Fodi a Putinha da Minha Ex
Eu me chamo Michael, tenho 25 anos, 1,78m e sou dono de uma rola grossa de 18cm que sempre fez as mulheres perderem a linha. Fazia quase um ano que eu e a Júlia tínhamos terminado.
Início do roteiro
Eu me chamo Michael, tenho 25 anos, 1,78m e sou dono de uma rola grossa de 18cm que sempre fez as mulheres perderem a linha. Fazia quase um ano que eu e a Júlia tínhamos terminado.
Ela era uma loirinha gostosa, 1,65m, bundão empinado, peitos médios e uma bucetinha apertada que combinava perfeitamente com o cuzinho guloso dela.
Era uma quinta-feira à noite quando meu celular tocou. Número desconhecido. Atendi e ouvi aquela voz manhosa que eu conhecia bem:
— Michael… sou eu, a Júlia. Tô aqui perto da sua casa. Posso subir?
Não pensei duas vezes. Quinze minutos depois ela bateu na porta. Vestido curto preto, maquiagem forte e aquele olhar de quem já tava molhada antes mesmo de entrar.
Mal fechei a porta e ela já veio pra cima de mim, me beijando com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava meu pau por cima da bermuda.
— Não aguento mais — ela gemeu entre os beijos. — Meu namorado atual é um merda. Ele quase não transa comigo, eu acho que prefere homem… e quando tenta, nem olha pro meu cuzinho. Tô morrendo de saudade da sua rola grossa, amor. Saudade de você me arrombando inteira.
Eu sorri safado, segurando ela pela cintura e apertando aquela bunda macia. — Então você veio atrás de rola de verdade, né, safada?
Júlia mordeu o lábio e assentiu, já se ajoelhando na minha frente. Puxou minha bermuda pra baixo e minha rola pulou dura na cara dela.
— Caralho… que saudade dessa monstrosidade — sussurrou antes de enfiar metade na boca, babando gostoso, chupando com vontade enquanto olhava pra cima.
Ela mamava como quem tava desesperada. Lambia as bolas, passava a língua na cabeça inchada e engolia fundo, engasgando de tesão. Eu segurei o cabelo dela e fodi sua boca com força, batendo no fundo da garganta.
Depois de uns minutos, levantei ela, tirei o vestido e joguei na cama. Júlia já abriu as pernas, mostrando a bucetinha toda molhada e inchada.
— Me fode, amor… primeiro na buceta, depois quero no meu cuzinho. Ele nunca quis comer meu rabo.
Eu meti de uma vez, fundo, sentindo ela apertar toda ao redor da minha rola. Júlia gritou de prazer, cravando as unhas nas minhas costas.
— Ai, meu Deus! Que delícia… é tão grossa! Meu namorado nunca me encheu assim!
Eu metia forte, batendo fundo, enquanto ela rebolava desesperada. Depois virei ela de quatro, cuspi no cuzinho piscando e comecei a forçar a cabeça da rola.
— Devagar… faz tempo… — ela pediu, mas empinava a bunda mesmo assim.
Centímetro por centímetro, fui abrindo aquele cuzinho apertado até enterrar tudo. Júlia tremia, gemendo alto:
— Issooo… me arromba! Mete no meu cu, caralho! Sou sua putinha de novo!
Comecei a socar cada vez mais forte. O barulho do meu saco batendo na buceta dela enchia o quarto. Júlia gozou pela primeira vez só com rola no cu, esguichando na cama enquanto o cuzinho apertava forte ao redor da minha rola.
Eu não aguentei. Segurei firme na cintura e gozei em cima da sua bunda, enchendo o rabo dela de porra quente, jato atrás de jato.
Ficamos ofegantes na cama. Júlia virou pra mim com um sorriso safado, ainda com meu leite escorrendo do cuzinho:
— Mesmo que você tenha namorada, daqui pra frente eu vou vir toda semana… ele que se foda. Essa rola aqui é minha. Eu até divido ela, mas o meu cuzinho é só seu.
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