Casado, Tarado em Bucetinha de Renda e a Sugar Baby que Eu Queria Foder
Sou casado, tenho uma família estruturada e uma carreira bem-sucedida. Sempre tive um fetiche por mulheres mais jovens — algo entre 19 e 25 anos — especialmente quando usam lingeries de renda, daquelas calcinhas pequena…
Início do roteiro
Sou casado, tenho uma família estruturada e uma carreira bem-sucedida. Sempre tive um fetiche por mulheres mais jovens — algo entre 19 e 25 anos — especialmente quando usam lingeries de renda, daquelas calcinhas pequenas, mas não minúsculas, e levemente enfiadinhas na buceta. Quando essas duas coisas acontecem juntas, eu simplesmente perco o rumo da porra toda.
Estava cadastrado em um site de sugar babies. Entre dezenas de perfis que apareciam com algum grau de atração, poucos realmente davam match.
Meu perfil ideal é o da garota jovem, estudante, com família, que leva uma vida "normal", mas sente curiosidade em viver algo fora da rotina: dar para estranhos, para homens mais velhos, experientes, que normalmente nem cruzariam o seu caminho.
Esse encontro de mundos e gerações diferentes sempre me atraiu pra caralho. Assumo: é um fetiche meu — um homem casado que come uma novinha que quer sair da mesmice com um pau mais maduro.
Já vivi algumas histórias assim: relações de média duração, com sexo, um pouco de afeto, cumplicidade e, claro, alguns agrados.
Foi assim que conheci Milena (nome fictício) em um site de sugar dating. Ela estava solteira havia quatro meses, depois de terminar um relacionamento longo com um surfista da idade dela.
Quando começamos a conversar, percebi que vivia um momento difícil: havia descoberto uma doença imunológica que, por vezes, causava lesões na pele e dores articulares. Por isso não podia mais se expor ao sol — algo que certamente pesou na ruptura com o surfista.
Milena trabalhava em pequenos eventos; possuía uma daquelas máquinas de fotos em que as pessoas são clicadas enquanto giram sobre uma plataforma.
Pelas fotos, era bonita e elegante. Na conversa, mostrou-se interessante e espirituosa. Fiquei de pau duro só de pensar em conhecê-la.
Marcamos no estacionamento de um shopping. Esperei alguns minutos até que ela chegasse. Contou que o carro estava com problemas e, por isso, dependia de Uber, o que explicava eventuais atrasos. Conversamos ali mesmo, dentro do meu carro.
A química apareceu rápido. Em pouco tempo, a vontade de ir para um motel surgiu naturalmente — dela querendo dar, de mim querendo comer, dos dois querendo foder.
Gostei do jeito dela, da conversa ao vivo… e senti uma vontade intensa de meter naquela mulher.
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