Eu, Minha esposa e o Meu amigo
Era uma noite quente pra caralho, daquelas em que o ar gruda na pele como um amante insistente. A luz baixa do abajur lançava sombras longas pelo quarto, e o ventilador de teto girava preguiçoso, sem refrescar porra nen…
Início do roteiro
Era uma noite quente pra caralho, daquelas em que o ar gruda na pele como um amante insistente. A luz baixa do abajur lançava sombras longas pelo quarto, e o ventilador de teto girava preguiçoso, sem refrescar porra nenhuma. Minha esposa, a Lívia, estava de quatro no meio da cama, o corpo brilhando de suor e lubrificante, o quadril empinado como se implorasse por mais, mesmo depois de horas de putaria.
Ela é insaciável. Safada não chega nem perto. Quando Lívia quer, ela quer tudo ao mesmo tempo, sem limites, sem vergonha nenhuma. Naquela noite, ela nos queria: eu e Thiago, nosso amigo de anos que já tinha virado muito mais que isso.
Thiago estava deitado de costas, pernas abertas, a rola dura apontando pro teto. Lívia subiu nele devagar, guiando o pau de 18 cm pro cuzinho dela, já bem aberto e melado. Ela desceu gemendo rouco, engolindo tudo até a base, rebolando enquanto se acostumava com o tamanho.
Eu me posicionei por trás, encaixando a cabeça grossa da minha rola na entrada dilatada, sentindo o calor insano e a pressão deliciosa ao forçar caminho.
— Vai devagar no começo, amor… mas depois mete tudo — ela pediu, a voz tremendo de tesão.
Obedeci. Primeiro só a cabeça, depois mais centímetros, roçando no pau do Thiago através da parede fininha que nos separava. Era apertado pra caralho. Lívia gemia alto, quase gritava, unhas cravadas nos ombros dele enquanto começávamos a nos mexer juntos. Dois paus no mesmo buraco guloso, esticando ela ao limite, preenchendo cada milímetro.
O ritmo acelerou. Eu segurava firme nos quadris dela, puxando pra trás enquanto empurrava, sentindo o pau dele deslizar junto com o meu, roçando um no outro dentro dela. Era sujo, errado e perfeito pra porra. Lívia tremia inteira, gozando sem parar, o cuzinho piscando e apertando em espasmos que quase nos expulsavam.
Então aconteceu.
Numa estocada mais forte, o corpo dela escorregou pra frente. Minha rola, escorregadia de lubrificante e calor, escapou inteira do cuzinho apertado. O impulso continuou, e a cabeça inchada encontrou outra entrada: a do Thiago.
Entrei direto. Minha rola de 23,6 cm de pau duro, melado e quente afundou sem aviso no cu dele.
Thiago arregalou os olhos, a boca aberta num “caralho” mudo. O corpo dele travou por um segundo, depois veio um gemido longo, grave, quase animal. Não era dor; era choque misturado com prazer inesperado.
Lívia percebeu na hora. Virou o rosto, olhos brilhando de malícia pura.
— Meu Deus… você tá fodendo ele, amor? Tá metendo essa rola enorme no cuzinho do Thiago… e ele tá gostando — sussurrou, a voz carregada de tesão doentio.
Não tirei. Não consegui. O cu dele era apertado pra cacete, quente, pulsando em volta da minha rola como se quisesse me sugar pra dentro. Thiago começou a gemer baixo, olhos semicerrados, mãos agarrando os lençóis.
— Porra… continua… não para… — murmurou, quase sem voz.
Lívia riu safada, aquele riso que me deixa louco. Inclinou-se pra frente, beijou a boca dele com força enquanto rebolava devagar, mantendo o pau dele enterrado no cuzinho dela.
Comecei a meter de novo, agora fodendo os dois ao mesmo tempo, alternando buracos a cada movimento. Cada estocada minha deslizava pra fora dela e entrava nele, depois voltava. Era uma troca obscena. Lívia gemia olhando pra mim, adorando a cena. Thiago gemia mais alto a cada investida que recebia, o pau dele pulsando dentro dela, prestes a explodir.
— Vai gozar dentro dele, amor… enche o cuzinho do nosso amigo… — Lívia pediu, voz doce e suja.
Não aguentei. Senti o gozo subindo, violento. Dei uma última estocada funda no cu do Thiago, sentindo ele apertar em volta de mim enquanto gozava também, enchendo o cuzinho da Lívia com jatos quentes. Eu explodi dentro dele, gemendo alto, enchendo até transbordar, o leite escorrendo pelas coxas dele enquanto meu pau ainda pulsava.
Lívia gozou de novo só de ver, o corpo convulsionando entre nós.
Ficamos ali, ofegantes, suados, melados, conectados de formas que ninguém imaginava. Ela virou o rosto pra mim, sorriso safado nos lábios inchados:
— Da próxima vez… a gente inverte. Quero ver você gemendo assim também, amor.
Eu, ainda dentro do Thiago, só sorri de volta. Porque com ela… sempre tem próxima vez.
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