A Primeira Vez que Comi o Cu de uma Morena no Ônibus Enquanto um Casal de Tarados Assistia
Viagem alucinante do caralho. Bem primeiramente, gostaria de me apresentar, me chamo Ricardo, tenho 20 anos, sou empresário, resido em Goiânia. Tudo o que vou relatar é verídico, porra. Começou mais ou menos assim... So…
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Viagem alucinante do caralho. Bem primeiramente, gostaria de me apresentar, me chamo Ricardo, tenho 20 anos, sou empresário, resido em Goiânia. Tudo o que vou relatar é verídico, porra. Começou mais ou menos assim... Sou carioca, morava no Rio de Janeiro e em junho de 1996 minha família resolveu se mudar para Goiânia.
Vim muito chateado com a porra da viagem, e quando o ônibus chegou em Aparecida do Norte (SP), acordei com uma morena do caralho: cabelos longos, olhos castanhos claros, seios firmes e pontudos, pedindo desculpas por ter esbarrado em mim. Minutos depois, ela pede para proseguir viagem ao meu lado, o que prontamente atendi, feito um puta de um sortudo.
Ficamos conversando, e a conversa foi tomando o caminho inevitável sobre sexo. Ela começou a me contar todas as suas aventuras, e eu as minhas – apesar de eu ter só 18 anos na época, não aparentava, pois me tornei empresário aos 15.
De repente, sinto a mão dela encostando na minha perna, e não aguentei, porra. Começamos a nos beijar, e o pior: não estávamos no último banco do ônibus, seus filhos da puta. Retirei os seios dela para fora, comecei a chupá-los freneticamente, enquanto a mão dela abria minhas calças e procurava o meu pau. Digo que não sou muito dotado, mas tenho 20 cm que têm muita disposição, caralho!
De repente, ela se abaixou e começou a lamber e a chupar minha rola. Enquanto isso, eu já tocava uma siririca na buceta dela. Ficamos assim até eu gozar – lógico, tudo na boca da puta gostosa. O dia começou a clarear, e o tesão dela só aumentava.
Um casal de trás já tinha sacado toda a putaria. Com a luz do dia clareando e ela me chupando, olhei para trás e vi que o marido e a mulher fizeram um sinal de "ok" para continuarmos no banco deles. Eles passaram para a frente, e nós fomos para trás.
Lá, tirei a calcinha dela – pois ela estava de saia – e comecei a chupar a buceta dela, agora sendo observado pelo casal tarado. Ela se contorcia, mas gemia bem baixinho, a vadiazinha. Foi quando a penetrei, e ela disse para não ser na buceta, pois era virgem e queria no cuzinho. Aí eu endoidei de vez, porra. Coloquei uma camisinha – GALERA, CUIDADO COM A AIDS, SEMPRE USEM CAMISINHA, CARALHO! – e gozamos profundamente, enfiando tudo no cu dela.
Gostaria de dizer que nunca havia acontecido algo assim na minha vida. Vou deixar meu e-mail com vocês. Sou extremamente heterossexual, só gosto de mulher, fiquem à vontade para me escrever. Um abraço, e espero que tenham gostado.
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