A irmã vagabunda do meu amigo: chupei a xota dela no churrasco e gozei na cara enquanto ele capotava
O ser humano é um bicho complicado: geralmente gosta daquilo que é mais difícil. Comigo não foi diferente. Conheci o Giba na faculdade, a gente se deu bem logo de cara e ficamos amigos. Saíamos juntos pra balada, conhec…
Início do roteiro
O ser humano é um bicho complicado: geralmente gosta daquilo que é mais difícil. Comigo não foi diferente. Conheci o Giba na faculdade, a gente se deu bem logo de cara e ficamos amigos. Saíamos juntos pra balada, conhecemos várias gatinhas, descíamos pro litoral direto. Tudo ia muito bem até o dia em que eu conheci a irmã mais nova dele.
Apesar dos 19 anos, a menina já tinha um corpão de mulher adulta: coxas grossas e modeladas na academia, piercing no umbigo, cabelo loiro até quase a bunda arrebitada e durinha, com a típica tatuagem logo acima.
Era o tipo de mulher que costuma sair pelada em revista e que geralmente aparece na TV em reality show ou programa humorístico – de inocente ela não tinha nada! Claro que meu amigo dizia que não era nada daquilo. Mas o comportamento da irmã deixava claro que ela não passava de mais uma dessas vagabas gostosas que a gente vê por aí. Se eu fosse jogador de futebol, com certeza passearia de mãos dadas com ela no shopping!
Bem, o fato é que a Regina, apelidada de Gina (nome mais que conveniente!), foi logo me dando mole. E o Giba, que não é bobo nem nada, percebeu. Aí eu me fingi de morto, mas sabia que, mais dia menos dia, ia acabar dando merda. E foi num churrasco na casa deles, uma semana depois. Giba encheu a cara e capotou na espreguiçadeira. Gina chegou junto, me puxou pros fundos da casa e me beijou. Não tive dúvida: agarrei aquela gostosa ali mesmo.
Ela me beijava feito louca, gemia muito. Fui na dela, enfiei a mão por baixo da minissaia e fui logo brincando com a xota – toda depilada, lisinha. Daí fiquei de joelhos chupando a danada. Ela levantou a minissaia, tirou a calcinha e levantou o top, ficou quase peladinha! Tirei o pau pra fora e ela foi mamando tudo, feito profissional.
Peguei uma camisinha no bolso, virei a vagabunda de costas e fui metendo a rola na mulher. Ela empinou o rabo durinho, o salto alto dos tamancos facilitou as coisas. Eu segurava naquelas coxas grossas e mandava ver, metia tudo com força!
Ela gemia igual uma puta no cio, aquilo me deixava louco de tesão. O bom é que o som do churrasco tava bem alto – um rock and roll daqueles – então ninguém ouviria os gemidos dela. Ela falou que queria que eu gozasse na cara dela, que adorava tomar banho de leite quente. Pus Gina de joelhos e enfiei na boca dela.
Ela mamou um tempo, sugou com bastante força, até que tirei pra fora e lavei o rosto dela com meus jatos de porra. Ela ainda quis me beijar com a cara toda suja – lógico que não deixei. Daí ela abriu uma torneira ali mesmo e se limpou. Saí de lá primeiro. Giba me viu, depois viu a irmã. Aí o segredo já era e a amizade ficou abalada. Mas fazer o quê? Homem que é homem não perdoa quando tem uma xoxota gostosa à disposição.
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