Hétero2 minPor Yago19 de maio de 2026
Roteiro guiado

A Mina do Trabalho que Me Comeu na Sala do TI

Trabalho no TI de uma empresa grande. O dia a dia é uma rotina de cabos, prazos e chamados abertos. A Camila, do comercial, era uma dessas que viviam pedindo ajuda com o computador. Até que um dia, chamei ela na minha s…

Trabalho no TI de uma empresa grande. O dia a dia é uma rotina de cabos, prazos e chamados abertos. A Camila, do comercial, era uma dessas que viviam pedindo ajuda com o computador. Até que um dia, chamei ela na minha sala pra resolver um problema de rede. Ela entrou, fechou a porta com cuidado e girou o trinco.

— O problema não é no computador — ela disse, com a voz firme. — É onde? — perguntei, já sentindo o clima mudar.

Ela pegou minha mão e colocou no peito dela. Tava duro, o mamilo marcando a blusa. Meu coração disparou. — É aqui. E aqui também — ela sussurrou.

Sem tirar os olhos dos meus, ela abaixou a calça social e mostrou a calcinha de renda preta, enfiadinha na buceta. Tava encharcada, o tecido escuro brilhando de molhado.

— Tô assim há uma semana — ela confessou, mordendo o lábio. — Só de ver você trocando cabo de rede, de calça jeans apertada…

Eu não esperei mais. Levantei ela pelo quadril, tirei a calcinha com um puxão rápido e sentei ela na minha mesa. Os papéis voaram. Enfiei dois dedos na buceta — quente, lisa, pulsando. Ela gemeu baixo, se arqueando. Meti o pau em seguida, com tudo. A mesa rangeu. Os computadores balançaram. Ela me arranhou as costas por cima da camisa.

— Me fode, porra! Me fode como se fosse a última vez!

Meti por uns quinze minutos, trocando de posição: de frente, de lado, de quatro em cima da cadeira giratória. Ela gozou duas vezes, a segunda com um gemido preso no meu ombro. Na segunda, eu gozei dentro, sentindo ela se contrair. Ela sentou na minha mesa, a porra escorrendo devagar pela perna, e deu um sorriso safado:

— Agora sim. O problema foi resolvido. — E da próxima vez? — perguntei, ainda ofegante.

Ela ajeitou a calça e respondeu, já abrindo a porta: — Da próxima vez eu não vou pedir ajuda. Vou pedir ordem direta.

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