A Carona do Juninho
Oieee! Sou eu aqui de novo, a Nina. Vocês já me conhecem: magrinha, cabelos pretos escorridos e aquela pele branquinha que fica vermelha com qualquer toque.
Início do roteiro
Oieee! Sou eu aqui de novo, a Nina. Vocês já me conhecem: magrinha, cabelos pretos escorridos e aquela pele branquinha que fica vermelha com qualquer toque.
Depois daquelas minhas escapadas perigosas, onde quase fui pega pelo Raul, percebi algo excitante: vocês adoraram me ver correndo risco. Minha caixa de mensagens lotou com ideias malucas para eu aprontar bem debaixo do nariz dele. Pelo jeito, vocês têm um fraco por me ver fazendo coisas erradas e torcem para eu ser pega no flagra, não é?
Apesar de várias propostas bem indecentes, teve um carinha com quem venho conversando há um tempo que sugeriu algo que comecei a achar interessante e, acima de tudo, viável.
Nesses dias de recesso entre o Natal e o Ano Novo, a cidade ficou deserta. Eu estava sem fazer nada, mas o Raul estava preso no plantão do trabalho, o que impediu qualquer viagem nossa. Fiquei sozinha em casa por alguns dias, entediada e carente. Parecia o cenário perfeito para colocar aquela "ideia" pervertida em prática.
Eu precisava ir ao shopping trocar alguns presentes de Natal. Comecei a encher o saco do Raul para ele me levar, mesmo sabendo que ele estava atolado no plantão. Era parte do plano.
— Amor, me leva no shopping? — insisti pela décima vez. — Nina, eu tô trabalhando, não dá. Pega um Uber — ele respondeu, já impaciente. — Não vou de Uber não! Quero que você ou alguém de confiança me leve, fique me esperando e me traga de volta em segurança.
Ele ficou puto com a minha teimosia, mas eu perturbei tanto que ele disse que daria um jeito. Por dentro, eu torcia para que ele não conseguisse sair e arrumasse outra pessoa.
No dia seguinte, a mensagem dele chegou: o Juninho ia me levar. Meu coração disparou. Juninho é amigo do Raul desde que eram crianças, tipo o melhor amigo dele. Eu o conheço bem e já fiquei animada com essa "carona".
Quando ele chegou para me buscar, entrei no carro sentindo a adrenalina subir. O caminho para o shopping não era longo, então eu precisava ser rápida. Puxei assunto, perguntei da vida dele, e logo questionei se estava namorando. Ele comentou que não, que fazia tempo que estava solteiro. Foi a deixa que eu precisava.
— Nossa, Juninho... deve ser ruim ficar só na mão há tanto tempo, né? — soltei, olhando fixamente para ele.
Ele riu, sem graça, e não disse nada.
Não esperei. Fui para cima. Coloquei minha mão delicadamente na coxa dele enquanto ele dirigia, apertando levemente perto da virilha.
— Mas acho que posso te dar uma "mãozinha" pra te aliviar...
Ele ficou visivelmente assustado, o corpo tencionou e ele paralisou por um instante. Aproveitei o choque e deslizei a mão para o meio das pernas dele, sentindo o volume do pau por cima da bermuda.
— Não, Nina... tá tranquilo, tá de boa — ele gaguejou, tentando manter os olhos na estrada.
Ignorei completamente. Avancei mais, enfiando a mão por dentro do cós da bermuda dele. Ele tentava dirigir, mas minha ousadia o desarmou. Puxei o pau dele para fora. Estava meia bomba, mas pulsou na minha mão assim que toquei a pele quente. Ele estava ficando excitado com a minha provocação, não tinha como esconder. Cheguei o rosto bem perto do pescoço dele e, enquanto eu punhetava com ritmo, sussurrei:
— Aproveita, menino... sei que você tá na seca há um tempão... Fica só entre nós dois, tá?
Ele ficou sem reação, dividido entre o medo e o prazer. Continuei masturbando a pica dele, sentindo-a endurecer cada vez mais na minha mão. Eu já estava doidinha com a situação: masturbando o melhor amigo do Raul, ali, no banco do motorista, enquanto ele tentava desesperadamente não bater o carro.
Resolvi provocar mais. Diminuí o ritmo, punhetando bem devagar, apenas roçando a pele. Encostei os lábios na orelha dele:
— Tá gostando, né, Juninho? Tá gostando de ver a namoradinha do seu amigo batendo uma pra você, não tá?
Ele finalmente encontrou voz para protestar, embora seu corpo dissesse o contrário. — Nina, acho que não tá certo isso não... O Raul só me pediu um favor. Melhor parar, é mancada com ele...
Enquanto ele falava, fui me abaixando no banco. Quando meu rosto chegou perto do pau dele, passei a língua bem na cabecinha, sentindo o gosto do pré-gozo. Olhei para cima, rindo da cara de desespero dele.
— Para de mentira, menino. Na seca que você tá, nunca que você vai negar meu boquete...
Nem esperei resposta. Abocanhei a cabeça do pau e comecei a chupar com vontade. Suguei a glande com força para deixá-lo louco. Ouvi um gemido alto e rouco escapar da garganta dele:
— Porra, Nina... aí você me quebra...
Não falei nada. Apenas soquei o pau dele para dentro da minha boca, garganta abaixo. Eu estava praticamente deitada no colo dele, boqueteando a piroca com voracidade enquanto ele tentava manter o carro na faixa. Eu estava adorando aquilo. Enquanto mamava, levei a mão para baixo e fiquei esfregando e apertando as bolas dele.
Percebi que o carro parou. Acho que foi um semáforo vermelho. Ele se encostou no banco, jogou a cabeça para trás e começou a suspirar fundo. Parei de chupar por um segundo, olhei para ele com a boca molhada e provoquei:
— Tá aproveitando agora, né, seu safado?
Ele não respondeu, apenas fechou os olhos. O carro voltou a andar e eu voltei ao trabalho. Caprichei na chupada, engolindo o pau inteiro cada vez que o carro balançava ou passava por um desnível. Babei bastante na pica dele, deixando a saliva escorrer até molhar a cueca e a calça dele.
Fui boqueteando o menino o caminho todo, sentindo ele pulsar na minha boca. Mas, infelizmente, o trajeto era curto.
— Peraí, Nina... a gente chegou — ele avisou, com a voz falha.
Levantei a cabeça a contragosto. Ele entrou no estacionamento do shopping. Enquanto ele procurava uma vaga e estacionava, eu me ajeitei no banco, limpei o canto da boca e arrumei a maquiagem pelo espelho do para-sol, como se nada tivesse acontecido. Antes de abrir a porta para sair, virei para ele e dei um sorriso malicioso:
— Me espera aqui, que na volta você ganha outra mamada pra me deixar em casa, tá bom?
Ele ainda estava quieto, recuperando o fôlego e tentando entender o que tinha acabado de acontecer. Apenas me olhou e balançou a cabeça devagar, fazendo um sinal de positivo. O amigo do Raul estava entregue.
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