Sexta-Feira Insana: Cueca, Cerveja e a Buceta Molhada da Mulher do Meu Amigo
Tudo começou na sexta-feira. Saí do trampo, comprei umas cervejas e chamei alguns amigos pra minha casa. Moro numa casa alugada com mais um casal de amigos pra dividir as despesas, já que todo mundo tá longe da família.…
Início do roteiro
Tudo começou na sexta-feira. Saí do trampo, comprei umas cervejas e chamei alguns amigos pra minha casa. Moro numa casa alugada com mais um casal de amigos pra dividir as despesas, já que todo mundo tá longe da família. Meu amigo (o marido da Marlene) tinha ido visitar os pais em outra cidade e, por problemas lá, acabou ficando mais do que esperava.
Enfim, começamos a beber eu, mais dois colegas, a mulher do meu amigo – que vou chamar de Marlene – e uma vizinha. A Marlene é uma morena magrinha, peitos pequenos, bunda arrebitada, muito gostosinha. Mas também tinha a Vanessa, minha vizinha solteira: uma loira espetacular, pernas grossas, bunda grande, peitos fartos, uma loucura de mulher.
Lá pelas tantas, já meio tarde, meus amigos foram embora, ficando só nós três pra farrear. Decidimos ir num bar na esquina de casa. Fiquei só um pouco e fui pra casa. Elas ficaram lá. Foi aí que começou tudo.
A Marlene me liga perguntando se eu queria ficar com ela ou com a Vanessa. Que dúvida cruel! Pensei bem: já que ela era mulher do meu amigo, não queria encrenca. Escolhi a Vanessa. Fiquei de pau duro na hora, só de imaginar. Não demorou muito, elas saíram do bar. Logo pensei: "vai vir só a Vanessa primeiro". Resolvi abrir a porta só de cueca pra ver no que dava.
Pra minha surpresa, quem apareceu foi a Marlene! Fiquei com vergonha na hora. Ela entrou, me viu daquele jeito e perguntou, toda surpresa: "O que é isso?!". Respondi na lata: "Achei que vinha a Vanessa, aí quis fazer uma surpresa!".
Ela disse que a Vanessa tinha desistido porque não queria estragar a nossa amizade.
"Então tá", falei, meio sem graça, "vou ir dormir".
Ela me olhou dos pés à cabeça, parou no volume da cueca e soltou: "Sabe, assim só de cueca você me deixa toda molhadinha. E esse seu pau duro me deixa com mais tesão ainda, ainda mais que não sou comida faz dias".
Não precisei ouvir duas vezes. Peguei ela pela cintura com força e levei pro meu quarto. Ela até tentou argumentar, mas sou alto – 1,87 –, corpo bem definido, ela nem teve chance. Quando ela ia abrir a boca pra falar, dei um beijo nela que deixou as pernas bambas na hora.
Segundos depois, ela já tava sem roupa alguma. Joguei ela na cama e chupei aquela linda bucetinha pequena, que tava tão encharcada que chegava a escorrer pelas coxas. Chupei também seus peitinhos maravilhosos, mordendo de leve os biquinhos. Meu pau já tava latejando, parecia que ia explodir. Ela nem quis saber de sexo oral em mim, porque queria sentir minha pica dura arrombando sua xana o mais rápido possível.
Coloquei ela de quatro, segurei na cintura e meti com força, sem dó. Ela começou a soltar gemidos altos, sem se importar com nada, e rebolar no meu caralho feito uma louca. Não demorou muito, ela gozou – e gozou muito, se tremendo inteira.
Levei ela de volta pra sala. Ela colocou as mãos no sofá, arqueou as costas e rebolava gostoso, pedindo pra eu meter mais nela. Meti como ela pediu, no ritmo que ela queria, e ficamos assim um bom tempo, com aquele som molhado de buceta levando rola.
Aí ela me fez sentar no sofá e sentou na minha pica de frente. Que imagem mais linda! Ela sentava tão forte e tão fundo que minhas bolas quase entravam junto na bucetinha dela de tanto que ela rebolava. O incrível é que a cada poucos minutos ela gozava de novo. Nunca tinha visto uma mina ter tanto orgasmo seguido, mas tava adorando ser o motivo daquilo.
Comi ela de todas as maneiras possíveis e imagináveis: de ladinho, de bruços, em pé. Aí, no auge do tesão, pedi pra ela me dar o cusinho. Ela deu uma travada, mas disse que na primeira vez não rolava, mas que quem sabe em outra oportunidade a gente tentava.
Quase gozando, tirei meu pau da buceta dela – que tava vermelha e inchada de tanto levar rola – e me preparei pra finalizar. Ela entendeu o recado na hora, caiu de boca no meu caralho e começou a chupar com uma vontade danada, me fazendo gozar muito e espalhar o leite quente todo nos peitos dela, que ficaram todos melados.
Tomamos banho juntos, rindo e trocando carícias, e depois fomos dormir abraçados.
Na manhã seguinte, ela foi bem direta: disse que meu amigo nunca poderia saber do que aconteceu na noite anterior. Falei que por mim nunca saberia – só se na próxima vez ela não desse o cusinho como tinha prometido. Ela riu, me deu um beijo e saiu. E olha, tô até agora esperando essa próxima oportunidade...
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