Policial Loira Gordinha Virou Minha Vadia Submissa Sem Eu Comer Sua Buceta
Mudei de apartamento tem uns 3 anos. Depois de um ano comecei a usar minha vizinha. Tudo começou com troca de olhares. Eu juro que no início não tinha maldade nenhuma, mas foi ela que começou a encarar e dar mole.
Início do roteiro
Mudei de apartamento tem uns 3 anos. Depois de um ano comecei a usar minha vizinha. Tudo começou com troca de olhares. Eu juro que no início não tinha maldade nenhuma, mas foi ela que começou a encarar e dar mole.
Depois vieram várias situações de vizinho: ajuda nisso, ajuda naquilo... Até que um dia ela bateu na minha porta perguntando pela minha esposa. Falei que ela estava de plantão. A loira gordinha disse que estava vendendo lingerie e queria mostrar pra ela.
Eu respondi que podia mostrar pra mim, que eu escolheria uma pra ela. Ela riu, perguntou se era sério. Eu confirmei: "Nada melhor que eu pra escolher".
Ela disse que ainda não tinha nada sexy, só lingerie do dia a dia. Eu falei que não tinha problema, que gostava de ver mesmo. Mandei ela trazer que eu estava esperando.
Ela é uma loira gordinha, cheia de curvas gostosas, policial, boquinha carnuda, peitão e bundão. Voltou com uma mala e começou a mostrar. Realmente não tinha nada de puta, era roupa íntima básica.
Mas a conversa foi esquentando. Ela perguntou se eu presenteava minha esposa com lingerie e brinquedos. Falei que sim, que tinha tesão pra caralho nela. Ela confessou que percebia que éramos um casal fogoso e que notava minha autoridade na relação.
Perguntei se aquilo chamava a atenção dela. Aí a vadia confessou que adorava quando o macho mandava nela, que ficava excitada pra porra. Disse que o marido às vezes assumia, mas não era a essência dele.
Falei direto: "Então você gosta de ser mandada, sua safada? Tá disposta a obedecer?" Ela ficou vermelha e disse que não trairia o marido.
Eu respondi que não ia comer ela, mas ia tocar e usar a boca dela como buceta. Ela hesitou, mas fui insistindo até mandar ela tirar os peitos pra fora e me dar de mamar.
A policial obedeceu na hora. Mamei gostoso aqueles peitões, sabendo que a bucetona dela já estava encharcada. Cuspi na cara dela e chamei de vagabunda, dizendo que ela existia pra me satisfazer. Mandei tirar meus tênis, cheirar meu pé e lamber cada dedo. Que delícia ver aquela loira gordinha obedecendo.
Depois mandei ela tirar toda a roupa, desfilar pra mim e ficar de quatro. Caralho, que bucetão lindo e cuzao da porra ela tinha! Toquei no grelo dela enquanto ela rebolava. Tirei a bermuda e mandei cheirar meu saco e pau, chamando de "macho gostoso". Ela pedia dengosa pra mamar.
Deixei ela lamber e chupar, depois fodi a boca da vadia com força. Eu de pé, ela sentada, socando fundo na boquinha carnuda. Tirava, batia com o cacete na cara, cuspia no rosto dela, chamava de vagabunda, boqueteira, puta.
Mandei ela tocar uma siririca enquanto eu dava tapas na cara e humilhava: "Você não vale nada, vadia gostosa, muito puta. Um dia vai tomar meu leite e meu mijo".
Ela gemia feito cadela, pedindo mais. Falei que ela devia ser o lanchinho dos colegas da polícia, fazer fila pra comer ela e tomar banho de porra. Socava cada vez mais forte, enforcando levemente o pescoço, até mandar: "Vai puta, goza pra mim sua safada!"
A policial gozou esfregando a buceta enquanto eu segurava a cabeça dela e enchia sua boca de leitão grosso. Fiz ela limpar meu pau todo e depois mandei ir pra cozinha fazer um lanche pra mim, pelada. "Se vira, quer ser macho? Barriga cheia e saco vazio."
Por um bom tempo tivemos vários encontros cheios de putaria. Nunca comi a buceta nem o cu dela, mas usei bastante aquela boca e aquele corpo. Até que ela se mudou. Ficamos com ótimas histórias juntos.
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