Estreia anal no estacionamento
Esse conto aconteceu no último Dia dos Namorados.
Início do roteiro
Esse conto aconteceu no último Dia dos Namorados.
Já fazia um tempo que eu e meu namorado vínhamos indo regularmente ao motel. Mas naquele Dia dos Namorados foi diferente. Chegamos lá e não nos deixaram entrar — o motel estava lotado.
Do outro lado da rua tinha um shopping. Resolvemos ficar no estacionamento observando a saída do motel. Assim que um casal saísse, a gente entraria no lugar deles.
O tempo foi passando e nada. Ninguém saía. Ficamos mais de uma hora esperando.
Como o tesão estava grande pra caralho, começamos com umas carícias ali mesmo dentro do carro. A coisa foi esquentando rápido e, quando me dei conta, estávamos na maior pegação.
Meu namorado passou pro banco de trás. Claro que eu fui junto. Ali ele começou a dedilhar minha bucetinha. Era apertado, mas a gente se ajeitava como dava.
De repente estávamos os dois completamente nus.
Levei um baita susto quando algumas pessoas passaram bem ao lado do carro, mas me tranquilizei ao lembrar que os vidros eram bem escuros — não dava pra ver nada lá dentro. Isso só aumentou meu tesão.
Como o espaço era apertado, resolvi ficar de quatro. Ele aproveitou e socou forte na minha bucetinha. Toda vez que alguém passava perto do carro eu ficava ainda mais molhada e excitada.
Foi aí que ele enfiou um dedo no meu rabinho. Soltei um grito de prazer e gozei na hora.
Nunca tinha dado meu cu. Ele era virgem. Mas estava tão bom que eu fui deixando.
Toda vez que ele tirava o dedo e colocava de novo eu soltava um gemido alto. Quando ele encostou a cabeça do pau bem na portinha e começou a forçar, eu gelei.
Podia sentir meu rabinho se abrindo, as pregas cedendo devagar. Comecei a mexer o quadril tentando evitar, mas foi pior — logo a cabeça grossa entrou e eu soltei um grito. A dor era forte pra caralho.
Fiquei imaginando como meu rabinho devia estar esticado. Ele molhou a mão na minha bucetinha melada e passou no cu, lubrificando bem. Assim foi entrando devagar, arregaçando minhas pregas.
Quando senti o saco dele batendo na minha bucetinha, soube que o pau estava todo dentro. Minha bunda doía e ardia, mas confesso que estava uma delícia.
A todo momento passava alguém próximo ao carro, e isso me dava um tesão absurdo.
Quando ele começou o vai e vem, senti um prazer tão grande que gozei de novo. Logo depois senti o pau dele pulsar forte e encher meu rabinho de porra quente. Foi uma satisfação enorme.
Hoje, toda vez que saímos pra transar, tenho que dar meu rabinho pra ele. Acostumei e viciei pra caralho.
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