A Balconista da Farmácia que Vendeu Outra Coisa
Fui comprar camisinha numa farmácia de bairro tarde da noite, umas onze e meia. A loja estava vazia, iluminação branca, ar condicionado gelado.
Início do roteiro
Fui comprar camisinha numa farmácia de bairro tarde da noite, umas onze e meia. A loja estava vazia, iluminação branca, ar condicionado gelado.
A balconista, a Jéssica, 23 anos, cabelo colorido (azul e rosa), piercing no nariz, unhas pintadas de preto, me atendeu com um sorriso safado enquanto passava o código de barras.
— Só isso, amor? — ela disse, olhando a caixa de camisinha extra fina. — Só isso. A não ser que você tenha mais alguma coisa pra oferecer.
Ela olhou pro lado. A farmácia estava completamente vazia. O outro balconista tinha ido embora fazia meia hora. Ela fechou a porta da cabine de atendimento, que tinha vidro fosco, abaixou a calça jeans apertada e mostrou a buceta lisinha, depilada com cera, toda melada, brilhando sob a luz branca. O piercing do nariz tremeu quando ela sorriu.
— Tô com promoção hoje — ela sussurrou. — Leva duas, paga uma. E o atendimento é diferenciado.
Eu entrei na cabine com ela, os dois praticamente esmagados. Ela sentou no balcão de fórmica, abriu as pernas, e eu enfiei o pau com tudo, sem camisinha mesmo tendo comprado uma caixa. Ela gemeu baixinho, mordeu o próprio braço pra não fazer barulho. Meti com força, segurando na cintura dela, enquanto ela mesma se masturbava o clitóris com o dedo médio.
— Goza na minha boca — ela pediu, ofegante, já quase gozando.
Tirei o pau da buceta escorrendo, ela desceu do balcão e ajoelhou no chão frio da farmácia. Eu gozei inteiro na língua dela, um jato grosso que ela engoliu sem desviar o olhar, os olhos claros fixos nos meus. Ela lambeu os lábios, limpou o canto da boca com o dedo, e disse, já se levantando e ajeitando a calça:
— A camisinha vai ficar no preço normal. Mas o leite condensado foi cortesia da casa. Volte sempre.
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