No Carnaval de 1995 em Porto Alegre, Comi a Buceta e o Cu de uma Loira Casada que Tava Precisando Dar pra Alguém
Foi em 1995, em Porto Alegre. Aquele carnaval prometia ser o pior da minha vida, porra: teria que ficar na cidade a trabalho, enquanto todos os meus amigos e amigas viajavam. Pra piorar, tinha acabado de sair de um rela…
Início do roteiro
Foi em 1995, em Porto Alegre. Aquele carnaval prometia ser o pior da minha vida, porra: teria que ficar na cidade a trabalho, enquanto todos os meus amigos e amigas viajavam. Pra piorar, tinha acabado de sair de um relacionamento longo, e quem já passou por isso sabe o quanto a gente fica isolado, com o pau na mão e sem ninguém pra foder. Passei os primeiros dias de carnaval apenas vendo bundas desfilando na TV, até que resolvi sair, sozinho mesmo, pra vê-las ao vivo.
Certa hora, já meio "alto" no Parcão, percebi que uma gata do caralho estava me encarando. Loira, cerca de 1,70m, uma bunda muuuito gostosa, seios empinadinhos e uma carinha de moleca safada. Olhei pra trás pra ver se era comigo mesmo, não tava acreditando naquela porra.
Quando voltei a olhar pra frente, ela já não estava mais lá. Fiquei tentando achá-la na multidão, e quando tava quase desistindo, ouvi uma voz atrás de mim: "Está me procurando?" Era ela, filha da puta!
Ficamos conversando um tempo, até que a convidei pra dar uma "banda" de carro e tomar alguma coisa. Claro que acabamos na minha casa, pau no cu. Chegando em casa, mal fechei a porta e nos atracamos, beijando igual dois animais no cio, explorando o corpo um do outro com as mãos. Começamos a nos despir ali mesmo, na sala, e fomos indo aos trancos até o quarto.
Fui beijando seu corpo gostoso, descendo, até chegar na xoxota loira de pelos aparados. Ela gemia alto, igual uma puta, e dizia: "Humm, como você é malvado...
Ai, você tá judiando de mim..." Ela ora me acariciava, ora me beijava, me rasgava com as unhas, puxava meus cabelos e fazia minha língua entrar cada vez mais dentro daquela buceta melada.
Aos poucos, fomos nos aconchegando na cama, entre gemidos, urros e suspiros, e quando vimos estávamos num gostoso 69: ela sobre mim, me chupando o caralho e lambendo minhas bolas, e eu com a buceta dela na minha cara, pingando de tesão.
Ela gozou em poucos segundos, antes de mim. Disse a ela que terminasse com uma punheta, o que ela prontamente atendeu, e acabei jorrando esperma sobre os lençóis. Sem esperar, só me deitei de lado, coloquei a camisinha e fui penetrando bem devagar, tipo conchinha, dentro da xoxota dela. A cada milímetro que entrava, ela apertava, arranhava, gemia alto.
Comecei o vai-e-vem lentamente, explorando o cuzinho dela com um dedo. Conforme aumentava o ritmo, ela gemia mais e mais alto. Já estava com dois dedos no buraquinho apertado dela, aumentando ainda mais o ritmo. Tirava até a metade da cabeça do pau e enfiava até a raiz. Ela já urrava de tanto tesão.
Quando pressenti que ela iria gozar, enfiei o terceiro dedo no rabo dela e enterrei a vara até o talo, sentindo os espasmos daquela buceta. Ela chorava, ria, tava fora de si, queria mais, parecia que não trepava há meses. Depois ela me contou que era casada, tinha uma filha, mas o marido já não tinha mais tesão por ela, e por isso precisava tanto dar pra alguém. Que sorte danada, porra!
Claro que não resisti. Ainda naquela tarde de sol forte em Porto Alegre, peguei um óleo Johnson no armário e lambuzei toda a bunda dela. Fiz ela alisar meu pau com o óleo, e não tive dúvida: ela estava a fim de levar por trás, no rabo.
Coloquei a cabeça do pau na porta do cuzinho dela e fiz uma pequena pressão. Ela, deitada de bruços, só dizia: "Come, come esse meu cuzinho, estou adorando ser fodida por ti..." Com muita paciência e delicadeza pra não machucar – ela disse que era virgem no rabo, o que me deixou ainda mais excitado – fui forçando a entrada.
Aos poucos, o ânus dela foi cedendo, e entrei por completo dentro daquele cu. Permaneci alguns segundos imóvel até meu pau se aconchegar lá dentro. Depois comecei movimentos bem lentos e ritmados, e ela foi se soltando, me deixando entrar e sair sem dor nenhuma. Com a mão direita, massageava seu clitóris e a fazia rebolar.
Essa foi, sem dúvida, minha experiência anal mais tesuda do caralho. Não demorou muito, e inundei ela com porra quente dentro do cu. Ela disse: "Deixa dentro de mim, um pouquinho..." Só tirei meu pau depois que ele amoleceu. Ficamos ali abraçados por alguns minutos e adormecemos.
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