Oral12 minPor Rosa Ventura20 de março de 2026
Roteiro guiado

A Fisioterapeuta, o Ex e a Noivinha Ruiva

Nasci e cresci numa cidade pequena. De temperamento aventureiro, chegou o momento em que ali não havia mais horizonte para mim. Convenci meus pais e fui fazer faculdade fora — fisioterapia. Quem não gostou muito foi o R…

Nasci e cresci numa cidade pequena. De temperamento aventureiro, chegou o momento em que ali não havia mais horizonte para mim. Convenci meus pais e fui fazer faculdade fora — fisioterapia. Quem não gostou muito foi o Reinaldo, meu namorado.

REINALDO: "Vamos ficar longe, você vai me esquecer." EU: "Preciso alçar meu voo, é o risco que corremos. Além do que você é um gato, logo arruma um rabo de saia novo."

Ele não foi meu primeiro namorado, mas foi ele que fez o meu cabacinho. Muito jovens ainda, sem experiência alguma, não posso dizer que foi tudo maravilhoso.

Meus pais e os pais de outras três garotas alugaram um pequeno apartamento de dois quartos. Sem outra opção, ficamos duas em cada um. Eu e a Néia acabamos sendo parceiras nessa divisão. A interação entre as quatro foi excelente, sem brigas, cada uma respeitando suas obrigações conforme uma escala que fizemos. Essa escala continha até eventuais namoros — se uma de nós trouxesse um garoto, ela teria prioridade em um dos quartos. É claro que as outras três não tiravam os ouvidos da porta, morrendo de inveja e tesão.

A Néia era mais experiente do que eu no que se refere a sexo. Quase toda noite ela me contava uma de suas aventuras. Certa noite ela disse:

NÉIA: "Vem deitar aqui comigo que vou te contar uma."

Ficamos deitadas bem próximas e ela revelou:

NÉIA: "Sabe que já transei com um casal?"

EU: "Jura? Que loucura! Como foi?"

Contou que foi com um casal vizinho cuja casa ela costumava frequentar. Foi se estabelecendo uma certa intimidade até que chegou o dia em que a mulher falou:

MULHER DO CASAL: "Néia, eu quero ver você transando com meu marido." EU: "E você, menina, o que fez?" NÉIA: "Caí de cabeça. O cara era um gato gostoso e com uma pica de dar água na boca." EU: "Deu muitas vezes para ele?" NÉIA: "Não vou dizer muitas, mas as que aconteceu foi bom demais — principalmente quando ela fez parte."

Meu coração disparou.

EU: "Ela transou com você também?" NÉIA: "Sim. Ela me ensinou como chupar uma xereca e você não pode imaginar como é bom."

Ela foi contando em detalhes tudo o que fez com o casal e isso nos deixou excitadas. Ela jogou uma das pernas sobre meu corpo, se aproximou ainda mais e perguntou:

NÉIA: "Já beijou alguma garota?" EU: "Nunca."

Nossos rostos estavam tão próximos que era possível sentir o hálito quente uma da outra. Sem que eu tivesse tempo de pensar sobre o fato, ela colou a boca na minha e me beijou. Fiquei sem reação, mas a sensação foi boa e me entreguei. Nessa noite tivemos nossa primeira transa e, entre gemidos e sussurros, gozamos uma na boca da outra num delicioso 69.

Ficamos sabendo depois que as outras duas garotas também roçavam as piriquitas — o que aumentou ainda mais a nossa intimidade. Em algumas oportunidades chegamos até a fazer "troca de casais". Foi assim durante os cinco anos de faculdade, mas sempre que possível uma ou outra trazia um garoto para matar a saudade de uma boa rola. Com tudo isso, não foi difícil esquecer o Reinaldo.

Após me formar, fiz residência e uma pós-graduação com especialização cardiovascular. Já trabalhando num hospital particular de renome, aluguei meu próprio apartamento e passei a morar sozinha. Com vinte e oito anos, realizada profissionalmente, concluí que as próximas férias seriam para viajar e descansar. Resolvi passar uns dez dias na minha cidadezinha natal — seria a oportunidade de rever velhos amigos.

A Solange ficou sabendo que eu estava na cidade e foi lá em casa. Nos abraçamos com carinho. Ela desfilou um rosário de lamentações pela minha ausência:

SOLANGE: "Caralho, Rosa, você era a minha melhor amiga. Como pôde ficar tanto tempo assim afastada?"

EU: "Correria, minha amiga."

A Solange estava casada com o prefeito da cidade, vida social agitadíssima. Logo me convidou para passar o fim de semana na chácara deles com alguns amigos mais íntimos e uma piscina maravilhosa. Aceitei.

A reunião estava muito agradável. Revi boa parte dos antigos amigos, na maioria já casados, um ou outro solitário como eu. Já tinha tomado umas e outras e estava curtindo o sol de olhos fechados quando ouço:

VOZ MASCULINA: "Ora, ora, a doutora Rosa em pessoa!"

Abri os olhos e dei um sorriso — era o Reinaldo, namorado da adolescência. Levantei para cumprimentá-lo.

EU: "Não tenho o título de doutora. Tudo bem com você?"

Ele estava abraçado com uma ruiva belíssima que de imediato me fez lembrar da Néia — corpinho bem definido, seios empinados, cabelos lisos pelos ombros, encantadora.

REINALDO: "Esta é a Sueli, minha noiva."

A ruiva estendeu a mão:

SUELI: "Muito prazer."

Eu estava sem palavras. O Reinaldo se tornara um homem muito atraente e a noiva então, uau, de tirar o fôlego. Me fez ficar com saudade das noites com a Néia. Segurei a mão dela um tempinho a mais do que seria necessário.

Ficamos falando sobre a vida e os conhecidos do passado. A Sueli acompanhava a conversa em relativo silêncio, mas não tirava os olhos de mim — do meu corpo coberto por um biquíni até que discreto. Ela deslizava uma das mãos pela coxa do noivo quando disse:

SUELI: "O Reinaldo sempre falou muito bem de você." EU: "E isso nunca incomodou você?"

Eles trocaram um olhar cúmplice. Ela sorriu e disse:

SUELI: "Muito pelo contrário, sempre foi estimulante."

O que será que ela quis dizer com aquilo? Minha boca secou. Falei que precisava de uma bebida.

SUELI: "Eu vou com você."

Ela beijou o noivo e mandou ele se comportar. Saiu na minha frente e foi impossível não olhar para aquele rabo — confesso que tentei não olhar, mas falhei. No caminho para o bar estava o banheiro e ela disse:

SUELI: "Preciso fazer xixi. Vem comigo?"

Entramos e ela trancou a porta.

SUELI: "O Reinaldo sempre falou muito de você e me contou como foi a primeira vez de vocês. Ele ficou chateado, queria que tivesse sido melhor." EU: "Éramos jovens, inexperientes, mas mesmo assim foi bom."

SUELI (COM CARA DE SAPECA): "Se com ele inexperiente foi bom, imagina hoje que ele sabe como fazer."

De imediato me veio o pensamento de como deve ser eles dois trepando. Senti minha buceta umedecer. Ela baixou a calcinha para fazer xixi. Tentei não olhar a xereca dela, mas foi impossível quando ela abriu as pernas para se enxugar. Meus olhos se fixaram naquela gostosura e minha boca encheu de água. Ela percebeu.

SUELI: "Gostando de ver?"

Ela se levantou do vaso, não vestiu a calcinha e se aproximou de mim. Puxei o corpo dela contra o meu e a beijei sem pudor algum — fui correspondida. Desci uma mão e deslizei um dedo na sua rachinha: estava melada. Ela apertava minha bunda, lambia meu pescoço e sussurrou ao meu ouvido com voz manhosa:

SUELI: "Sabe que eu e o Reinaldo fizemos uma aposta e eu ganhei?" EU: "O que apostaram?" SUELI: "Quem ia te beijar primeiro."

EU: "Vocês dois são bem safados, pelo jeito."

Ela me beijou de novo, segurou meu rosto e falou:

SUELI: "Pelo jeito você também é. Que tal sermos os três juntos essa noite?" EU: "Já fizeram isso alguma vez?" SUELI: "Só em nossas fantasias, mas estamos loucos de desejo para que se torne real." EU: "Ele eu sei que vai adorar ter duas mulheres. Mas você está mesmo disposta a dividi-lo comigo?" SUELI: "Pode apostar que sim."

Ela se recompôs e saímos do banheiro. Pegamos as bebidas e voltamos para junto do Reinaldo.

SUELI: "Ela topou, amor."

O resto do dia foi dedicado a revelações mais ousadas. Contei tudo o que aconteceu no apartamento durante a faculdade. A Sueli ouvia com atenção e comentava:

SUELI: "Caralho, você fez uma suruba com outras três garotas? Isso é o máximo!"

A jovem estava encantada com as minhas peripécias, me comia com os olhos. A noite chegou e na hora de nos recolhermos ela disse:

SUELI: "Vamos deixar a porta do quarto só encostada."

Entrei no quarto e a Sueli estava sozinha. Olhei para ela com ar de interrogação — ela entendeu.

SUELI: "Ele está no banheiro, já vem."

Ela estava nua, sentada numa poltrona com as duas pernas apoiadas nos braços. Sua bucetinha lisa era apenas uma rachinha bem fechada, nada dos lábios à mostra. Ela me chamou com um sinal do dedo, apontou para a xereca e disse:

SUELI: "Saudade de chupar uma buceta?"

Com a boca salivando de tanto desejo, não pensei em mais nada. Fui de joelhos na frente daquela deusa ruiva — ai, que saudade da Néia. Deslizei um dedo na rachinha dela e em seguida caí de boca na xota, que já estava molhada.

Eu estava de quatro, a Sueli forçando minha cara contra a buceta dela e me chamando de puta safada. Eu estava delirando de tanto tesão quando senti meu short sendo tirado. Olhei para trás e vi o Reinaldo, nu, com a rola em riste e um sorriso sacana nos lábios.

REINALDO: "É hoje que me acabo com essas duas vadias."

Ele afastou minhas pernas e começou a me chupar enquanto eu fazia o mesmo na noiva. Ficamos um bom tempo nesse trenzinho até a Sueli dizer que queria ser beijada. Iniciamos um beijo triplo, com as línguas se misturando numa profusão de sabores agridoce.

Fomos para a cama. Fui deitada de costas e agora duas bocas ávidas disputavam a minha xana. O Reinaldo fez um 69 comigo e se dedicou à minha buceta, enquanto a Sueli passou a lamber meu cuzinho. Não resisti e engoli a pica do meu ex-namorado. Eu me sentia nas nuvens, sendo devorada por dois tarados tesudos. Estava prestes a ter o meu primeiro orgasmo quando ele veio forte — senti a Sueli enfiar dois dedos no meu rabo. Meu ex se manteve firme me chupando até meu corpo parar de tremer.

Saciada, mas não satisfeita, fiz um sinal para a Sueli e fomos as duas chupar a rola do Reinaldo. Nossas bocas se revezavam no pau e no saco, muitas vezes se encontrando e trocando beijos. Meu ex delirava.

REINALDO: "Caralho, que delícia!"

Era a primeira vez que o Reinaldo tinha aquela experiência e nós chupamos com tanto fervor que ele não resistiu:

REINALDO: "Assim eu gozo, assim eu gozo!" EU: "Goza nas nossas bocas!"

Foram jatos jorrados nas bocas e nas nossas caras. Chupamos até nada mais restar no pau e em seguida ficamos nos beijando e saboreando o leitinho derramado.

Faltava a Sueli gozar. Deitei entre suas pernas e novamente me deliciei na sua buceta, chupando e enfiando meus dedos até ela explodir num gozo fantástico. Ficamos os três deitados trocando carícias até a Sueli perguntar:

SUELI: "E aí, Rosa? O meu noivo está melhor desde a sua primeira vez?" EU: "Pelo menos na forma de chupar não resta dúvida." SUELI: "Precisa sentir como ele fode bem então."

Ela pediu que eu ficasse de quatro e falou para o noivo:

SUELI: "Vem, amor. Fode sua ex-namorada vadia."

Empinei a bunda, abri as pernas e apimentei:

EU: "Vem, macho gostoso, vamos deixar sua noivinha chifruda."

Ela ficou alisando minha bunda enquanto ele se posicionava. Senti a rola dele deslizando na minha racha — um tremor percorreu meu corpo inteiro. Eu queria sentir logo a penetração.

EU: "Mete logo, caralho, me fode com força!"

Numa única e certeira estocada ele enfiou a rola de uma só vez. Senti como se o pau dele tivesse atingido o âmago do meu ser. Começou então com movimentos lentos e ritmados — tirando quase tudo para em seguida meter de novo. Sua noiva sussurrava cheia de tesão:

SUELI: "Que lindo isso, amor. Mete gostoso nessa putinha."

Eu precisava de algo na minha boca. Puxei a Sueli, ela deitou na minha frente e voltei a mamar no grelo durinho dela. Enquanto chupava, enfiava meus dedos na buceta dela, sentindo o Reinaldo socando forte, metendo fundo, as bolas do seu saco se chocando contra a minha bunda. Nós três estávamos em transe, gemidos e sussurros desconexos no ar, à medida que o auge se aproximava.

Senti meu quadril ser segurado com força e os movimentos do meu ex se tornarem mais rápidos. Ninguém mais conseguia se segurar. Ele foi o primeiro a gozar — senti seus jatos quentes inundando meu interior. Rebolei na pica ainda dura e também gozei, quase no mesmo instante em que a Sueli enchia minha boca com o mel farto e viscoso dela.

Nossos corpos suados se tocaram, quentes, saciados. Recuperadas as energias, falei:

EU: "Acho melhor eu voltar para o meu quarto. Não seria aconselhável alguém ver que dormimos os três aqui."

A Sueli fez beicinho, queria passar a noite comigo, mas acabou concordando que seria melhor. O Reinaldo perguntou:

REINALDO: "Fica na cidade até quando?" EU: "Mais alguns dias ainda." REINALDO: "O que acha da ideia de nos vermos de novo?" EU: "Eu vou adorar."

idade pequena, nada o que fazer — acabei transando com meu ex e sua noiva mais duas vezes. Na última, ela levou uns brinquedinhos para aumentar nosso tesão. Um deles era um consolo em forma de pau fixado numa cinta. Com ele eu comi o cu da garota enquanto meu ex metia na buceta dela. Foi maravilhoso.

Fim.

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