Traição / Corno3 minPor Marco19 de maio de 2026
Roteiro guiado

A Ex-Sogra que Queria se Vingar da Filha

A mãe da minha ex, dona Márcia, sempre me tratou bem. Enquanto eu namorava a filha dela, era só elogios: "esse menino é trabalhador", "esse menino me respeita".

A mãe da minha ex, dona Márcia, sempre me tratou bem. Enquanto eu namorava a filha dela, era só elogios: "esse menino é trabalhador", "esse menino me respeita".

Depois que a filha me largou por um playboy de carro importado, a dona Márcia ficou furiosa e ficou do meu lado. "Ela não sabe o que perdeu", repetia toda vez que me via. Até que um dia ela me chamou pra tomar um café na casa dela. Eu fui, sem desconfiar de nada.

Ela apareceu na sala com um roupão aberto. Por baixo, uma lingerie vermelha de renda, daquelas que mal cobrem a buceta — um fio dental que sumia entre as nádegas. Os peitos, grandes e ainda firmes, quase escapavam do sutiã.

— A minha filha te traiu, né? — ela disse, sentando do meu lado no sofá, as pernas cruzadas.

— Eu sei de tudo. Com o Ricardinho da academia. Pois eu vou te dar o que ela não te deu. O que ela nunca vai ter coragem de fazer.

Ela mesma tirou a calcinha vermelha e abriu as pernas no sofá, mostrando a buceta lisinha, depilada a cera, rosada e já brilhando de molhada. Dona Márcia tem 48 anos, mas não aparenta. O corpo é malhado, cuidado. O cheiro do perfume misturou com o cheiro quente da buceta dela.

— Me come — ela pediu, segurando meu pau por cima da calça. — Mostra que você é homem. Mostra que a minha filha é uma otária.

Eu não pensei duas vezes. Enfiei dois dedos na buceta dela, grossos, e ela gemeu alto, a cabeça jogada pra trás. Depois enfiei o pau com tudo, sem camisinha, sentindo a parede quente e apertada. Ela era mais apertada que a filha, mais molhada, mais entregue. Meti forte, puxando o cabelo dela, e ela gozou gritando o nome de Deus misturado com palavrão.

— Vai, porra! Faz a sua sogra feliz! Me come até eu esquecer que pari aquela ingrata!

Eu virei ela de quatro na sala, o roupão jogado no chão, e comi o cu dela também, devagar no começo, depois com força. Ela quase desmaiou de tanto gozar, os braços bambos. No final, eu gozei na cara dela, o leite escorrendo pelos lábios e pelo queixo. Ela lambeu o leite dos lábios com a ponta da língua, sorrindo, e disse:

— Se a minha filha fosse metade do que você é, vocês ainda tavam juntos. Quer mais café?

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