A Dri veio com fome de pau: quase fomos pegos pelo meu filho, mas à noite gozei nas costas dela
Sou um cara negro, com um físico de atleta pois sou professor de educação física. Peso 72 quilos, 1,76 de altura, tenho 41 anos bem vividos. Sempre tive uma vida ligada com sexo devido à minha profissão. Já trabalhei em…
Início do roteiro
Sou um cara negro, com um físico de atleta pois sou professor de educação física. Peso 72 quilos, 1,76 de altura, tenho 41 anos bem vividos. Sempre tive uma vida ligada com sexo devido à minha profissão. Já trabalhei em academias e fui personal trainer durante muitos anos; hoje só estou em escolas públicas e municipais.
Vamos ao conto. Quando me separei do meu primeiro casamento, vim morar em Goiás perto dos meus pais, pois eu morava em Catanduva, São Paulo. No início de 2011, conheci uma mulher da cidade de Caxias, estado do Maranhão, em uma sala de bate-papo no celular.
Vou chamá-la de Dri. Ela é baixinha, branca e loira, seios grandes, pernas bem torneadas, bumbum maravilhoso e uma buceta que é uma delícia. Enfim, depois de muitos torpedos e conversas, estamos morando juntos. No início, nossas trepadas eram um pouco lentas por falta de experiência dela, mas como ela me diz: "Eu aprendo rápido". Hoje ela já tá do jeito que eu gosto: bem biscate na cama.
No dia 21 de outubro de 2012, um domingo, a gente estava no quarto lendo contos eróticos deste maravilhoso acervo, quando de repente ela começou a me beijar com uma ganância, engolindo minha boca. Meu pau, que na hora já tava duro por causa dos contos, ficou mais duro ainda. Aí ela foi descendo, chupando meus mamilos, minha barriga e em seguida abocanhou meu pau por cima do short.
Depois ela baixou o short, meteu a boca com vontade no meu pau. Apesar do tamanho e da grossura, parecia que ela ia engolir ele inteiro. Em seguida, eu já não aguentando mais de tesão, joguei ela de lado, tirei toda a roupa dela e caí de boca na sua deliciosa buceta. Eu passava a língua no grelinho dela e na entrada do cuzinho. Ela respirava fundo e gemia baixinho, pois tinham pessoas na sala separada do nosso quarto por apenas uma parede.
De repente, ouvi meu filho chamando meu nome, já vindo em direção ao quarto. A gente se cobriu rápido, porque a porta estava destrancada. Ele entrou de uma vez. Foi o maior susto, que acabou com o clima na hora. A gente se recomps e foi pra sala. Fiquei o resto da tarde de pau duro, esperando a noite chegar.
Quando chegou a noite, esperamos todos irem dormir. Ao deitar, ela já veio pra cima de mim me beijando com aquela fome de sexo, parecendo que tava presa. Beijou meu corpo todo até chegar no meu pau. Quando chegou, ela abocanhou e eu fui às nuvens.
Ela intercalava a boca no saco e no pinto, babando ele todo. De repente, ela para, senta no meu pau e entra tudo de uma só vez. Ela começa a cavalgar num sobe e desce rebolando. Quando senti que ia gozar, pedi pra ela parar.
Ela desceu, abriu as pernas dela e eu caí de boca na sua buceta. Depois coloquei ela de quatro, levei meu pau na entrada da buceta dela e fui empurrando bem devagarinho pra ela sentir cada centímetro que entrava. De repente, ela começou a empurrar a bunda contra o meu pau. Foi uma delícia. Ela rebolava, me chamava de cachorro, safado. Quanto mais ela falava, mais louco eu ficava. Quando não teve mais jeito, vi que ia gozar, então tirei o pau e gozei nas costas dela e em cima do cuzinho dela.
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