Hétero3 minPor Anônimo06 de junho de 2026
Roteiro guiado

Fodemos na Chuva no Meio da Floresta – Eu Enfiei Meu Pau na Buceta Dela Enquanto Os Pássaros Cantavam

Todos já haviam voltado mais cedo pro acampamento, mas eu e ela resolvemos ficar por um tempo a mais pra conhecer aquele maravilhoso lugar do caralho.

Todos já haviam voltado mais cedo pro acampamento, mas eu e ela resolvemos ficar por um tempo a mais pra conhecer aquele maravilhoso lugar do caralho.

Enquanto andávamos por aquela estranha floresta, fomos notando que o tempo escurecia, mas ainda era cedo, porra. Nuvens negras cobriam o céu e impediam que a claridade do Sol chegasse até onde estávamos. Resolvi que iríamos voltar, aquela floresta estava ficando muito perigosa para uma frágil dama como ela.

Ela, apesar de me conhecer pouco, já confiava em mim, e eu pouco podia esconder a atração do caralho que já sentia por ela àquela altura.

Segurei na mão dela e guiei-a pelos caminhos que nos levariam de volta pro acampamento, mas as gotas de chuva outonais já começavam a cair.

A proximidade de nossos corpos me excitava pra caralho. Os barulhos dos trovões assustavam-na, e a cada susto que levava, se aproximava mais de mim, assim eu sentia seu cheiro – um cheiro de flor, perfume de puta no cio. Mas eu procurava esconder minha excitação, afinal tinha que protegê-la e levá-la de volta. Apertei o passo enquanto a força da chuva aumentava também.

A floresta era cheia de troncos e galhos no chão, dos quais tentávamos desviar... tentávamos... mas tropecei em um galho, e como ela estava agarrada em mim, caiu sobre meu corpo. Aí pude olhar naqueles olhos cor-de-mel, senti a suavidade daquela pele branquinha no meu rosto, senti o corpo dela sobre o meu.

Nossos olhos brilhavam nesse encontro, deitados no chão, numa floresta desconhecida, qualquer merda, águas jorravam sobre nossos corpos.

Os cabelos molhados dela acariciavam meu rosto. A pressão que o corpo dela fazia sobre o meu a fez descobrir meu pau duro, e ouvi aquele doce riso infantil daquela mulher formosa – riso de safada, de tesão... não importa, o que importa foi o beijo, porra.

Beijei-a naquele momento. Nossos corpos estavam longe de qualquer olhar, éramos duas crianças perdidas na mata, ali, apenas isso. Tirei a blusinha dela. Ela estava sem sutiã e me apontava aqueles macios seios pra serem chupados.

Ela tirou minha camiseta e mostrou-me a maciez da pele de sua mão ao tocar meu peito, ao baixar a mão, ao tirar minha calça e tocar meu pau inteiro.

Ali éramos um, um ser mágico, vivo, pulsante. Nossos corações batiam fortes e podiam ser ouvidos pelos pássaros, que respondiam com sua doce melodia. A chuva caía sobre nós, e já não tínhamos mais medo nenhum. Queríamos apenas viver aquele momento maravilhoso, de amor e tesão do caralho.

A chuva ainda caía forte, e eu enfiei meu pau na buceta dela – bem fundo, porra – sob a luz divina dos céus. Nossos olhos se cruzavam sem medo nenhum. Éramos um só, gozando junto com a chuva. Foi uma foda inesquecível.

Quando acordei, o rosto dela e seus cabelos ainda molhados jaziam sobre meu peito nu. Ela levantou o rosto, já acordada, e olhou nos meus olhos com seu sorriso de malícia e doçura: "A chuva já acabou..." E rimos.

Rimos das nossas brincadeiras na mata. Rimos da putaria que nasceu naquele dia de chuva. Olhamos para o céu e vimos o Rei Sol a reinar e nos abençoar naquele doce e inesquecível dia de chuva, depois de termos fodido igual dois animais no cio.

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