ela pra junto de mim e dei um beijo muito gostoso na boca dela. Ficamos nos beijando e esfregando os corpos por uns cinco minutos, e ela começou a descer pra chupar meu pau – EU ADORO SEXO ORAL. Meu, a garota chupava muito, lambia a cabeça e depois enfiava na boca bem devagar, sugava com muita força mesmo... Meu pau tava todo babado e a cada chupada dela eu ouvia aquele "chup-chup" fantástico.
Pedi pra que ela deitasse sobre mim na maca, pois queria fazer um 69 com ela. Fui atendido prontamente. Enquanto ela fazia seu boquete com maestria, eu chupava a bela buceta dela... Mordia o grelinho, enfiava a língua o mais fundo possível, raspava o queixo (áspero por causa da barba rala) na buceta e ela ia pirando.
Aquele cuzinho na minha cara estava me deixando com mais tesão ainda. Passei a língua e tentava enfiá-la no cu da garota. Quando eu fazia isso, ela chupava meu pau com mais força ainda, indicando que estava gostando.
Ela parou de me chupar, virou e sentou sua buceta com força no meu pau. Pedi pra ela levantar e coloquei uma camisinha – tinha várias no ambulatório – e deitei embaixo dela novamente. Essa é minha posição predileta.
Comecei a tirar a blusa dela porque estava louco pra sugar aquele peitão. Ela metia e eu chupava os peitos dela. Ficamos nessa fodelança por uns 15 minutos. Eu tava pirando de tesão e comecei a xingá-la de puta, vadia, piranha, biscate.
Mandava ela meter com mais força. Quanto mais eu falava, mais ela se contorcia no meu pau. Enfiei o dedo no cu dela, e a garota soltou um gritinho. Era demais ver aquela vadia, completamente fresca, dando pra mim como uma vagabunda de quinta categoria.
Gozamos muito naquele ambulatório e só saímos de lá uma hora depois. Campeonatos universitários são uma putaria mesmo, e ninguém tá nem aí pra quem come quem. Em breve, novos fatos meus pra vocês.
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