A Carona do Mauro: O Colega Casado que Acordou Algo em Mim
Me chamo Raissa, moro em Porto Alegre, tenho 43 anos, 1,63 de altura, negra, magra, seios pequenos e bumbum grande, olhos castanhos, cabelo cacheado, algumas tatuagens e sou Advogada. Hoje vou contar o dia em que meu co…
Início do roteiro
Me chamo Raissa, moro em Porto Alegre, tenho 43 anos, 1,63 de altura, negra, magra, seios pequenos e bumbum grande, olhos castanhos, cabelo cacheado, algumas tatuagens e sou Advogada. Hoje vou contar o dia em que meu colega de trabalho casado me assediou — e me fez descobrir um lado que eu não conhecia.
Mauro é o nome dele. Um coroa com seus 55 anos, casado, olhos azuis, 1,82 de altura, porte magro, cabelo grisalho e óculos — o que o faz incrivelmente sedutor. Apesar de toda a sua simpatia, quando estávamos presencialmente na empresa a gente mal se falava. Mas a pandemia mudou isso: criamos um grupo no WhatsApp para facilitar o contato e, do nada, nos falávamos quase todo dia sobre as atividades da empresa, estreitando uma intimidade que eu não havia planejado.
Como eu tinha salvo o contato dele e não desativei meu status para ele, acabei num feriado de sexta indo à praia e postando uma foto pegando sol de biquíni preto, bumbum pra cima. À noite recebi um comentário dele na foto que me deixou sem graça: — Adorei a paisagem. Pena não ver mais de perto.
Confesso que adorei a mensagem — afinal, qual mulher não adora um elogio? Notei que ele só mandou bem tarde, talvez esperando a esposa dormir para ficar mais à vontade. Agradeci envergonhada e me despedi, dizendo que estava cansada. No sábado seguinte, ao acordar tarde, vi que ele havia mandado uma mensagem enquanto eu dormia: — Fiquei vendo sua foto até tarde. Reagi com uma carinha de vergonha e perguntei: — O que ficou pensando?
Ele respondeu muito sedutor: — Fiquei pensando como seria tocar no seu corpo. Especialmente no seu bumbum. Na mesma hora me arrepiei, ficando levemente excitada com toda a sua ousadia. Tentei não esticar o assunto e me despedi. Saber que Mauro me desejava mexia com o meu lado mulher, alimentando meu ego e um desejo que eu tentava ignorar. A semana passou corrida — ele falou comigo sobre trabalho normalmente, sem nenhuma extravagância, e era exatamente isso que me encantava nele: a maturidade de um homem que não precisa ser desesperado.
Quando veio o anúncio do retorno presencial — terças e sextas —, fiquei contrariada. Mas ao me arrumar para o primeiro dia de volta, quase que inconscientemente espirrei no pescoço o meu 212. Afinal, ele havia elogiado meu perfume. Queria saber qual seria a reação dele. Fazia um calor absurdo, então vesti um vestido preto com salto alto. Na boca, batom vermelho para destacar os lábios. Toda arrumada, fui.
Ao chegar no terceiro andar, tive a surpresa de ser recebida por Mauro. Ele me abraçou bem forte e sussurrou no meu ouvido que eu estava muito cheirosa e linda. Com muita vergonha agradeci e fui arrumar minha mesa. De longe eu o observava na copa fazendo café. Mauro não parava de me olhar — e como estávamos sozinhos, isso parecia deixá-lo mais ousado. Em dado momento ele me olhou descaradamente e alisou o pau por cima da calça. Fiquei constrangida. E, ao mesmo tempo, estranhamente excitada.
O resto do pessoal chegou e o dia foi bastante corrido. Por volta das 18h30 terminei meus afazeres e fui embora. No banho fiquei imaginando Mauro pelado, como seria vê-lo de pau duro fora da calça no escritório. Estranha essa sensação — mas eu estava começando a gostar de ser provocada assim, mesmo ele sendo casado.
Na semana seguinte tive que deixar o carro para revisão e fui trabalhar de Uber. Cheguei mais cedo que todos — sozinha com Mauro mais uma vez. — Bom dia, Raissa! — Bom dia, Mauro.
— Tá linda e cheirosa como sempre. — Obrigada. — Vem tomar um café. — Disse ele. Eu estava de roupa social, pois teríamos visita do diretor. Mesmo assim, notei Mauro me devorando com os olhos, com aquele olhar cafajeste e sedutor que me deixava envergonhada. Na hora de ir embora ele me mandou uma mensagem discreta no celular, sem que ninguém percebesse, me oferecendo carona. Minha mente foi longe, imaginando suas reais intenções. Mas estava cansada, ia economizar o Uber, e aceitei — combinando de descer antes para a garagem para não levantar suspeita.
Mauro não demorou. Abriu a porta do carro para eu entrar, colocou meu endereço no GPS e saiu do estacionamento apressado. Durante o caminho foi respeitoso, conversamos tranquilamente, e não pegamos trânsito. Chegamos rapidinho. Na esquina de casa ele estacionou para eu descer — e foi exatamente nesse momento que, ao ir dar um beijo no rosto, fui surpreendida por um beijo gostoso e longo na boca que arrepiou meu corpo inteiro.
Completamente entregue, não resisti. Deixei Mauro desabotoar minha camisa e tocar meus seios ali mesmo no carro, com os vidros escuros de insulfilme nos protegendo. O beijo era intenso, meu corpo ardia em chamas, e minha calcinha foi ficando molhada de tanto tesão e adrenalina. Sem pudor, tirei o cinto da calça social cinza dele e alissei o pau por cima da cueca — senti ele duro e quente pela primeira vez.
— Quer dar uma chupada? — sussurrou Mauro. Balancei a cabeça que sim. Ele tirou da cueca aquele pau branco, rosado e grosso que fez minha boca salivar na hora. Me guiando delicadamente, segurou meu cabelo cacheado com cuidado e me levou até ele. Devagarinho dei um beijo na cabeça e comecei a chupar lentamente, fazendo uma leve punheta e olhando pra cima — ele estava de olhos fechados, gemendo baixinho. A esposa dele era bem mais velha, então com certeza não recebia um boquete assim há muito tempo. Sabendo disso comecei a engolir cada vez mais fundo e disse no intervalo entre uma chupada e outra: — Tua esposa te chupa assim? Aposto que não.
Mauro segurou meu cabelo bem forte e empurrou minha cabeça para baixo, forçando o pau na minha garganta. Me deu uma leve ânsia, mas não parei — tirei o pau da boca e acelerai a punheta. Ele gemia loucamente, de olhos fechados, curtindo cada segundo. Como estávamos na rua e qualquer pessoa poderia perceber algo, engoli o pau dele novamente e aumentei a chupada, sentindo ele pulsar mais forte entre meus lábios. Olhei para cima e pedi: — Goza pra mim, safado.
Sua respiração aumentou, o pau pegava fogo e estava duro demais — me surpreendendo diante de sua idade, dando de dez a zero em homens mais novos. Quando ele abriu os olhos dando os últimos sinais, engoli o pau dele até o talo e senti um jato quente inundando toda a minha boca. Mauro gemeu alto de prazer. Gozou tanto que a porra escorreu pelo canto da minha boca, sujando a calça e o banco do carro. Com a boca melada dei um beijo nele, me limpei e me despedi — afinal, a esposa o esperava em casa. — Obrigado pela carona. Adorei. — Eu que agradeço. — Respondeu ele.
Desci do carro, subi para casa, tomei um banho — onde acabei me masturbando pensando naquele pau gostoso. Agora termino aqui, com uma vontade enorme de mandar mensagem, dizer que quero sentir ele fodendo minha buceta. O que devo fazer, meninas?

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