Fantasias6 minPor safadinha24 de abril de 2026
Roteiro guiado

O pai da minha amiga

Eu acho o pai dela muito excitante pra caralho.

Eu acho o pai dela muito excitante pra caralho.

Ele é um homem meio autoritário, separado. Minha amiga dorme no final de semana na casa dele e durante a semana fica com a mãe. Ele pratica boxe, mas a profissão dele é outra — é um cara bem sucedido, bem generoso com dinheiro. Minha amiga nunca me deixa gastar nada quando saímos. Sempre fala que vai passar no cartão do pai. No começo eu ficava extremamente sem graça de gastar dinheiro que não era meu, até que percebi que ele nem se importava. Só perguntava se a gente tinha se divertido e se eu tinha comprado algo pra mim.

Teve uma vez que ele disse que a filha contou pra ele que eu tô me esforçando no estágio pra pagar a faculdade, que sabia como era difícil conciliar os dois, e que se eu precisasse de ajuda era só falar com ele. (Óbvio que eu nunca tive coragem de falar nada sobre isso). Mas se fosse uma troca… se eu pudesse pagar com um sexo gostoso com ele, então eu aceitaria na hora. Só a faculdade não teria graça nenhuma.

Enfim, minha amiga comentou que achou um endereço anotado num papel. Era o lugar onde ele frequenta pra comer garotas de programa desde que se separou. Ela falou que ele não tem saído com ninguém por causa do trabalho, então quando não aguenta mais, paga alguém. Segundo a teoria dela.

E eu aqui pensando: eu deixaria ele me comer de graça. Enquanto ela falava, eu ria por fora, mas por dentro já imaginava ele me fodendo de tantas formas diferentes. E não é pelo dinheiro dele, longe disso. É porque eu genuinamente acho ele muito gostoso. As mãos grossas, o tom autoritário quando fala no telefone dando ordens pros funcionários… eu já imaginei ele me dando tapas na bunda até deixar ela vermelhinha com a marca da mão dele, entre estocadas fortes, enquanto eu dou gemidos baixos de dor e prazer, tentando não acordar a filha dele no quarto ao lado.

Ou eu chupando a cabecinha macia do pau dele enquanto ele me tortura falando que não vai me dar porra na boca, que eu só vou chupar sem poder engolir. Ele me chupando no banho depois de me comer por trás, me pressionando contra a parede, tendo mijado dentro de mim e falando que a putinha dele vai servir ele…

Só de escrever as fantasias que tenho com esse homem eu já fico toda meladinha. Se eu colocar o dedo agora, ele vai sair todo babado. E como eu já disse antes, eu gosto muito do gosto da minha buceta. O melzinho dela é muito gostoso. Então amo quando fico molhadinha assim: passo os dedos lá só pra sentir meu próprio gosto.

E não foi por falta de tentativa. Eu já fui na casa dela com uma mini saia torcendo pra ele esbarrar em mim na cozinha ou fazer algum elogio. O máximo que ele fez foi me olhar de cima a baixo, ficar levemente sem graça e disfarçar quando a filha entrou na cozinha falando que ia se arrumar pro trabalho.

Eu falei pra minha amiga que ia dormir na casa dela, inventei uma desculpa estúpida e ela acreditou. Peguei uma calcinha minha, esfreguei bastante na minha buceta até ficar bem melada e deixei ela no cesto de roupa suja dele — meio escondida, meio à vista. Queria que ele pensasse em mim. Depois fui tomar banho no boxe do quarto que ele usa.

Minha amiga estava tomando banho no banheiro principal e me pediu pra usar o dele. Foi tão bom… fiquei pelada lá, sentindo a água escorrendo no meu corpo, passando o sabonete dele em mim toda. Eu dava sorrisos bobos, toda excitada. Comecei a reparar que por mais que eu lavasse lá embaixo, ela não demorava muito pra ficar toda melada de novo. Então comecei a me masturbar no banheiro dele, enfiando dois ou três dedos (não consigo mais que isso, de tão apertadinha que ela tá). Soltava gemidinhos baixos:

— Aahh… Deus… que aquele homem foda essa bucetinha toda e enche ela de porra… não aguento mais desejar aquele pau me abrindo toda…

Ficava repetindo baixinho, quase implorando.

Olhei pro cesto de roupa suja dele. A calcinha fio dental vermelha com lacinho branco que eu tava usando estava lá. Ganhei do meu primo no amigo secreto de Natal. Eu tinha usado ela com a saia e ela ficou meladinha de tanto eu roçar e esfregar contra o meio das minhas coxas enquanto olhava praquele homem. Acho que mordi o lábio umas duas vezes e abaixei a cabeça na bancada, passando a mão por cima da calcinha por baixo da saia, de tão excitada que eu estava. Ele estava de costas falando no telefone e minha amiga tinha ido no quarto dela buscar uma blusa pra gente sair. Quando o homem virou, eu soltei um suspiro baixo. Ele perguntou se estava tudo bem. Eu fiz cara de boa moça e disse que sim, só estava um pouco cansada… enquanto sentia minha calcinha completamente encharcada.

Não sei se vai rolar ou não. Eu perderia fácil a amizade com minha amiga só pra ser comida pelo pai dela.

Ele é moreno e eu sou mestiça (negra com índia), então perto dele eu sou pequena: cabelos longos lisos com franjinha, peito grande, coxa grossa, cintura fina e uma boca gostosa. Ele me chama muito de “menina” ou “criança”, mas se ele soubesse que essa menina mamaria ele a noite toda e deixaria ele me comer no meio da madrugada sem nem precisar pedir… acho que repensaria.

O ponto é que homens mais velhos me dão um tesão do caralho. Se for casado, solteiro ou separado, não importa. Se for novo eu também fico excitada, mas se for mais velho… minha boca chega a salivar.

Se quiser continuar esse clima em uma experiência online, abra o hub de acompanhantes virtuais e avance para fetiches online ou roleplay dentro da Private Muse.

Próximo passo

Continue a leitura sem sair do clima

Continue navegando

Mais em Fantasias

Outros contos dentro do mesmo clima para continuar a jornada sem trocar de tema.

Ver categoria

Continue navegando

Outros roteiros para continuar no digital

Uma segunda trilha de leitura para expandir o tema, descobrir novas categorias e manter a navegação viva dentro do acervo.

Ver todo o acervo

Do conto para a experiência virtual

Continue esse clima por uma rota mais especifica

Essas paginas conectam o leitor a experiencias com mais personalizacao e aderencia a fetiches sem sair do ambiente virtual.