Manja Rola: O Acampamento que Mudou Tudo
Quando eu era adolescente, gostava de acampar com amigos e vizinhos um pouco mais velhos que eu. Eles, sabendo da minha inexperiência, gostavam de me sacanear: nos acampamentos me delegavam as tarefas tidas como feminin…
Início do roteiro
Quando eu era adolescente, gostava de acampar com amigos e vizinhos um pouco mais velhos que eu. Eles, sabendo da minha inexperiência, gostavam de me sacanear: nos acampamentos me delegavam as tarefas tidas como femininas — cozinhar, lavar, arrumar o que bagunçavam. À noite, na barraca, sempre alguém me encoxava e eu pedia que parassem. Mas a verdade é que eu dava motivos. Desses acampamentos nasceu meu apelido: "manja rola".
Desde a saída da infância eu sempre fui um admirador silencioso de pica. Gostava de olhar as dos amigos e comparar umas com as outras, cada uma bonita à sua maneira. Numa pescaria com Toninho e Pedro — um o oposto do outro: Pedro mulato, calado, educado; Toninho falastrão, grosseiro, sem
cerimônia — Toninho tirou o pau para fazer xixi no rio e eu, como de hábito, fiquei olhando discretamente. Ele percebeu, virou na minha direção e ficou exibindo. A pica dele era grande, grossa, com uma cabeça enorme e muito enrugada — não era das mais bonitas, mas imponente. Começou a balançar em minha direção: — Já imaginou uma dessas no seu cu? Eu e Pedro pedimos que ele parasse. Mas a pergunta ficou ecoando dentro de mim muito depois de termos voltado para casa.
Numa oportunidade, Pedro, Toninho, meu primo Valter, Marcos e Julião me convidaram para acampar e pescar num local deserto na serra — não muito distante da nossa cidade, uma capital do sul do Brasil —, à beira de um rio de pedras, num lugar de beleza rara. Desde que pegamos o ônibus, percebi que algo estava diferente. Todos me olhavam de um jeito estranho, mais atenciosos, dedicando muita atenção a mim. As sacanagens de sempre tinham dado lugar a conversas sérias, todas de conotação sexual. Me perguntavam sobre meu interesse por picas, se eu gostava só de olhar ou se nunca quis experimentar uma de verdade. Eu gostava da atenção, mas me sentia encurralado.
Chegamos ao acampamento. Ninguém armou barraca, ninguém arrumou nada. Os cinco ficaram em volta de mim, assediando. As perguntas eram diretas e eu tentava desconversar. Com um frio na barriga e as pernas bambas, já não tinha mais forças para negar o que eles insinuavam — e o que eu já sabia, lá no fundo, sobre mim mesmo.
Eu estava sentado numa cadeira de camping e os cinco em volta, até que Toninho perdeu a paciência. Ficou em pé bem na minha frente, baixou as calças e ficou balançando aquela piroca enorme a poucos centímetros do meu rosto: — Você gosta disso? Balancei a cabeça negativamente. Ele insistiu: — Se não gosta de pica, então gosta de buceta. Gosta? Balancei que não de novo. Então ele fechou a questão: — Então, se não gosta de buceta, gosta de pau. Gosta ou não gosta? Com a cabeça girando, as pernas moles, aquela pica enorme a centímetros do meu rosto, admiti. Balancei a cabeça afirmativamente e disse, em voz baixa: — Sim. Gosto.
Foi um alívio imenso. Como tirar um peso das costas que eu carregava há anos. Todos os caras ficaram animados e o assunto passou de assédio para cantadas abertas — todos queriam ser o primeiro a me foder. Eu não tinha mais forças para dizer não para nada. Toninho, que já estava com o pau de fora, pegou na minha mão e me fez punhetá-lo. A pica dele ficou dura e ainda maior, a cabeça monstruosa. Ele tentou me fazer chupar, mas eu não conseguia engolir aquela cabeçorra.
Marcos então me ofereceu o dele. Era menor, mas muito mais bonito — lisinho, com algumas veias bem saltadas. Consegui abocanhar e comecei a aprender a chupar pau de verdade. Chupei com vontade, maravilhado com aquela vara durinha dentro da minha boca. Alisava, fazia carinho, engolia de novo. Beijava, lambia e tornava a engolir.
Os outros ficaram animados e começaram a me oferecer as picas deles também. Fiquei cercado — chupava uma enquanto punhetava duas ao mesmo tempo. Uma coisa que eu sempre quis e agora estava vivendo. Mas uma pica me chamou mais a atenção que todas as outras: a do Pedro. Negra, lisinha, fina e comprida. Quando comecei a chupar ele, ficou durinha e fez uma curva elegante para cima. Era muito bonita. Me apaixonei por ela na hora. Não queria mais parar, mas os outros reclamaram e eu voltei a dividir a atenção.
Eu estava louco. A cabeça latejava, sentia tontura, as pernas completamente moles, um frio na barriga e minha piroquinha estava durinha e melecada. Eles perceberam e tiraram toda minha roupa. Fizeram piadas com o tamanho do meu pau e com a fimose — disseram que com uma piroquinha daquelas eu tinha que ser viado mesmo, porque não ia satisfazer mulher nenhuma. Não liguei. Naquele momento eu só queria saber das picas deles.
Como todos queriam ser o primeiro a tirar meu cabaço, sugeri que eu deveria escolher — na verdade, eu estava louco pela pica negra e curva do Pedro. Eles desconfiaram e a maioria achou mais justo o sorteio. Julião foi o felizardo do primeiro lugar; depois vieram Toninho, Marcos, Valter e, como nunca dei sorte no jogo, o último foi o Pedro.
Enquanto combinávamos tudo, eu desfilei pelado entre os machos, rebolando, sendo encoxado, com mãos bobas apalpando o meu traseiro. Eu tinha uma bunda branquinha, durinha e gostosa — e sabia disso. Armamos a barraca já no escurecer e combinei com Julião que foderíamos depois da janta. Eu estava louquinho para sentir uma pica dentro de mim de verdade.
Preparei um miojo rapidamente e, enquanto todos jantavam, fui com Julião para dentro da barraca. Pedi que ele ficasse pelado para mim — era moreno, peludo, um pouco gordinho. A pica era de tamanho médio, com a cabeça pequena e enrugada. Chupei ele até ficar durinho. Ele me colocou de quatro, passou saliva no meu rabo e na cabeça do cacete, e começou a tentar enfiar. Eu sentia muita dor e gritava. Ele lembrou que Toninho tinha trazido vaselina e foi buscar na escuridão. Fiquei aguardando na barraca, louco para levar ferro.
Voltou com um potinho de creme gorduroso, passou no meu cu e na cabeça do cacete dele. E entrou. Ele foi enfiando devagar e eu fui gemendo, misturando dor e prazer num som que nunca havia feito antes. Quando ele pôs tudo para dentro, fiquei tomado de prazer e de um orgulho estranho de ter aguentado aquela pica inteira. Ele tirou, eu senti alívio e pensei que tinha terminado. Ele riu e me segurou firme na posição: — Agora é que vai começar de verdade.
Começou a bombar o pau no meu rabinho com força crescente. Eu gritava de dor e prazer misturados, as bombadas foram se acelerando, ele ficou ofegante, e meu pauzinho estava durinho, a ponto de explodir. Na hora H ele tirou e me levou para fora da barraca — não queria sujar o interior. Me fez punhetá-lo até gozar e foi embora satisfeito.
O próximo seria Toninho. Tinha medo dos modos grosseiros dele e, principalmente, daquela cabeçorra descomunal. Pedi um tempo — meu rabinho latejava e ardia. Ele achou frescura, mas os outros intervieram em meu favor: era a primeira vez, eu merecia me recuperar. Combinamos que seria na hora de dormir. Naquela noite ninguém se interessou pelo baralho — eu fiquei fazendo boquete em cada um enquanto a noite avançava lenta.
Por volta das dez horas, Toninho me levou para um local afastado da barraca. Voltei para buscar a vaselina — muita vaselina — e um forro para o chão. Ele não aceitou ficar pelado, apenas baixou as calças até o joelho como da outra vez. Me pôs de quatro. Passei bastante vaselina no pau enorme dele e no meu cu e fomos direto ao ponto. A pica foi ficando dura conforme ele tentava enfiar. Quando a cabeçorra começou a arrombar meu cuzinho quase virgem, senti dores lancinantes que desciam pela espinha toda. Ele foi enfiando tudo devagar e eu chorava e gritava para a noite. Isso parecia aumentar o prazer dele — ele dava tapinhas na minha bunda e sussurrava, rouco: — Vida de viado não é fácil, mas você vai acostumar rapidinho.
Eu, apesar das dores, sentia um prazer perverso e profundo de ter uma pica daquele tamanho me possuindo, e torcia ao mesmo tempo para acabar logo. E acabou. Os movimentos se tornaram frenéticos, ele ficou ofegante e explodiu de gozo dentro de mim com um ronco surdo. Levantou as calças e foi embora sem cerimônia. Fiquei de cócoras para expelir toda aquela porra quente e me lavei no rio ali próximo. Mal conseguia andar. Tinha sido arrombado de verdade — e de um jeito que não esqueceria tão cedo.
Naquela noite, enquanto tentava dormir com o rabinho ainda ardendo gostoso, só pensava no dia seguinte. Ainda tinha Marcos, meu primo Valter — e meu preferido de todos, Pedro, com aquela pica negra, fina e curva que já havia me roubado o coração antes mesmo de me roubar o cu. Aquele acampamento ainda ia longe.

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