A Rola no Banheiro da Balada
Fazia um bom tempo que eu não ia pra uma balada quando um amigo me convidou. Tinha acabado de sair de um relacionamento e precisava sair um pouco. Aceitei, me arrumei e fui.
Início do roteiro
Fazia um bom tempo que eu não ia pra uma balada quando um amigo me convidou. Tinha acabado de sair de um relacionamento e precisava sair um pouco. Aceitei, me arrumei e fui.
O lugar era muito bom — boa música, pessoas bonitas e simpáticas. Ele foi me apresentando pra todo mundo. Fiquei na cola dele por um tempo, mas o cara tem síndrome de vereador: conhece tudo e todos e para pra conversar com qualquer um. Acabei me emancipando e fui andar sozinho. Fui ao bar pegar uma bebida e lá um cara se aproximou perguntando se eu era amigo do Roni — o cara que me levou até lá. Disse que sim. Ele logo perguntou se eu e o Roni ficávamos. Disse que não, que só éramos amigos, que não rolava nada entre a gente.
Conversamos por um bom tempo, até eu decidir ir ao banheiro. Perguntei onde ficava e ele disse que ia comigo.
Ao chegar no banheiro ele foi direto pro mictório e eu fui pra uma cabine. Terminei de mijar, me virei, abri a porta e dei de cara com ele parado bem na entrada — tão perto que eu mal consegui sair. Ele se aproximou mais e disse que tinha se interessado muito por mim, perguntou se podia me beijar. Eu meio sem entender — não tinha percebido as investidas dele no bar — acenei um sim com a cabeça, meio duvidoso. Ele se aproximou, me deu um selinho que me fez dar um passo pra trás, abrindo espaço pra ele entrar. Fechamos a porta e começamos a nos beijar de verdade.
Ele começou a apertar minha bunda com as duas mãos enquanto massageava meu pau por fora da calça. Peguei no pau dele, que foi endurecendo na minha mão. Ele parou de me beijar, abriu a calça e tirou o pau pra fora. Comecei a me abaixar mas ele pediu pra eu parar — não tínhamos tempo e alguém poderia entrar a qualquer momento.
Ele me virou de costas, começou a beijar e morder minha nuca enquanto passava a mão no meu pau e abria minha calça. Assim que abriu, baixou ela rapidinho, cuspiu no pau dele e perguntou se podia meter no meu cuzinho. Com muita vontade, disse que sim. A cabecinha do pau dele ficou bem na entrada do meu cu — ele começou a forçar, mas a saliva não era suficiente pra deslizar pra dentro.
EU: "Mela mais."
Ele cuspiu mais um pouco, pincelou a cabeça do pau no meu cuzinho e o pau começou a entrar devagar. Como não conseguia entrar tudo de uma vez, foi bombando aos pouquinhos, indo cada vez mais fundo. Eu, com um tesão absurdo, comecei a mover a bunda pra frente e pra trás, ajudando o pau ir mais fundo. Queria aquele pau todo lá dentro.
Quando entrou por completo, ele começou a socar rápido e forte, segurando minha cintura. Metia muito gostoso, a pica fendendo meu cuzinho de um jeito que me deixava maluco. Eu estava amando toda a situação — aquele pau gostoso abrindo meu cu ali naquele banheiro de balada.
Percebi que ele estava segurando o gemido pra ninguém ouvir. Com a bunda bem empinada, olhei pra trás:
EU (SUSSURRANDO): "Goza gostoso no meu cu." ELE: "Onde você quer?" EU: "Quero dentro. Goza dentro do meu cuzinho."
Ele enlouqueceu — meteu mais forte ainda. Quanto mais ele socava, mais eu pedia rola e porra, e mais ele ficava louco. Até que começou a dar umas estocadas mais lentas, mais pesadas — estocadas de orgasmo. Começou a leitificar meu cuzinho enquanto socava o pau com força, despejando tudo lá dentro.
Tirou o pau rapidinho. Levantamos as calças e saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido.
Voltei pro bar e o Roni estava lá. Meu cuzinho estava ardendo um pouco, mas o tesão tinha sido tão grande que eu nem me importei. Alguns minutos depois o cara que tinha me enrabado chegou ao bar, sentou do meu lado e começou a conversar com o Roni. Foi aí que comecei a sentir a porra dele escorrendo pra fora do meu cuzinho — e aquilo me deu um tesão do caralho. Me aproximei dele e falei baixinho:
EU: "Tava uma delícia. Quero mais."
Ele sorriu, se inclinou no meu ouvido e me chamou pra ir até a casa dele.
ELE: "Lá eu te dou tudo que você quiser."
E eu fui. Mas essa parte fica pro próximo conto.
Fim.

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