A Coroa de 62 Anos que Amarrou, Chicoteu e Comeu a Puta de 35 no Motel
Eu adoro ler contos e fico vendo os desejos de todos. Percebi que tem três coisas mais procuradas, principalmente pelas mulheres: a primeira é ter uma pegada mais forte, sem muito romantismo — sexo mesmo.
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Eu adoro ler contos e fico vendo os desejos de todos. Percebi que tem três coisas mais procuradas, principalmente pelas mulheres: a primeira é ter uma pegada mais forte, sem muito romantismo — sexo mesmo.
A segunda: não curtir muito de ficar falando de amor, nem beijar na boca. Gostam de sexo mais selvagem e ser tratadas como uma verdadeira puta e vadia. E a última: além de contos mais objetivos, curtos e com algum endereço de e-mail pra poderem fazer comentários.
Com isso, vou contar uma experiência com uma mulher até nova, com 35 anos, que após a separação do marido resolveu entrar no mundo da luxúria. Começamos a conversar e falar de vontades. Nisso, ela deixou clara a vontade de ser dominada, humilhada, ser tipo um objeto do sexo. Eu, na verdade, nunca tinha vivido isso, embora já com 62 anos.
Nos encontramos num motel. Fiquei surpreso com a sacola que ela levou — já me mostrando o que queria. Até assustei quando vi velas, correia, uma coleira de cachorro e um chicote. Ela tirou toda a roupa e, sem delongas, pediu pra eu usar tudo com ela.
Meio sem jeito, entrei no jogo dela. Amarrei ela na cama e comecei a dar umas chicotadas na bunda dela. Ela ficou gemendo e falando que estava adorando. Pediu pra ser xingada. Depois que a bunda ficou bem vermelha, comecei a passar a língua e fazer carinho. Ela deu o primeiro gozo.
Deitei na cama de barriga pra cima e mandei ela sentar no meu pau. Logo depois das reboladas dela, comecei a chamar ela de nomes: puta, vadia, cadela, piranha. Comecei a apertar e bater nos grandes seios dela, levando ela a ter um grande gozo. Desfalecida, deixei ela descansar um pouco.
Ela falou que queria gozar na bunda dela. Ficou de quatro e disse que o marido nunca tinha comido o cu dela e que era seu grande desejo. Falou que eu podia fazer dela o que eu quisesse. Passei um gel com todo o carinho e fui enfiando. Ela gemeu, falou que estava adorando, mas que era isso que queria — faltando uns belos tapas. E assim o fiz: deixei a bunda dela bem vermelha. Ela gozou mais uma vez, me dando um prazer muito gostoso. Acabei gozando também.
Saí e fui tomar um banho. Quando retornei, perguntei se ela não ia tomar banho. Respondeu que não estava aguentando nem levantar. Ficou por meia hora sem falar nada. Depois foi tomar o banho dela, vestiu a roupa e me chamou pra irmos embora. Sem falar nada, deixei ela em casa e fui embora.
Passou uma semana. Ela me chama no zap me chamando pra sairmos de novo. Falei que era um sinal de que ela gostou. A mesma me confidenciou que, na verdade, leu um conto parecido com o que fizemos e adorou. E que adora, em todos os encontros, se realizar seus desejos. Na próxima, quer ser usada como uma cadela — usando inclusive a coleira.
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