Comi a Buceta e o Cu da Minha Professora na Sala de Aula e Ela Pediu Mais
Tenho 18 anos e tenho um tesão do caralho na minha professora. Ela tem aquela bunda que todo mundo sonha em se deliciar – já bati muitas punhetas pensando nela, porra. Mas foi outro dia que foi gostoso pra caralho. Ela…
Início do roteiro
Tenho 18 anos e tenho um tesão do caralho na minha professora. Ela tem aquela bunda que todo mundo sonha em se deliciar – já bati muitas punhetas pensando nela, porra. Mas foi outro dia que foi gostoso pra caralho. Ela estava dando aula e eu sentado na fila da frente, "prestando atenção" na aula.
Foi quando ela ficou de cócoras para aproveitar todo o quadro. Eu fiquei louco. A calça apertada dela dividia bem as suas nádegas. Minha pica começou a ficar dura como uma pedra, e os pentelhos que estavam colados no pau começaram a ser arrancados, me incomodando. Ajeitei por fora da calça, foi quando ela olhou para a altura da minha mão. Eu sorri, e ela foi se sentar. Me chamou e pediu para eu ir na sala dela pegar uma caixa de giz. Fui lá.
Não conseguia achar a caixa. Foi quando a porta bateu. Olhei pra trás assustado e quem estava lá? Minha professora, a puta gostosa. "Percebi você ajeitando sua calça. Esse tesão é por mim?" "É lógico... essa bunda deixa qualquer um maluco." Ela se ajoelhou, abriu o zíper e enfiou a mão, tocando no meu membro por cima da cueca.
"Deixa eu ver?" Arriou minhas calças e puxou a cueca. Meu pau estava tão duro que, quando saiu, rebateu na cara dela. A boca dela se abriu e começou seu trabalho: lambendo a cabeça e depois o membro todo. Minha mão começou a apalpar seus peitinhos duríssimos. Ficamos ali por mais de cinco minutos. "Que delícia", ela falava, e eu, calado, fodendo aquela boquinha.
"Vou gozar." Tive a preocupação de gozar na boca dela – ela podia não gostar. Mas que nada, a vadiazinha fez o serviço mais rápido. Jorrei toda a porra na boca dela. Era tanta porra que encheu a boca dela, e não dando tempo de engolir tudo, ela tirou minha pica da boca, espirrando por todo o seu rosto. Era tão prazeroso ver a professora mandona toda suja da minha goza. Ela engoliu a porra e depois lambeu minha pica para não sobrar nada.
Não saciado, tirei tudo da mesa dela. Ela deitou, e eu comecei a despir a puta. Primeiro a blusa, mostrando aquele biquinho do peito quase rasgando o sutiã. Arranquei o sutiã e comecei a mamar como se fosse um neném cheio de fome: chupava, mordia, brincava com a língua... fazia tudo nos seios dela. Minha mão começou a descer e foi entrando pela calça. Pressionei sua suculenta buceta por cima da calcinha encharcada. Minha boca foi deslizando sobre seu corpo.
Desabotoei os botões da calça, tirei a calcinha, cheirando-a. Comecei uma tortura: respirava e assoprava perto dos lábios da buceta, e ela gemeu: "Que tortura gostosa... mas me lambe, senão vou morrer de ansiedade." "Calma, sua vaca." Foi quando não resisti e enfiei a língua naquela racha maravilhosa.
Ela se contorceu toda para não gritar. Lambia aquele manjar dos deuses. Quando gozava, ela contraía as pernas e prendia minha cabeça contra sua gruta. Enquanto fazia isso, ela pegou meu pau – que mais parecia um palitinho todo molhado – e colocou na boca de novo. Ela gozou umas três vezes, até eu ficar a ponto de bala novamente.
Levantei-me e fiquei em pé. Puxei-a e deixei ela sentada na mesa. Arregacei suas pernas grossas – grossas pra caralho, de dar inveja a qualquer mulher. Fui enfiando meu membro lentamente, primeiro a cabeça. Ela começou a morder os lábios. Dei uma paradinha e enterrei o pau de uma só vez. Suas unhas arranharam minhas costas.
Comecei um movimento de vai-e-vem gostoso. Foi quando minha mão começou a apertar aquela bunda maravilhosa. Meu indicador começou a pressionar o cuzinho dela, e ela: "Ai não, sou virgem de cu." Parei naquele momento, mas não esqueci a ideia. Lambia seus seios. "Vai enfiar mais... que pica gostosa, quero ela lá no fundo, senão te suspendo da escola." "Sua piranha, você quer pica? É o que você vai ter, porra!"
Comecei a bombear com mais força. "Não para... vou gozar!" Era delicioso ver aquela professora contorcendo o corpo pela minha pica. Não parava de apertar aquela bunda cheia de carne. E eu: "Vou gozar... que delícia." E ela: "Vamos juntos, aaaaaaaaaahhhhhhhh!" Não resistiu e gritou. Senti ela gozando. Tirei minha pica de dentro dela, fiz ela deitar o tronco e jorrei tudo na barriguinha dela.
Só tenho 18 anos e por isso sou capaz de gozar mais de quatro vezes. Continuei passando a mão no corpinho dela, que continuava na mesma posição. "Você quer mais uma? Mas você tem um fôlego do caralho..." "Só mais uma... e você sabe para fazer o quê?" Nesse momento, pressionei meu dedo contra o cu dela.
Ela disse para tirar. Comecei a chantagear, dizendo que ia contar para todo mundo. Ela não teve escolha, mas eu tinha certeza de que ela também queria. Pedi para ela ficar de pé, virada contra a mesa. Ela se levantou e ficou na posição. Minha pica estava muito dura, só de pensar em comer aquela bundinha.
Dei uma lambida no cu, depois passei o dedo na barriga dela, que estava cheia de porra, e usei aquela porra para lubrificar a penetração. Ela me implorava: "Por favor, bem devagarinho." O cuzinho dela piscava.
Posicionei o mastro e fui entrando... Ela gemia... e eu pedia para ela relaxar. Foi entrando devagarinho. Os movimentos se aceleraram. Ela já pedia para enfiar mais forte. "Isso é delicioso... ai... foi a melhor coisa que eu fiz... come esse cuzinho gostoso." A bunda dela batia no meu abdômen a cada estocada.
Apertava seus seios. "Tá vendo, sua vadia? Você tá gostando." O cu dela retinha e tentava prender meu pau. Eu esfregava meu dedo no clitóris dela, e ela ficava doida. "Vou gozar!" E ela não esperou duas vezes: "Goza tudo na portinha desse cu que você gosta! Como é quente." Minha porra deslizou para dentro do cuzinho dela e também escorreu pelas pernas, misturando-se com o manjar da buceta.
Ela pegou minha cueca e passou por todo o corpo se limpando. Eu peguei a calcinha dela, provoquei, cheirei – estava muito cheirosa. Passei-a no meu pau e devolvi. Depois disso, pedi para ser liberado. Ela me liberou, e fui para casa, de pau mole e cu cheio de tesão.
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