Ménage5 minPor Anônimo25 de março de 2026
Roteiro guiado

Daniela e os Dois Seguranças

O meu conto de hoje é sobre uma colega que trabalha no mesmo hospital que eu — a Fundação Champalimon, bem conhecido em Lisboa. Esta colega se chama Daniela e é a puta de vez: linda, mas muito ordinária. Trabalha no mes…

O meu conto de hoje é sobre uma colega que trabalha no mesmo hospital que eu — a Fundação Champalimon, bem conhecido em Lisboa. Esta colega se chama Daniela e é a puta de vez: linda, mas muito ordinária. Trabalha no mesmo setor que eu e pelas fofocas do hospital ela mete muito. A princípio não tenho vontade de comê-la, mas sempre quis que ela me contasse uma das aventuras dela — que pelo comentário da galera é de ficar de cabelo em pé.

Uma das fofocas mais famosas é que ela foi flagrada pela chefe quando trabalhava à noite como secretária do pronto-socorro. A chefe ficou esperando ela sair do setor, a seguiu e viu ela entrando com um funcionário da limpeza no depósito de produtos. Esperou uns quinze minutos, foi até lá e encontrou a vagabunda metendo com três negrões — um no cu, um na bucetinha e o outro na boca. Acreditem se quiser: os três funcionários foram demitidos, mas ela não. Foi transferida pro meu setor. Isso que é costa quente.

Fiquei amigo dela de qualquer forma — íntimos nas brincadeiras, contando a vida um pro outro. Um dia ela chegou com os olhos vermelhos e cara de acabada. Pensei: essa vagabunda meteu a noite inteira com o namorado, que é lutador de vale-tudo — um armário de homem, um bruta negão. Só vi o cara uma vez e já pensei: esse cara castiga esse cuzinho todo dia. Ela pode ser ordinária, mas tem rostinho angelical, uma bunda fantástica, pernas bem torneadas e o que mais me deixa com tesão: uma correntinha no tornozelo.

Lá pelas dez da manhã convidei a Dani pra tomar café na minha sala e ela aceitou na hora. Enquanto tomávamos café, perguntei se a noite tinha sido boa. Ela disse que sim. Insisti pra ela contar tudo — e ela começou.

Depois que saíram da boate onde o namorado, Tinhó, trabalha como segurança, foram pra casa dele como sempre, pra ele fodê-la gostoso. Depois das preliminares o Tinhó estava ajeitando o pintão na bucetinha dela quando escutaram um barulho na sala. Ele falou pra ela não esquentar — era o amigo Betão, também segurança da boate. Segundo ela, o Betão é maior que o Tinhó e também é negro. Daniela pensou: "hoje estou fudida — e também realizada. Vou ser comida por dois bruta pintões."

E não deu outra. Betão perguntou se podia entrar na festa e os dois disseram que sim. Ele foi tirando a roupa e ficando só de cueca. Daniela, que estava de costas, ficou de quatro, tirou a cueca do Betão com a boca e quando viu o pintão deu um sorriso aberto e começou a chupá-lo com vontade. Enquanto ela chupava o Betão, o Tinhó continuava comendo a bucetinha dela por trás.

Depois de um tempo ela virou a cabeça e disse pro Tinhó:

DANIELA: "Deixa o Betão me comer um pouco."

Tinhó saiu da bucetinha toda melada e o Betão logo anunciou:

BETÃO: "Quero comer essa vagabunda de frango assado."

Colocaram ela de frango assado, pernas nos ombros do Betão, que foi abrindo cada vez mais. Nisso, Tinhó tirou da gaveta da cômoda um pó branco — cheirou metade e deu o resto pro Betão, que depois que cheirou ficou mais animal ainda. Em determinado momento, Tinhó gritou:

TINHÓ: "Come o cu dela, que ela adora!"

Betão não pensou duas vezes: tirou o pintão todo melado da bucetinha da ordinária e começou a penetrar o cu dela. No começo não entrava — o pintão do Betão era grande demais. Tinhó tirou da gaveta um pote de vaselina que Betão passou no pintão e aí a coisa negra foi entrando devagar. Daniela quase teve convulsões — tremia, virava os olhos, gemendo feito louca. Ela disse que não era a primeira vez que estava sendo enrabada, mas aquele dia era diferente.

Depois de uns quarenta minutos, Tinhó sugeriu dupla penetração: Betão continuou no cu e Tinhó voltou na bucetinha. Depois de quase uma hora todo mundo gozou junto — mas segundo ela, ela mesma já tinha gozado umas oito vezes antes disso.

Tinhó virou de lado e disse que ia dormir. Daniela e Betão ficaram se beijando como dois apaixonados — e assim ele a comeu de várias formas, meteu em todos os buracos dela, e dormiram abraçados. Quando ela acordou já estava atrasada pro trabalho.

Quando ela terminou de contar a história, mostrei a ela o quanto estava de pau duro. Ela olhou e deu uma risadinha. Disse a ela que não queria comê-la — só queria ver o estrago. Ela pediu que eu fechasse a porta da sala e abaixou a calça. Pude ver o quanto ela é gostosa de verdade: tirou a calcinha enfiada no rego e deu pra ver que estava completamente arregaçada — cuzinho e bucetinha vermelhos e arrombados.

Aí o telefone tocou. Era a telefonista procurando a Daniela — uma ligação do Betão, dizendo que o Tinhó ia viajar naquela noite e que ele queria comê-la de novo. Ela respondeu, com todo o jeito de puta ordinária que tem:

DANIELA (AO TELEFONE, SORRINDO): "Pode vir, que te dou tudo que você pedir. Quero ser algemada o tempo todo."

Ela desligou, olhou pra mim e perguntou:

DANIELA: "Será que eu aguento mais um dia?"

Respondi sem hesitar:

EU: "Para ser vagabunda precisa ser dedicada — e você é a maior que conheço."

Por que não como a Daniela? Porque como diz o ditado: cada macaco no seu galho. Até o próximo conto.

Fim.

Daniela e os Dois Seguranças

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