A Vizinha do Segundo Andar: Um Segredo de Prédio
Eu moro num prédio de três andares num bairro sossegado aqui na Grande Vitória. Da varanda da minha casa eu consigo ver o mar; é uma rua tranquila, de poucos e bons vizinhos. Uma delas, a do segundo andar, se chama Tere…
Início do roteiro
Eu moro num prédio de três andares num bairro sossegado aqui na Grande Vitória. Da varanda da minha casa eu consigo ver o mar; é uma rua tranquila, de poucos e bons vizinhos. Uma delas, a do segundo andar, se chama Teresa, pessoa da melhor qualidade que vive entre o sítio e o apartamento embaixo do meu. Dona Teresa tem dois filhos adultos: o Jorge, empresário solteiro, e Flávia, sua irmã casada, mãe de dois meninos. O marido de Flávia mora no sítio de Dona Teresa, é do tipo pau para toda obra e raramente aparece aqui. Já a Flávia trabalha com o irmão e passa a semana toda aqui no prédio.
Inicialmente a gente mal se falava, no máximo um bom dia. Com o passar do tempo ela baixou a guarda e fomos nos aproximando. Flávia é uma mulher de mais ou menos 35 anos, bonita, morena clara, cabelos longos e cheios de luzes. Dá para ver que, quando mais jovem, era do tipo "cavalona", e mesmo depois de dois filhos e a correria diária, seu corpo ainda chama muita atenção. Pernas grossas, bunda grande, seios fartos, um sorriso bonito... enfim, uma bela mulher.
Quase todos os dias, quando chego da academia, a Flávia está chegando do trabalho. Ela sempre brinca dizendo que precisa ir malhar, mas falta tempo. Eu respondo dizendo que o tempo a gente arruma, difícil é ter disposição. Dia desses ela me disse que a academia estava fazendo efeito, que eu estava mais magro, com as pernas mais grossas. Nesse dia eu estava usando um short que costumo usar para correr; ele tem uma camada por baixo e geralmente uso sem cueca, ou seja, sempre marca na altura do pau. Flávia percebeu. Enquanto falava das mudanças no meu corpo, seus olhos estavam direcionados ao meu cacete e meus olhos se concentravam em seu decote. Quando ela se deu conta da situação, ela riu, eu fiz um comentário divertido e cada um seguiu para seu apartamento. Eu estava de pau duro e, com certeza, a calcinha dela tinha ficado úmida.
Pode ser coincidência ou não, mas naquela mesma noite Flávia passou a me seguir no Instagram e é claro que eu segui de volta. Passei pelo menos meia hora olhando as fotos dela, onde pude reparar bem nos seus traços, nas suas curvas, na sua elegância quando vestida para ocasiões especiais. Naquela noite eu acho que curti umas vinte fotos dela e ela fez exatamente a mesma coisa. A partir daí fomos ficando cada vez mais próximos: às vezes ela me oferecia carona, outras eu retribuía. A intimidade cresceu, a informalidade foi tomando conta, passamos a nos cumprimentar com beijos no rosto e até alguns elogios mais maliciosos passaram a acontecer com certa frequência.
Sábado à noite, a chuva caía fria lá fora, e eu estava na varanda ouvindo música e tomando meu vinho. Estava sozinho em casa; minha esposa e meu filho estavam viajando. Quando o portão eletrônico se abriu, levantei-me para ver quem chegava. Era ela. Saiu do carro, acenou pra mim, ergui uma taça e perguntei se ela queria um vinho. Ela sorriu e entrou. Foi pelo Instagram que perguntei se ela não queria me fazer companhia. Ela disse que a minha esposa mal falava com ela, e então passei a melhor informação da noite: "Ela viajou com meu filho, retornam só no domingo à noite." — Me dá meia hora para tomar um banho e eu vou. — Foi a resposta dela.
Para acessar a minha varanda não precisa entrar no apartamento, o acesso é direto. Ouvi quando Flávia fechou a porta do apartamento no segundo andar e começou a subir as escadas. Seu perfume intenso chegou antes dela. Quando a vi se aproximando, fiquei impressionado com a sua beleza. Geralmente a vejo de uniforme, mas naquela noite ela estava linda, sem exageros. Um vestido azul claro até a metade das coxas, de alcinhas, decotado, uma sandália branca... estava cheirosa, com os cabelos impecáveis. Trocamos três beijinhos, lhe entreguei uma taça de vinho e apontei onde ela poderia se sentar. Havia uma caixa de som ao lado tocando rock das antigas e perguntei se a música incomodava. — Que nada, eu adoro seu gosto musical. Lá de baixo eu ouço. — Eu não imaginava que o som incomodava lá embaixo. — Incomodaria se fosse música ruim. — Disse ela sorrindo e bebendo em seguida um gole de vinho.
A conversa foi ficando cada vez mais animada à medida que o álcool fazia efeito. Flávia ria, contava casos, falava das bagunças da juventude. Vira e mexe a mão dela pousava na minha perna e aos poucos a minha também tocava a sua pele levemente. Num desses toques nós nos pegamos olhando fixamente um para o outro. Do nada nos beijamos. Um beijo suave, molhado, cheio de más intenções. Aos poucos fomos escalando: as mãos dela apertavam minha perna, a minha deslizava sobre a dela. Flávia tomou a iniciativa, sentou-se no meu colo, de frente para mim. Nossas bocas grudadas, as pernas dela uma de cada lado, como se estivesse cavalgando em mim. Dava para sentir o calor emanando da buceta dela. Minhas duas mãos apertavam a bunda grande, o vestido já tinha sido levantado, as alcinhas arriadas e eu já mamava nos seus seios. — Vamos lá para dentro. Algum vizinho pode nos ver.
Flávia não quis ir para o meu quarto, disse que não teria coragem de transar comigo na minha cama de casal. Ali na sala, quando abri o zíper do vestido, o tecido deslizou pela pele dela indo de encontro ao chão. Ela ficou apenas com uma calcinha de renda branca, nada vulgar, mas sensualmente perfeita, moldando bem as curvas da bunda. Voltei a beijar seus lábios, ela me despiu com facilidade, sentou-se no sofá e caiu de boca na minha rola. — Nossa, que saudade de um pau na minha boca. — Disse ela entre uma chupada e outra.
Confesso que fiquei curioso, afinal de contas ela era uma mulher casada. Flávia mamava com vontade. Eu segurava os cabelos dela como se fossem rédeas, controlava o movimento, metia o pau inteiro na boca dela, depois tirava e metia de novo. Eu pedi para ela parar, estava quase gozando de tão bom que era aquele boquete.
Voltei a beijar a boca dela e desci para os seios. Estavam duros, os bicos rijos, sensíveis a cada toque meu. Ela pediu que eu os mordesse forte; gostava de sentir dor e prazer naquela região. Flávia gemia cada vez que meus dentes cravavam em sua pele.
Desci pela barriga dela e coloquei a calcinha de lado. Estava ensopada. A buceta dela tinha um cheiro bom, certamente havia passado algum óleo ou hidratante. Caí de boca e ela se abriu toda. Imediatamente passei a chupar o grelo e meter os dedos na buceta; ambos saíam completamente melados de dentro. Ela os limpava com a boca e eu metia novamente. Quando Flávia gozou, foi intenso. Parecia tesão acumulado. Ela molhou o sofá, melou a minha cara, seu corpo estremeceu e suas palavras se embolaram entre os gemidos: — Me come.
Foi só isso que entendi ela falar. Com a calcinha ainda de lado, coloquei os pés dela nos meus ombros, olhando dentro dos seus olhos, e passei a foder a buceta dela. O pau entrava apertado, mas deslizava gostoso. Parecia que ela estava mastigando meu cacete com a buceta; aquele som típico de sexo molhado e cheio de tesão tomou conta da sala. O cheiro de sexo foi ficando cada vez mais intenso. Flávia gozou de novo e pediu para vir por cima.
Deitei no sofá com o pau apontando pro teto. Ela mamou minha rola de novo, depois sentou e, de cócoras, passou a quicar com força, fazendo barulho, fazendo o mel da buceta dela escorrer pelas laterais do meu cacete. Fomos mudando de posição: fodemos de quatro, em pé, de lado.
Tudo ia bem até que eu explodi dentro dela. Gozei como poucas vezes, a porra jorrou com fartura. Nossos corpos estavam suados, ela ainda sentada em mim, meu pau todo dentro dela, amolecendo lentamente. Nossos lábios voltaram a se encontrar, minhas mãos deslizando sobre a pele dela, ela rebolando bem devagar.
— Preciso ir. Amanhã eu vou viajar bem cedo para São Paulo e nem arrumei as malas ainda. — Volta quando? — Em breve. — Te vejo de novo? — Sim, mas essa loucura de hoje eu não posso repetir. — Não foi bom? — Foi maravilhoso Antônio, mas sou casada, você é casado.
— Ok! Eu adorei sentir você gozando na minha boca. — Eu adorei sentar no seu pau. Adorei me sentir viva novamente.
Enquanto falávamos isso em tom de namoro, meu pau foi endurecendo dentro da buceta dela. Ela sentiu e começou a rebolar de novo, bem devagar, quase que em câmera lenta. Aos poucos o ritmo foi crescendo e gozamos de novo.
Nos despedimos com um beijo intenso, longo e molhado. Flávia viajou e, quando voltou, optou em passar alguns dias no sítio junto à sua família e principalmente o marido. Hoje, sempre que nos encontramos, nos cumprimentamos com respeito e de forma rápida para que ninguém perceba o fogo que existe entre a gente.

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