A Loira da Boate: Vestido Preto, Calcinha pro Lado e Leite na Boca Dela
Oi, meu nome é Ricardo, e esse conto aconteceu numa casa noturna aqui mesmo. Estava eu e um amigo na balada, curtindo um som pesado, quando reparei que ainda tinham poucas pessoas porque era cedo. Mas tinha um grupo de…
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Oi, meu nome é Ricardo, e esse conto aconteceu numa casa noturna aqui mesmo. Estava eu e um amigo na balada, curtindo um som pesado, quando reparei que ainda tinham poucas pessoas porque era cedo. Mas tinha um grupo de mulheres que chamava a atenção pra caralho: eram quatro minas lindas, duas loiras e duas morenas. Porém, tinha uma que se destacava em especial: uma loirinha de cabelos curtinhos e lisos, vestindo um vestido preto com um belo decote que ia até o umbigo. Ela tinha uma carinha de ninfeta, mas já devia ter seus 26 aninhos bem vividos.
Ficamos nos olhando boa parte da noite, trocando olhares daqueles que já dizem tudo, até que ela me mandou aquele sorriso lindo e safado. Ali era a senha. Cheguei perto, me apresentei, e ela já veio pra cima com um beijo delicioso, cheio de mordidinhas nos lábios que me arrepiaram por inteiro.
Meu pau na hora ficou duríssimo, quase rasgando a calça. Ela sentiu o volume, olhou pra mim com aquela cara de putinha e soltou: "Nossa, que delícia! Posso ver?". Eu respondi na hora: "Ver, não. Sentir". Peguei na mão dela e fomos pro canto da boate, num lugar mais escuro mas ainda com gente passando do lado.
Ela não perdeu tempo: abriu meu zíper, colocou a benga pra fora com a mão firme e, olhando fundo nos meus olhos, mandou um "Senta que eu vou sentar". Sentei num banquinho ali mesmo. Ela levantou um pouco o vestido, puxou a calcinha fininha pro lado e começou a rebolar bem devagar em cima de mim. Porra, que tesão do caralho! A buceta dela quente e molhada deslizando no meu pau enquanto tinha gente dançando do nosso lado, e ela não tava nem aí, se esfregando sem vergonha nenhuma.
Ficamos ali uns bons 10 minutos, com ela quicando e rebolando gostoso, com aquele vestido preto balançando e os peitos quase pulando pra fora. Eu já estava no limite, segurando pra não gozar ali mesmo, quando avisei que não aguentava mais. Ela então falou bem baixinho no meu ouvido, com a voz rouca de tesão: "Quero seu leitinho na minha boca".
Quando eu ia gozar, ela se abaixou rapidinho, encaixou a boca e tomou tudinho — engoliu cada jato sem perder uma gota. E não parou por aí: pra ter certeza que tinha aproveitado até o fim, ela passou o dedo bem no canal do meu pau, tirou a última gotinha que tinha ficado e chupou o dedo com gosto, me olhando com um sorriso safado de quem acabou de se deliciar.
Porra, nunca vou esquecer essa noite
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