Hétero3 minPor Victor25 de maio de 2026
Roteiro guiado

A Novinha de 17 Anos que Mamou na Ponte e Levou Gozada Dentro no Carro

O ano se iniciava, eram as primeiras horas do ano de 2026. Deixa eu me apresentar: moreno, 1.65m, corpo nem gordo e nem magro, um cara normal de 30 anos. Eu na virada na orla rodando pra lá e pra cá junto com um amigo d…

O ano se iniciava, eram as primeiras horas do ano de 2026. Deixa eu me apresentar: moreno, 1.65m, corpo nem gordo e nem magro, um cara normal de 30 anos. Eu na virada na orla rodando pra lá e pra cá junto com um amigo doido querendo ficar com alguém.

Muita mulher bonita, mas nunca fui um cara garanhão, bem ao contrário disso. E o tempo foi passando e já estava desistindo de ser o caçador.

Mas lá pras 6h da manhã, indo embora, meu colega, muito mais carismático e cara de pau, coisa que eu não consigo, chegou em um casal e uma novinha começou a conversar normalmente. Eles estavam sentados próximo a uma ponte onde descia tinha um rio que ligava a praia, e eu ali também na minha.

Nisso a novinha que estava sozinha resolveu descer e falou que iria até na água. Eu já fui atrás também, comecei a dar em cima, e deu certo. Acho que ela estava na mesma situação que a minha, doida querendo alguém.

Ela me chamou pra ir lá na praia com ela. Fui, chegando lá ela pediu pra entrar junto com ela, mas estava gelada pra caralho. Mas eu, doido querendo comer aquela moreninha, uma novinha cabelo liso, nem tão gorda e nem magra, mas um pouco acima do peso, mas com um rabo de brasileira. Ela tinha 17 aninhos.

Enfim, entrei com ela, fomos andando pro fundo. Lá agarrei ela, estava batendo o queixo, mas queria fuder aquela puta. Ela estava de vestido. Ela entrelaçou as pernas em mim, tirei a pica pra fora, coloquei a cabeça na entrada da bucetinha dela e empurrei.

Entrou, mas estava ruim demais a posição. Mesmo assim eu estava metendo naquela buceta, mas o movimento da água do mar nos desequilibrava.

Chamei ela pra ir no riozinho. A vadia topou. Fui lá em baixo da ponte, botei ela pra mamar. A safadinha não tinha frescura, mamou ali mesmo com risco de qualquer um que passasse na ponte ver, e mamou muito.

Logo encostei ela na parede que tinha lá, levantei as pernas dela e meti na bucetinha dela. Ela gemia, fazia cara de puta, olhava para um lado e para outro meio com receio. Depois que comecei a comer a buceta dela, mas ali também não estava tão bom.

Chamei ela pra ir no meu carro. Ela topou, avisou a amiga dela e fomos. Entramos no carro, caçamos um lugar mais tranquilo. Achei.

O sol já estava brilhando. Parei o carro, mandei ela ir pro banco de trás. A vadia foi e já deitou se arreganhando toda pra mim. Pensa numa buceta gostosa. Eu pulei pra trás, abri a buceta dela e enfiei minha língua.

Chupiei muito, lambia, ia até no cuzinho dela. Ela se arrepiava, eu olhava pra ela, ela com cara de piranha mesmo.

Depois coloquei meu pau na bucetinha dela e fiquei pincelando. Ela pedia pra enfiar logo. Eu enfiei de vez. Meti muito naquela novinha.

Falei pra ela que nunca tinha comido uma novinha. Ela disse: "Então fode sua novinha puta que você vai comer sempre que quiser agora."

Aquilo me deu um tesão. Acelerei as estocadas e gozei dentro da puta. Eu não me aguentei, queria gozar na boca dela. Mesmo assim ela chupou meu pau pra limpar.

Até hoje eu converso com ela, já comi várias vezes, até na casa dela sem os pais saberem.

Se quiser continuar esse clima em uma experiência online, abra o hub de acompanhantes virtuais e avance para chat privado ou videochamada dentro da Private Muse.

Próximo passo

Continue a leitura sem sair do clima

Continue navegando

Mais em Hétero

Outros contos dentro do mesmo clima para continuar a jornada sem trocar de tema.

Ver categoria

Continue navegando

Outros roteiros para continuar no digital

Uma segunda trilha de leitura para expandir o tema, descobrir novas categorias e manter a navegação viva dentro do acervo.

Ver todo o acervo

Do conto para a experiência virtual

Transforme a leitura em conversa guiada

Esse conto combina com troca por mensagem, ritmo textual e fantasia construida em dialogo. As paginas abaixo continuam essa jornada sem sair do ambiente virtual.