A Foda no Elevador
As portas metálicas se fecharam. Ela estava no canto direito, vestido vermelho colado no corpo. Ele estava à esquerda, terno perfeito. E então o elevador parou bruscamente. As luzes piscaram, e a luz de emergência, frac…
Início do roteiro
As portas metálicas se fecharam. Ela estava no canto direito, vestido vermelho colado no corpo. Ele estava à esquerda, terno perfeito. E então o elevador parou bruscamente. As luzes piscaram, e a luz de emergência, fraca e amarelada, banhou o cubículo.
Os olhares se cruzaram. O ar ficou carregado de tesão. Ele deu o primeiro passo. A distância entre eles desapareceu. Ela ergueu o queixo, desafiando. A mão grande dele espalmou-se contra a parede espelhada enquanto a outra encontrou a curva da cintura dela.
O beijo não teve preliminares. Foi um choque de urgência, línguas se devorando, dentes raspando. Ela puxou ele pelos lapelos, prensando-o contra si. O pau duro dele pressionou a buceta dela por cima do vestido. Ela gemeu abafada.
As mãos dele desceram, agarrando as coxas dela. Com um movimento fluido, ele a ergueu do chão. Ela envolveu a cintura dele com as pernas. O vestido vermelho foi empurrado para cima. Ele afastou a calcinha com os dedos e enfiou o pau com tudo na buceta dela, sem camisinha, sem perguntar.
— Porra, que pau grosso — ela gemeu.
Ele metia com força, as costas dela batendo no espelho. Ela gozou em menos de um minuto, se tremendo toda, mordendo o ombro dele pra não gritar. Ele continuou metendo, sentindo a buceta apertada piscando no pau. Gozou dentro, fundo.
As engrenagens gemeram. O elevador voltou a descer. Os dois se separaram arfando, ajeitando as roupas com pressa. No térreo, as portas se abriram. Ele arrumou a gravata. Ela alisou o vestido, a calcinha molhada, o leite escorrendo pela coxa. Seguiram caminhos opostos, levando na pele o calor daquela foda anônima.
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