Traição / Corno11 minPor Max25 de maio de 2026
Roteiro guiado

A Novinha do Corpo Feito Pra Puta e o Corno que Não Comia o Cu Dela

Esse lance aconteceu comigo faz mais de um mês atrás. Eu tava passando um tempo no litoral, em Santos, pertinho da capital. Era só curtição mesmo e gastar uma grana que eu tinha ganhado. Era só boêmia e álcool. Mas ness…

Esse lance aconteceu comigo faz mais de um mês atrás. Eu tava passando um tempo no litoral, em Santos, pertinho da capital. Era só curtição mesmo e gastar uma grana que eu tinha ganhado. Era só boêmia e álcool. Mas nessas loucuras tive algo com uma novinha deliciosa.

Eu tava trabalhando de garçom como freelancer num restaurante, só pra fazer um extra e não acostumar com o ócio. Isso aconteceu numa quarta-feira sem movimento, quando ela entrou no restaurante com o noivo dela.

Por obra do destino, quisera que eu que tava na porta recepcionando nesse dia. Era um tesão — magrinha, baixa, com carinha de menininha, mas com peitos volumosos, num decote ousado, calça jeans colada que mostrava uma bundinha redonda.

Tinha 18 aninhos. O rapaz que tava com ela era uns 5 anos mais velho, no máximo. Mas que tesão de novinha.

Acompanhei os dois por todo o restaurante, explicando como funcionava a dinâmica, os preços, os eletrônicos que a gente tinha. Como era um restaurante temático gamer, tinha muitas opções de entretenimento.

Passamos por todo o ambiente, não conseguia tirar os olhos dela, aqueles seios lindos e o rostinho angelical dela. Num momento de distração dele, percebi os olhos dela sobre mim, durou milésimos, mas foi o suficiente pra vê-la melhor.

Um olhar quente, pecaminoso, daqueles olhares que só percebe com experiência. Aqueles olhos tinham fogo, contrastando com aquele jeito de menininha virgem e recatada — os olhos nunca mentem, a boca sim, mas os olhos… os olhos nunca!

Levei eles pra uma mesa e expliquei o cardápio e o vídeogame que ficava na mesa, quando o rapaz olhava vidrado pra TV, ela olhava daquele jeito pra mim.

Deixei eles e fiquei pensando se devia ou não agir, até porque não é do meu feitio dar em cima de mulher casada, é sempre dor de cabeça na certa, mas ela era um tesão de novinha. Isso que mata o homem.

Tentei esquecer ela, mas toda vez que passava perto da mesa dela, ela me olhava de cima a baixo, sem esboçar nenhuma reação além daqueles olhos de ninfa que transbordavam fogo. Em 28 anos de vida já vi alguns olhos assim, e em todos os casos eles pediam o pecado.

O cara não ajudava — nem me ajudava a ajudá-lo — não dava a mínima atenção pra menina. Não tirava os olhos da tela, nem lembrava que ela existia. Isso só servia pra tranquilizar minha consciência no crime.

A casa começava a receber mais clientes, ficava mais movimentada. Mais de uma hora se passou, e os olhares dela continuavam. Sou um cara com corpo legal, bem cuidado graças à academia, e tava com um bom perfume nesse dia, talvez o conjunto das qualidades contribuísse pra chamar a atenção dela.

Mas não aguentava mais. A qualquer momento iam embora, precisava agir. E foi quando ele foi ao banheiro que tomei iniciativa.

— Estão gostando?

Ela me olhou com aqueles olhos, quase me fulminando. — Muito — falou com uma vozinha infantil, doce, com aquela boquinha pequena e vermelha.

— Que bom. Quando quiserem voltar e reservar uma mesa, é só me avisar que deixo reservada uma pra vocês — disse sem desviar os olhos dela. — Só mandar mensagem.

Deixei meu WhatsApp marcado num papel, com o nome do restaurante. — A casa normalmente enche, então é bom garantir uma mesa antes.

— Tá bom, a gente avisa — um sorrisinho de canto de boca, com aquele rostinho meigo cheio de encanto infernal.

— Pedro, meu nome. E você? — Ana.

Voltei pra casa, tomei um banho, bati uma pensando nela e recebi a mensagem dela quando tava deitado. Na mensagem dizia, sem cerimônia alguma, pra eu encontrar ela amanhã cedo às 9h em tal endereço. Pediu pra não mandar mais mensagem.

Não mandei. Fiquei excitado e ao mesmo tempo com o cu na mão, como dizem. Tava fácil demais. E se fosse o cara? Fiquei receoso, mas valeria o risco. Valeria? Valeria.

Acordei às 7h, tomei um banho, café da manhã reforçado e às 8h desci pro endereço que ela passou. Era uns 15 minutos de ônibus. Cheguei cedo pra ver bem o local.

O endereço que ela passou era um bar. Um boteco com umas casas por perto. Fiquei esperando meio alerta até ver ela chegando de bicicleta e entrando numa casa ali em frente. Ela abriu o portão, entrou e saiu uns minutos depois.

Fez sinal pra mim. Meu coração gelou. Juro. Segui ela. Quando passei pelo portão, ela trancou. Correu pra porta da casa e entrou sem me dizer nada.

Quando entrei e ela fechou a porta, agarrou meu pescoço, beijando minha boca intensamente, com a língua dela passeando dentro da minha boca. Ela era tão leve que tava no meu colo, parecia uma pena.

— Vamos pro quarto. — De quem é essa casa? — Da minha tia. Ela viajou. Tô cuidando do cachorro dela. Vem.

Ela não queria conversa, não tinha tempo aparentemente.

Entramos no quarto. Era grande, com uma cama enorme. Quando ela se afastou de mim, pude ver melhor o corpinho dela, vestido num short minúsculo, com as coxas brancas dela, uma camisetinha que deixava os seios enormes, suculentos.

Os cabelos negros que desciam até a cintura. E aqueles olhos sobre mim. Cheguei perto dela, o cheiro dela era deslumbrante, tornando ela ainda mais sexy. Agarrei o corpo dela, joguei ela na cama e beijei todinha.

— Não deixa marca. Cuidado — disse ela.

A pele dela era branca, cheirosa, e qualquer contato marcava. — Gosta de trair seu marido, cachorra — sussurrei. — Puta. O que você é?

— Puta.

— Vai ser minha putinha hoje.

— Todinha — falou toda manhosa.

Beijava o pescoço dela com cuidado pra não marcar.

— Cadê o corno? — Trabalhando.

— Safada mesmo. O que ele não faz que você quer que eu faça? Hein, gostosa? — Me pega com força!

— Gosta de ser maltratada? — Muito. Me pega gostoso.

Que cachorra era ela, Cristo! Com aquela carinha de inocente mal dá pra perceber a fera que tem ali dentro.

Tirei os peitos dela pra fora. Eram lindos, grandes, com bicos rosados. Chupei os dois, mal cabiam na minha boca de tão grandes que eram. Ela delirava com a chupada. Desci beijando a barriga dela até o zíper do shortinho jeans.

Beijei as coxas dela e fui beijando até a costura do short perto da virilha. Ela tava mordendo os lábios, acariciando os seios. Desabotoei o short. A calcinha vermelha dela à mostra. A calcinha vermelha rendada, fio dental, dividindo a bucetinha dela. Puxei pro lado o fio dental do meio dela e beijei, dando pequenas lambidas, até enfiar a língua toda dentro. Rosada e pequena.

Que delícia. Ela tava toda babada já. A putinha se contorcia toda com a linguada passeando por toda a virilha dela. Gemia palavrões, agarrada no meu cabelo, forçando minha cabeça.

Subi a língua até o clitóris dela, deslizando a língua em movimentos circulares até os gemidos dela aumentarem e esguichos voarem na minha boca. Acabei-me ali. Só de lembrar minha boca enche de saliva.

Cuspi, afastei um pouco pra ver a pequena pepeca dela toda rosada, aberta, pulsando, escorrendo baba. E o corpinho dela encolhido, tremendo.

Beijei a boca dela gostoso, ela me agarrou com força. Dei um tapa na cara dela, chamei de puta, perguntei se o corno chupava ela assim. Ela respondeu que não.

Coloquei ela de joelhos num travesseiro, sentei na cama, tirei meu pau pra fora e a boquinha dela já degustava o membro duro. Que visão maravilhosa aquela! Aquele rostinho delicado com o pau metade na boca dela.

Alisava os peitos dela, os cabelos, o rostinho, os olhos cheios de pecado me encaravam. Ela engasgava com a rola, babando tudo. Eu tava louco de tesão, num frenesi apoteótico.

Pedi pra ela usar só a boquinha. Segurei os cabelos dela até sentir que ia gozar. Perguntei se ela queria leitinho de macho, se ia tomar todinho.

Ela resmungou que sim. Colocou a mãozinha de novo até eu esguichar porra na boca dela, língua, lábios, queixo, bochecha. Ela chupou até o membro ficar mais fraco. Juntei toda a porra da cara dela até levar à boca dela, que tomou tudo. Deixei o rostinho dela limpo.

Beijei ela, grudei nos cabelos dela com força, dei tapas na cara dela, perguntei o que ela era. — Puta.

— Mais alto.

— Puta! Cachorra! — gritou ela. — Isso. Minha putinha.

Coloquei ela de quatro na cama. Ela se esticou que nem uma onça se espreguiçando, com aquela bundinha empinada, a boceta rosada babada.

Penetrei ela lentamente até os testículos baterem nas coxas dela. Com força, fazendo ela gritar gritos abafados no travesseiro, o cabelão dela na minha mão.

Quando aumentava as estocadas, os fluidos voavam no meu abdômen. Eu tava perdido no corpo dela.

Tirei o pau e chupei o cuzinho dela, apertadinho, com a minha língua entrando e saindo. A putinha se contorcia toda. Fiquei ali um bom tempo. Salivei nele, deitei na cama e chamei ela. Ela deitou sobre meu corpo com a língua dela na minha boca.

Os peitos dela esfregando na minha cara, meu pau encaixando todo dentro dela. Ela sentava devagar, gemendo forte. Eu dava tapinhas no rosto dela, mamava os peitos dela com ela sentando até o talo no membro.

Ela pediu pra eu meter com força. Eu meti, ela gritava perto do meu ouvido, agarrou em mim, tendo um orgasmo intenso.

Devagar, mas com intensidade, ela apertava o pau no fundo, batendo na parede do útero.

Saiu de cima e deitou na cama, toda satisfeita e exausta.

Que foda incrível! Que novinha gostosa, provocante, transbordando tesão pelo adultério e inclinada ao pecado da carne.

Ela respirava ofegante, com o rosto avermelhado e os cabelos desgrenhados. O corpinho dela pelado, todo vulnerável só pra mim, todo entregue aos desejos, bem do meu lado. Tomamos água e sem perder tempo eu já agarrei ela de novo, mas ela disse que tinha que fazer xixi. Olhei nos olhos dela, pedindo pra ver. Ela deu uma risada.

— Você quer ver eu fazendo xixi? — Quero.

— Tá bom — disse com aquela carinha de safada.

Fomos ao banheiro. Ela tava sentando no vaso sanitário quando eu levei ela pro box. Peguei uma toalha, coloquei no chão e pedi pra ela sentar de pernas abertas. A ninfa obedeceu, se agachou toda.

Eu com a cara perto da pepequinha dela. Abri os grandes e pequenos lábios com os dedos, dei umas chupadinhas até o líquido esbranquiçado sair dela e jorrar na minha boca, amargando a língua e a garganta.

Dava lambidinhas na uretra dela, aquilo enchia ela de prazer. Quando o jato cessou, chupei ela toda. Foi a primeira vez na vida que tomei urina, mas vindo dela era mais do que só aquilo, era um elixir de prazer. Eu queria tudo que ela tivesse.

Ficamos em pé e transamos intensamente, até eu gozar nas nádegas dela.

Tomamos banho, ficamos um pouco juntos nos beijando até ela dizer que precisava ir. Disse que mandaria mensagem porque adorou e queria mais. Chamei ela de cachorra pela última vez e sai.

Dois dias depois encontrei ela no mesmo lugar e horário. Fizemos gostoso por uma hora e meia, perdidos um no corpo do outro.

Tomamos café da manhã e nos despedimos. Foi a última vez que vi ela. Tive que ir embora de Santos e meu chip deu defeito, cadastrei outro DDD e nunca mais soube dela. Resolvi criar esse conto pra ver se conseguia lembrar melhor dos detalhes daquelas duas manhãs incríveis.

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