Madrugada no Banco de Trás
Lembrei de uma aventura recente e senti que precisava compartilhar com vocês, meus queridos leitores e leitoras safadinhas. A memória ainda está fresca, pulsando na minha pele.
Início do roteiro
Lembrei de uma aventura recente e senti que precisava compartilhar com vocês, meus queridos leitores e leitoras safadinhas. A memória ainda está fresca, pulsando na minha pele.
Estava em um barzinho com uma amiga, rindo e bebendo mais do que devia. Já era tarde da noite quando o cansaço bateu e resolvemos ir embora. Chamei um Uber pelo aplicativo e adicionei uma parada na casa dela antes do meu destino final. Deixei ela em segurança e segui viagem sozinha.
No volante estava um homem grande, moreno, exalando um perfume amadeirado que invadia o carro inteiro. Ele tinha o cabelo muito bem aparado e uma postura firme. Eu estava bêbada, voltando para casa de madrugada, sozinha com aquele homem atraente e desconhecido logo ali na frente. O silêncio e a vibração do carro fizeram o efeito da bebida se misturar com a excitação. De repente, o álcool bateu forte, mas não na cabeça: bateu direto na minha buceta. Comecei a ficar molhada instantaneamente, imaginando aquelas mãos grandes dele me tocando.
Eu vestia uma minissaia jeans curta e, por baixo, uma calcinha branca de renda. Acomodei-me no banco de trás e comecei a abrir levemente as pernas, deixando o ar condicionado tocar a parte interna das minhas coxas.
— Dirige devagar, moço — pedi, com a voz um pouco arrastada.
Ele me olhou pelo retrovisor, preocupado.
— Está tudo bem? — Sim... — respirei fundo, encarando os olhos dele no espelho. — Só quero aproveitar ao máximo esse momento...
Falei com a voz mais sensual que consegui. Ele franziu o cenho, intrigado, e perguntou:
— Está curtindo aí atrás?
Quando ele olhou rapidamente para trás para conferir, teve uma surpresa. Minhas pernas semiabertas entregavam a visão da minha calcinha de renda branca, que praticamente brilhava no escuro do carro. Sem desviar o olhar do dele, levei a mão até a virilha e passei a me tocar por cima do tecido. Senti que estava úmida e quente. Ele engoliu em seco, apertando o volante.
— Mulher, assim você judia de mim..
Ele já não sabia se prestava atenção no trânsito ou se olhava para trás. A tensão sexual preencheu o veículo.
— Me deu vontade de ver você me tocando — provoquei.
Fui direto ao ponto e ele sorriu, um sorriso de canto, malicioso. Ele entendeu o recado imediatamente. Desviou a rota e parou o carro numa rua escura e deserta, estacionando debaixo da sombra densa de uma árvore. O motor foi desligado, e o silêncio da rua só aumentou minha ansiedade. Ele se virou para trás, apoiando o braço no banco, e me olhou melhor, dos pés à cabeça.
— Você tem cara de safada. Gosta de ser putinha, né? Posso te sentir? — Claro.
Ele se esticou entre os bancos. Com delicadeza, passou a calcinha para o lado e encostou o dedo na minha entrada, que deslizou facilmente na minha lubrificação excessiva. Ele trouxe o dedo de volta à boca, lambeu o meu gosto e, com os olhos fixos nos meus, pediu para me chupar.
Não hesitei. Deixei ele me devorar ali mesmo. Foram uns dez minutos intensos, eu com as pernas abertas no banco de trás, e ele numa posição estranha, enfiado no meio dos bancos, caído em cima da minha buceta.
— Que buceta quente, putinha...
Ele sussurrava entre as lambidas. Sua língua trabalhava em ritmados movimentos de vai e vem, me lambuzando com saliva enquanto enfiava os dedos com força. Eu gemia baixo, tentando não fazer muito escândalo na rua deserta, mas meu corpo arqueava a cada toque.
Gozei momentos depois, tremendo as pernas, e ele parou, respirando ofegante. Ainda com o rosto próximo à minha intimidade, ele fez um pedido que me surpreendeu.
— Deixa eu cheirar seu cu.
Que safado. Sem pensar duas vezes, me virei e fiquei de quatro no banco. Senti a respiração quente dele ali atrás. Ele aspirava o cheiro do meu reguinho com vontade, como quem sente o cheiro de uma refeição gourmet prestes a ser servida.
— Você vai me dar esse cuzinho um dia... meu pau vai adorar te arrombar. — É? Deixa eu ver.
Ele se ajeitou e sacou aquele caralho grosso para fora da calça. Já estava duro como pedra. Era um belo pau, a cabeça estava melada de pré-gozo e pulsava sozinha no ar. Quase babei ao ver aquilo, mas me controlei.
Nesse exato momento, meu celular vibrou. Era minha amiga ligando para saber se eu tinha chegado bem. A realidade voltou num estalo. Resolvi ir para casa então, e deixar o motel para outro dia...
Eu já estava saciada por ora, tinha bebido muito e o cansaço pesou. Deixei meu contato com ele para irmos conversando. Ele me chamou para um motel na mesma hora, insistiu, mas essa parte da história, e o dia em que eu finalmente fiquei quicando nele (o que aconteceu apenas dois dias depois), ficará para um próximo conto.
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