A Reforma Que Terminou Com o Negão Metendo Forte na Minha Buceta e Gozando Na Minha Boca
Olá, meus amores, sou a Paloma, 38 anos, pele clarinha e macia, 1,60m de curvas bem feitas que chamam atenção. Cabelos pretos lisos caindo até o meio das costas, olhos verdes bem safados, seios fartos, cintura marcada e…
Início do roteiro
Olá, meus amores, sou a Paloma, 38 anos, pele clarinha e macia, 1,60m de curvas bem feitas que chamam atenção. Cabelos pretos lisos caindo até o meio das costas, olhos verdes bem safados, seios fartos, cintura marcada e uma bunda empinada que balança quando eu ando. Depois do divórcio, me soltei de vez. Virei uma safada assumida que adora uma aventura quente.
A reforma da casa tava me deixando louca de tanto barulho e poeira, mas também trouxe uma surpresa bem gostosa. O Antônio, aquele negão alto, forte e bem moreno que comandava a equipe, tinha um corpo incrível. Ombros largos, braços grossos de tanto trabalhar e um volume na calça que eu não conseguia parar de olhar. Ele devia ter uns 42 anos, pele bem escura, sorriso safado e uma voz grossa que me dava arrepio toda vez que ele me chamava pra mostrar algum serviço.
Numa tarde quente, o resto da equipe já tinha ido embora e só ele ficou pra terminar uns detalhes no quarto. Eu tava só de shortinho jeans e regata fina, sem sutiã, os bicos dos meus seios marcando no tecido. Entrei no quarto pra "ver o progresso" e ele tava suado, camisa aberta mostrando o peito definido.
— Tá quente hoje, hein, dona Paloma... — ele disse, passando a mão na cabeça careca. Eu sorri, mordendo o lábio, e respondi bem direta: — Tá quente mesmo, Antônio... e não é só o tempo não.
Ele parou o que tava fazendo e me olhou de cima a baixo, aqueles olhos escuros me devorando. Sem dizer mais nada, eu me aproximei, passei a mão no peito dele e senti o coração batendo forte. O negão não pensou duas vezes: me agarrou pela cintura, me puxou contra o corpo dele e me deu um beijo quente, língua grossa invadindo minha boca enquanto apertava minha bunda com as duas mãos grandes.
Eu gemi baixinho quando senti o pau dele já duro roçando na minha barriga. Era grande, grosso, daqueles que deixam a gente molhada só de imaginar. Desci a mão e apertei por cima da calça, sentindo o tamanho. Antônio gemeu rouco e tirou minha regata num segundo, deixando meus seios fartos livres. Ele abaixou a cabeça e chupou um mamilo com força, depois o outro, mordendo de leve enquanto eu segurava a cabeça dele.
— Quero te comer, Paloma... — ele murmurou com aquela voz grossa.
Eu não respondi com palavras. Só abri o botão do shortinho e desci tudo junto com a calcinha. Fiquei peladinha na frente dele. O Antônio tirou a calça e eu quase suspirei alto: o pau era enorme, preto, grosso, veias marcadas e a cabeça brilhando de tesão. Ele me virou de costas, me inclinou sobre a cama que ainda não tava pronta e deu um tapa forte na minha bunda, fazendo ela tremer.
— Essa bunda branquinha é uma delícia... — disse ele.
Senti a cabeça grossa do pau dele roçando na minha buceta molhada, abrindo meus lábios. Ele empurrou devagar no começo, mas depois meteu tudo de uma vez. Eu gritei de prazer, sentindo ele me abrindo inteira. Era tão grosso que eu sentia cada centímetro entrando e saindo. Antônio segurou meus quadris e começou a meter forte, fundo, o barulho da pele batendo ecoando no quarto.
— Ai, Antônio... que pauzão delícia... me fode gostoso! — eu pedia, empinando mais a bunda pra ele.
Ele metia cada vez mais rápido, uma mão no meu cabelo puxando, a outra apertando meu seio. Depois me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e meteu de novo, olhando nos meus olhos enquanto me comia. Eu tava encharcada, gozando pela segunda vez quando ele acelerou ainda mais.
No final ele me colocou de joelhos na frente dele. Eu abri a boca bem safada e ele gozou bastante, jatos grossos e quentes caindo na minha língua e nos meus seios. Eu engoli o que deu, lambendo tudo, olhando pra ele com cara de quem queria mais.
Foi uma tarde inesquecível... a reforma rendeu bem mais do que eu esperava.
Espero que gostem, meus amores?
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