A Sogra Póstuma (Segunda Parte Não Solicitada)
Lembra da dona Márcia, a ex-sogra do conto anterior? Pois é. Depois daquele primeiro encontro explosivo, ela me ligou toda semana sem falta. Os pretextos variavam: "Vem aqui jantar que fiz lasanha", "vem ver minha horta…
Início do roteiro
Lembra da dona Márcia, a ex-sogra do conto anterior? Pois é. Depois daquele primeiro encontro explosivo, ela me ligou toda semana sem falta. Os pretextos variavam: "Vem aqui jantar que fiz lasanha", "vem ver minha horta que o tomateiro está dando frutos", "vem me dar um abraço, tô me sentindo sozinha". Eu sabia exatamente o que cada convite significava.
Num sábado de chuva, fui lá. Ela já me esperava com um robe curto, seda preta, e nada por baixo — eu vi quando ela cruzou as pernas. Sentou no meu colo antes mesmo de eu tirar o tênis, os braços envolvendo meu pescoço.
— Você acabou comigo na última vez — ela sussurrou, a boca perto da minha orelha. — Minha buceta não esqueceu o seu pau. Fico molhada só de lembrar.
— E o que a senhora quer agora? — perguntei, já sentindo meu pau endurecer contra a coxa dela.
— Quero sentar até não aguentar mais. Quero esquecer o dia e a noite. Quero ficar tonta.
Ela me levou pro quarto, que estava com cheiro de lençol limpo e vela de baunilha. Dessa vez, não teve pressa. Ela me chupou devagar, acariciou meu pau com a língua, com os lábios, com a ponta dos dedos, olhando nos meus olhos como se estivesse decorando cada expressão minha. Depois deitou de bruços, a bunda empinada pra cima, a buceta já escorrendo, e pediu:
— Come meu cu primeiro. Devagar. Depois você me fode com raiva.
Eu comi o cu dela devagar, com muito lubrificante, abrindo com os dedos primeiro. Ela gemia igual novinha, as mãos apertando o travesseiro. Depois virei ela de costas, abri as pernas dela até doer, e enfiei na buceta.
Meti por quase uma hora, trocando de posição, gozando e gozando de novo. Ela gozou pelo menos quatro vezes. Quando finalmente gozei, foi dentro da buceta dela. Ela apertou o pau com a musculatura vaginal pra não deixar escorrer uma gota.
— Assim que eu gosto — ela disse, ofegante, os cabelos grudados no rosto. — Vaza leite não. Tudo dentro, tudo aproveitado.
No outro dia de manhã, ela mandou mensagem: "O jantar de quinta é macarronada. Vem de calça folgada. E de coração aberto."
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