A Enfermeira que Me Chupou no Plantão Noturno
Fui parar no pronto-socorro com uma torção no tornozelo. Uma merda. Mas aí entrou a enfermeira que me atendeu: a Bárbara, 26 anos, cabelo preso num coque, olhos verdes e um sorriso que fazia qualquer dor passar. Ela me…
Início do roteiro
Fui parar no pronto-socorro com uma torção no tornozelo. Uma merda. Mas aí entrou a enfermeira que me atendeu: a Bárbara, 26 anos, cabelo preso num coque, olhos verdes e um sorriso que fazia qualquer dor passar. Ela me examinou, fez o curativo, e quando o plantão ficou vazio lá pelas 2h da manhã, ela sentou na cama ao meu lado.
— Tá sentindo alguma coisa além do tornozelo? — ela perguntou, com a mão na minha coxa.
— Só um tesão desgraçado.
Ela riu, levantou e fechou a cortina do leito. Voltou, abaixou minha calça do hospital e tirou meu pau pra fora. Olhou, passou a língua nos lábios e disse: — Isso aqui vai curar você mais rápido que qualquer remédio.
Ela chupou meu pau com uma vontade... Babava tudo, enfiava fundo na garganta, olhava pra mim com olho de safada. Eu segurei o lençol pra não gemer alto. Ela parou, tirou a calcinha por baixo do uniforme e sentou no meu pau com tudo.
— Me come devagar — ela pediu —, mas não para.
A buceta dela era quente, melada, apertada. Eu metia devagar enquanto ela se movia em cima, os peitos pulando pra fora do uniforme. Ela gozou em cinco minutos, se tremendo toda. Eu ainda não. Tirei ela de cima, virei de costas e comi ela inclinada na maca. Meti com força até gozar dentro.
Ela ficou uns segundos com o pau dentro, sentindo a porra escorrer. Depois limpou tudo com gaze, ajeitou o uniforme e disse: — Seu tornozelo tá liberado. Mas se quiser revisão, volta amanhã no mesmo horário.
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