A Polaca de Olhos Verdes
Olá a todos, sou o Tiago, 54 anos, de Maringá, PR. Hoje solteiro e de bem com a vida, 21 cm de pica e um belo traseiro, sou bi — adoro chupar uma buceta e uns peitos, beijar na boca. Higiênico, sem preconceito. Não gost…
Início do roteiro
Olá a todos, sou o Tiago, 54 anos, de Maringá, PR. Hoje solteiro e de bem com a vida, 21 cm de pica e um belo traseiro, sou bi — adoro chupar uma buceta e uns peitos, beijar na boca. Higiênico, sem preconceito. Não gosto de pessoas que se acham; os arrogantes, pra mim, têm passagem de graça. Gosto de gente simples.
Vamos ao conto. Isso aconteceu na minha adolescência, com 16 pra 17 anos.
Fui criado no sistema religioso onde tudo é pecado, tudo não pode. Estudava no Colégio Unidade Pollo, aqui de Maringá — colégio grande, com vários pavilhões e salas de aula espalhados por todo lado.
Tinha uma polaca de olhos verdes que era um tesão. Ela morava na rua de baixo da minha casa, numa área de chácara. Eu morria de vontade, mas faltava coragem — era cabaço de tudo, muito tímido. Enquanto isso, ela era uma biscate rodada no colégio inteiro, e eu, tímido do jeito que era, ficava só na punheta.
Um dia eu estava nos fundos da chácara comendo goiaba quando ela passou, me viu encima do pé e falou:
ELA: "Está doce essa goiaba?"
Falei que sim e perguntei se ela queria. Ela aceitou. Tirei umas bem bonitas pra ela e sentamos na sombra, conversando e comendo as goiabas — ela com uma daquelas saias rodadas de franjinha, quem é da época sabe bem como era. Aí ela parou, ficou me olhando um pouco e perguntou:
ELA: "Você já ficou com alguma menina?" Fiquei vermelho na hora. Ela viu que eu fiquei sem jeito e foi logo me tranquilizando: ELA: "Não precisa ter vergonha, todos passam por isso. Olha, eu mesma perdi a virgindade com 13 anos — já faz quatro anos — e às vezes ainda tenho vergonha de algumas coisas." EU: "Você? Com vergonha? Você mostra a buceta na sala de aula!"
Na época falar "buceta" era palavrão de peso. Ela gargalhou.
ELA: "É, às vezes faço umas loucuras mesmo… E você, quando vai perder essa timidez? Te acho um gatinho com esses olhos cor de mel. Vamos lá pra casa — estou sozinha, minha mãe foi visitar a irmã dela."
Falei: vamos. Chegando na casa dela ela me ofereceu água. Aceitei. Aí ela chegou perto, pegou com as duas mãos na minha cabeça e começou a me beijar. Que boca gostosa — lábios rosinha, carnudinhos, uma delícia. Fui pegando o jeito e, daqui a pouco, ela já tinha enfiado a mão no meu pau, que estava explodindo dentro da calça.
ELA (APERTANDO FIRME): "Que delícia… cara, já fiquei com vários homens adultos, mas poucos assim. Você vai ficar com um pau são daqueles."
Sem mais papo, ela abaixou meu calção — aquele Zorba que todo mundo usava na época — e caiu de boca. Fui à loucura. Primeira vez sendo chupado, e ainda por uma gostosa experiente que sabia o que estava fazendo. Ela engolia tudo e chupava o saco. Não aguentei e avisei que ia gozar. Ela não perdeu tempo: enfiou tudo na boca, deixando só as bolas de fora, e sugou com força. Foi uma loucura — gozei igual a um cavalo. Ela bebeu tudo, limpou o pau com a língua, e o bicho continuou duro.
Ela me chamou até o sofá e tirou toda a roupa. Era a primeira vez que eu via uma mulher pelada ao vivo — antes só tinha visto em revistas do meu tio, a maioria preto e branco, escondidas numa mala.
ELA: "Me chupa."
Cai de boca naqueles peitões branquinhos, bicos rosinha, e ela foi à loucura — escandalosa mesmo, me chamando de gostoso o tempo todo. Fui descendo até a buceta raspadinha, capuzão de Fusca. No primeiro instante fiquei receoso.
ELA: "Mete essa língua logo! Quero gozar na sua boca!"
Meti a língua — estava escorrendo, e gostei do sabor. Aí sim que chupei com gosto. Ela se virou no sofá e fizemos um 69. Foi à loucura. Ela percebeu que podia gozar de novo e falou:
ELA: "Vou quebrar o seu cabaço agora."
Me mandou deitar, foi me beijar um pouco e depois veio por cima. Eu, inexperiente que era, deixei ela conduzir. Ela encaixou a buceta e sentou de uma vez. Dei um grito — rasgou o cabresto do pau — e ela caiu na risada.
EU: "Que dor! Está ardendo!"
Ela começou a cavalgar que nem uma louca. Aquilo foi esquentando — parecia uma fornalha. Avisei que ia gozar.
ELA: "Goza! Quero no fundo!"
Ela sentou fundo e ficou rebolando até eu terminar. Quando viu que eu tinha acabado, ela suspirou fundo:
ELA: "Caralho, que foda."
Pegou uma água gelada e ficamos conversando. Ela falou que nem sabia mais quantos caras tinha ficado — tinha perdido a conta. Deitou a cabeça na minha barriga e falou:
ELA: "Vou limpar esse pau."
Começou a chupar o pau mole, e o tesão foi voltando. Quando é novo o pau fica em pé na hora. Ela deu um sorriso safado e falou:
ELA: "Hoje você vai fazer barba, cabelo e bigode."
Ficou de quatro e mandou:
ELA: "Mete na minha buceta um pouco."
Fui com gosto e dei umas cinco bombadas. Ela tirou, enfiou três dedos na buceta, tirou os dedos melados e passou tudo no cú, enfiando o dedo bem fundo. Aí olhou pra mim e disse:
ELA: "Arromba o meu cú."
Até pouco tempo atrás eu era só punheta. Depois de fuder a buceta, agora era meter num cú. Ela foi logo orientando:
ELA: "Vai devagar."
Encostei a cabeça do pau no cuzinho dela e fui empurrando com cuidado, até entrar tudo.
ELA: "Agora pode meter."
Aquele túnel quente me engoliu inteiro. Soquei sem dó e ela gemia e falava:
ELA: "Que pica gostosa… vou querer sempre isso."
Gozei mais uma vez — só contração, porque acho que já não tinha mais porra nenhuma no corpo.
Depois disso tivemos mais umas trepadas ao longo do tempo. Mas aí meus pais compraram uma casa em outra cidade e eu me mudei. Perdemos o contato. Algum tempo depois fiquei sabendo que ela tinha arrumado um namorado — e que o cara a matou a facadas.
Foi uma pena. Fiquei muito triste. Porque ela marcou a minha história de vida. Hoje, com 54 anos, parece que foi ontem.
Fim.

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