O Sogro Safado: De Minissaia, Sem Calcinha e Muito Molhada
Este é um conto escrito com meus dedinhos, de minissaia, sem calcinha e molhada. Muito molhada. Por que os sogros são tão tarados? Assim era meu ex-sogro e agora, noiva do João Pedro, me deparei com a mesma situação. Só…
Início do roteiro
Este é um conto escrito com meus dedinhos, de minissaia, sem calcinha e molhada. Muito molhada. Por que os sogros são tão tarados? Assim era meu ex-sogro e agora, noiva do João Pedro, me deparei com a mesma situação. Só que dessa vez eu não tenho raiva — pelo menos desse.
João marcou um almoço na casa dos pais dele num domingo. Eles são daqui de São Paulo mesmo, moram na Zona Sul. E, para vocês não falarem que eu provoco, que eu procuro, fui bem comportadinha: vestido longo, sandálias modestas, postura de nora exemplar. Fomos de metrô até o Jabaquara e, antes de entrar no ônibus pra terminar de chegar, demos uma passadinha numa feira que estava acontecendo ali. Bem movimentada, tinha até música ao vivo. Bem legal.
Talvez o vestido estivesse caindo bem demais, porque logo os feirantes vieram com aqueles olhares de águia e suas cantadinhas sem vergonha. João ficou meio sem graça e eu não dei bola. Quando vimos que o ônibus ia sair do ponto, corremos pra pegá-lo.
Chegamos à casa dos pais dele. Estavam lá meu sogro, a sogrinha — que é um amor de pessoa —, um irmão do João com seus pequenos arteiros. E o meu sogro… ah, esse logo vi que tinha jeito de safado. Foi ele quem abriu o portão quando chegamos. O olhar dele não negava nada. João me apresentou, ele veio sorrindo, todo simpático. A mão veio na minha cintura e apertou de um jeito que já dava todas as cartas na mesa. Ele se aproximou e me deu um beijo no rosto que pegou no cantinho da boca.
Olhei pro João com um sorrisinho amarelo, mas parece que ele ou não ligou ou engoliu a seco, porque aquela apertada na cintura era impossível de não ter visto. Fomos entrando, conversando, minha sogrinha veio nos receber na porta da sala.
— Vamos entrar, gente! — disse meu sogro, e novamente aquela mão voltou à minha cintura. E quando todos foram entrando, ela deslizou descendo devagar e parou na minha bunda. Assustada e, para a minha própria surpresa, excitada, levei um segundo pra tirar a mão dele dali. Conheci o cunhado — certinho, olhou com contenção —, brinquei com os pestinhas.
Fizeram um churrasco. Ali no quintal fomos conversando. O sogro trouxe cervejas, me fez provar uma cachaça que tinha trazido de Minas — forte que só. E volta e meia, aquela mão voltava pra minha cintura. Em dado momento, me vi deixando ela ficar mais tempo do que deveria.
Em outro momento, enquanto conversava com minha sogra na cozinha, dei uma desculpa e fui pegar alguma coisa pra comer. Cheguei na churrasqueira e o sogro estava ali, sozinho. Perguntei do João, ele disse que tinha ido buscar mais cerveja com o irmão. Me aproximei, perguntando se tinha alguma coisa já assada, e o safado grudou atrás de mim, me cheirando com vontade,
roçando aquela rola dura e gostosa na minha bunda. O safado estava de short, e aquele volume todo não era disfarçado nem um pouco. — Putinha… — ele disse no meu ouvido, quente e rouco.
Acabei não colocando um ponto final naquilo. Deixei. Quando virei o rosto — pensando ao menos em falar que a esposa dele poderia aparecer a qualquer momento — ele tascou um beijo de língua longo e molhado. As mãos dele subiram pelo meu corpo como se me mapeassem, tomaram meus seios por cima do vestido e apertaram com força e propriedade.
Me pegando pela cintura, ele me fez virar de frente. Me pegando pela nuca com uma mão firme, me fez perder o ar. Com a outra segurou a minha mão e, quando percebi, a rola dele já estava na minha mão. Pulsando, grossa, quente. Do nada, ele enfiou um tapa na minha cara, apertou meu queixo com os dedos e me mandou chupar.
Completamente perdida em mim mesma, prendi o cabelo num rabo de cavalo, abaixei ali mesmo e me pus a chupar aquele pau com gosto. Ouvia ele gemendo, grunhindo, sussurrando que sabia que eu era uma putinha safada desde o momento em que me viu. As palavras dele iam direto pra minha buceta encharcada.
E assim ele gozou, inundando minha boca de uma vez só. Engoli tudinho e, quando terminava de sugar aquela porra toda e passava a língua com carinho na cabeça do pau dele, ouvimos a voz do João, do irmão e das crianças chegando pelo portão. Rapidamente nos recompusemos como se nada tivesse acontecido.
Quando João chegou, eu estava sentada, comportadinha, numa cadeira ali. Ele veio, sorriu, me deu um beijo e me entregou uma cerveja gelada. Gelada como eu precisava naquele momento.
Infelizmente ficou só nisso. Mas é só questão de tempo para aquele safado do meu sogro me comer de verdade. Pelo menos desse eu não tenho raiva. Meu ex-sogro era irritante, convencido. Esse, pelo menos, tem o dom de me deixar completamente molhada sem nem precisar tentar muito.

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