Putaria no quartel
O conto que vou relatar hoje aconteceu há aproximadamente 30 anos, quando eu era Sargento Adjunto na tropa especial do Exército Português.
Início do roteiro
O conto que vou relatar hoje aconteceu há aproximadamente 30 anos, quando eu era Sargento Adjunto na tropa especial do Exército Português.
Era um sábado e eu estava de serviço. Tinha apenas 24 anos e já era bem conhecido pela fama de rígido e carrasco entre os reclutas, soldados, cabos e até outros sargentos — todos me encaravam com respeito.
Naquela noite eu estava de plantão e fui render o comandante da guarda por volta das 02h00. Como sempre, cheguei bem antes, às 01h30, e fiquei na guarda durante uns 60 minutos. Estava uma madrugada fria, sem muito movimento, e eu já estava ficando entediado. Resolvi fazer uma ronda até o posto de acesso mais movimentado só pra passar o tempo e ver as meninas que saíam da boate ali perto.
Fui com meu agasalho, pistola 9mm, faca e as chaves do portão principal. Observei três postos no caminho e estava tudo tranquilo. Quando cheguei na guarda principal, lá estavam os soldados Ribeiro, Nascimento e Williams. Pra minha surpresa, os três estavam pegando uma putinha deliciosa entre a guarita e o portão.
Como não era o horário das rondas, eles estavam bem à vontade. Fiquei uns instantes observando aquela sacanagem e logo já estava com um baita tesão. A putinha era loirinha, gostosa, uns 1,65m, vestindo um top tomara-que-caia e uma sainha de malha que mostrava aquelas pernas lindas.
Eles ainda estavam só na agarração. A safadinha seduzia os soldados rebolando, esfregando a bunda no pau do Williams enquanto o Ribeiro e o Nascimento apalpavam os seios dela por cima do top. Percebi que aquela noite ia ser longa pra caralho.
Me aproximei com cautela pra não assustar ninguém. No momento em que ela abaixou pra tirar o pau do Williams pra fora da farda, eu cheguei e disse bem sério:
— Muito bonitos, senhores…
Quebrou o clima na hora. Os soldados não tinham percebido minha presença até então. O Ribeiro tentou justificar, o Williams se afastou pedindo desculpas na hora e o Nascimento ficou pálido, tremendo — ele estava ali só por influência do Williams, que não tinha pudor nenhum quando o assunto era putaria.
Fui logo dizendo que meu assunto primeiro seria com aquela cachorrinha safada que estava querendo foder com os três no portão da guarda. Percebi um sorriso safado no rosto da putinha.
Abri o portão lateral e ordenei que ela entrasse em silêncio. Naquele momento eu era a única autoridade ali. O cabo Dias, meu amigo de longa data (e de putaria desde a formação como cabo), estava no comando da guarda. Estava mais que tranquilo.
Encaminhei a putinha por um acesso que os outros soldados de permanência não conseguiam ver. Ordenei aos três soldados que voltassem aos seus postos e que no final do plantão eu conversaria com eles, pois aquilo era crime militar e eu ia interrogar a moça… rsrs. Como eram três soldados recém-incorporados, eles acreditaram na história. O que eu queria mesmo era foder aquela safadinha boqueteira.
Poucos metros adiante, coloquei a mão da putinha no meu pau por cima da farda, mostrando que eu também estava excitado. Era uma forma de tranquilizá-la, porque até então ela achava que ia presa. A safada deu uma apertadinha no meu caralho e soltou um gemido baixinho, mas bem excitante.
Parei entre a sargenteação, mostrei meu pau de 16x6,5cm pra ela e não demorou nada: a safadinha já estava me mamando com vontade. Puxei ela pelos cabelos, forcei ela a subir e parei a putaria na hora. Guardei o pau duro como rocha e disse que tinha algo melhor pra uma putinha safada como ela.
Passei a mão entre as pernas dela — estava sem calcinha. Não sei se ela tinha ido pra boate sem calcinha ou se os soldados tinham tirado antes… mas isso não me importava. A bucetinha estava molhadinha pra caralho. Enfiei o dedo indicador e ela já não aguentava de prazer, ficando ofegante.
Chegando na guarda, o cabo Dias levou um baita susto. Ordenei que guardasse meu armamento e o dele no cofre pra não ter risco com a nossa “visitinha ilustre” que ia nos fazer companhia. O Dias logo entendeu o que estava na minha cabeça.
Joguei a putinha prisioneira em um beliche na cela que ficava dentro da guarda. Ordenei que tirasse a roupa. Estava uma madrugada fria pra porra, mas ela nem ligou e foi tirando tudo. Meu desejo só aumentava ao ver aquela safadeza toda. A putinha era perfeita: tinha uma linda tatuagem de dragão nas costas e uma bundinha que era mais do que eu esperava. Ela dizia o tempo todo que tinha tara por militares e que queria ser devorada.
Não demorei: tirei meu fardamento e ela já veio me chupando. O Dias chegou pra participar da putaria. A cachorrinha parou de me mamar e começou um boquete frenético no Dias, que tinha um pau um pouco maior que o meu. Enquanto isso, eu chupei aquela bucetinha lisinha e cheirosinha. Ela gemia gostoso.
Não aguentei mais e comecei a foder aquela delícia de bucetinha sem nem saber o nome dela. Foi aí que perguntei:
— Qual o seu nome, cachorrinha?
Ela respondeu, parando o boquete por um segundo:
— Melissa… mas pode me chamar de Mel, comandante.
Ela pedia pra eu foder ela bem gostoso. Segurei firme nos cabelos dela, aumentei o ritmo das estocadas enquanto ela rebolava no meu cacete. O Dias pediu autorização pra foder o cuzinho dela. Neguei de início, dizendo que aquele cuzinho rosinha ia ser meu primeiro.
Não demorou, a safada olhou pra trás, sorriu e disse que adorava ser arrombada e que curtia dar pros dois ao mesmo tempo
O Dias se posicionou por baixo dela e eu dei algumas pinceladas naquele cuzinho maravilhoso. Enfiei o dedo indicador no cu da filha da puta — ela deu um grito forte pra caralho. Fiquei brincando com o dedo enquanto o Dias ferrava a bucetinha dela.
Forcei os braços dela pra trás, expondo os seios pra ele mamar. Enquanto isso, peguei a algema que estava no meu cinto no chão e algemei ela sem que percebesse de imediato. rsrsrs
Mel olhou assustada. Falei pra ela ficar calma e dei alguns tapas naquela bunda linda, que tinha uma marquinha deliciosa de biquíni minúsculo.
Me posicionei atrás dela novamente e em poucos instantes estávamos numa dupla penetração. Aquela safadinha que só queria seduzir uns reclutas mal sabia que ia virar nossa detida de prazer na cela.
Ela gritava e gemia de prazer e dor. O cuzinho era apertadinho pra caralho — cada estocada arrancava um gritinho dela.
Aumentei o ritmo. O Dias avisou que ia gozar na bucetinha da safada. Não aguentei e também avisei. Tiramos ela de cima, colocamos de joelhos e gozamos na cara daquela cachorrinha, putinha e tarada por militares.
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