A Foda Na Estrada
Dentro do Mustang antigo, o ar-condicionado quebrado tornava a viagem insuportável. Renata amarrava o cabelo, o suor grudando fios no pescoço. Felipe dirigia em silêncio. Eles haviam se conhecido em um posto de gasolina…
Início do roteiro
Dentro do Mustang antigo, o ar-condicionado quebrado tornava a viagem insuportável. Renata amarrava o cabelo, o suor grudando fios no pescoço. Felipe dirigia em silêncio. Eles haviam se conhecido em um posto de gasolina. Duas horas de estrada e a tensão entre os dois era palpável.
"Preciso parar," Felipe murmurou. Ele jogou o carro para o acostamento, de frente para um motel de beira de estrada. Pegaram as chaves e caminharam até o quarto número 9.
A porta bateu atrás deles. Assim que a bolsa de Renata caiu no chão, Felipe avançou, empurrando-a contra a porta fechada.
O beijo foi selvagem, com gosto de poeira e adrenalina. Renata cravou as unhas nos ombros largos dele, tirando a camiseta suada num movimento bruto. A pele molhada deslizava contra a pele molhada.
— Me fode agora — ela pediu.
Ele a ergueu nos braços, jogando-a no centro da cama rangente. Arrancou o short jeans dela. O zíper rasgou o silêncio. Ela estava sem calcinha, a buceta já escorrendo.
Ele tirou o pau da calça — duro, grosso, latejando. Enfiou com tudo na buceta dela, sem camisinha.
— Porra, que buceta apertada — ele gemeu.
Ele metia com força, a cama rangendo violentamente. Ela gozou duas vezes, se contorcendo, gritando. Ele virou ela de quatro, meteu no cu dela.
— Bate — ela pediu.
Ele bateu na bunda dela. Ela gozou de novo. Ele gozou dentro do cu dela, gemendo alto. Os dois caíram na cama suada, ofegantes, o ventilador de teto girando devagar.
Adormeceram enlaçados. Pela manhã, Renata acordou sozinha. A cama estava vazia. O ronco do motor do Mustang se distanciando foi a única despedida.
Ela ficou na cama bagunçada, com o cu dolorido, a buceta molhada, e o gosto da melhor foda da vida na boca. Nunca mais viu Felipe. Mas toda vez que pega a estrada, lembra.
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