Vouyerismo10 minPor Caio Lacerda22 de abril de 2026
Roteiro guiado

Nenhuma Vagabunda Chupa Assim

Houve uma época em que morei num conjunto de blocos antigos, onde alguns quartos ficavam colados um no outro. Eu morava no segundo andar. Da minha janela dava pra ver a janela da sala do apartamento do bloco ao lado.

Houve uma época em que morei num conjunto de blocos antigos, onde alguns quartos ficavam colados um no outro. Eu morava no segundo andar. Da minha janela dava pra ver a janela da sala do apartamento do bloco ao lado.

Meu quarto, pela lógica dos apartamentos, ficava de costas pro quarto do outro bloco, ou seja, qualquer barulho mais intenso dava pra ouvir perfeitamente.

Vou começar esse conto dizendo: eu tenho sorte pra caralho.

Certa noite levei uma garota que conheci na balada e comi ela no meu apartamento como se fosse motel. A mina gemia alto pra porra, sem medo, sem vergonha, sabendo que aquela ia ser a única vez que a gente ia foder daquele jeito. Como sabia que ninguém ia descobrir quem ela era, se soltou completamente e deixou a multa por barulho pra mim.

Gabriela era a garota que morava no apartamento ao lado. Dava pra vê-la às vezes andando pela sala, sempre com a janela aberta. Da cintura pra cima ela era magra, peitos minúsculos, cabelo curto. Do meio da coxa pra baixo, pernas finas. Mas a cintura… puta que pariu, era imensa. Uma bunda gigante. Eu não sabia como alguma roupa servia naquele rabo até perceber que ela vivia de roupa de malhar.

Gabriela ficava à toa em casa. Os pais, mais velhos, saíam pra trabalhar e ela passava o dia sem fazer nada. Acho que tinha uns 33 anos, mas nunca perguntei e nem queria saber. Só ficava impressionado com o tamanho daquele rabo toda vez que via.

Toda manhã quando eu saía e no fim do dia quando voltava, ela estava na janela de acesso à entrada, sempre observando. Comecei então, silenciosamente, só olhar. Não falava, não cumprimentava. Até que um dia me peguei no banheiro batendo punheta imaginando o que eu faria se um dia tivesse a oportunidade de comer aquela garota.

Era sábado de manhã. Eu sabia que ela estaria sozinha em casa. Então arrisquei uma loucura bem planejada. Sabendo que ela estaria na janela, contratei uma garota de programa e trouxe pra dentro do apartamento. Ela viu. Ela sabia exatamente o que ia rolar aquela manhã.

Deixei a cortina da sala meio aberta e ali mesmo, no sofá, comecei a cobrar o que eu tinha pago. Coloquei a puta de lado no sofá, deixando só a sombra do meu corpo enquanto ela mamava. Sabia que Gabriela estava bisbilhotando na janela de acesso.

Sabendo disso, arrisquei mais. Assim que coloquei a puta de quatro no sofá, rabinho empinado, cara enfiada no estofado, puxei a cortina toda. E lá estava ela.

Gabriela ficou paralisada na hora. Estava quase pulando a janela pra ver e ouvir melhor. Peguei ela no pulo: de quatro, eu atrás enfiando meu pau todo pra dentro da puta sem parar, entrando e saindo enquanto olhava fixamente nos olhos da Gabriela.

Ficamos nos encarando por alguns segundos — tempo suficiente pra completar meu plano maluco.

Ela logo saiu e sumiu pra dentro do apartamento. Deixei a cortina aberta até acabar o tempo da puta. Quando ela foi embora, fui pra cozinha espiar. Percebi que Gabriela mexia na cortina de leve, como se quisesse ver se ainda tinha algo rolando.

Voltei pra sala completamente pelado, parei no meio do cômodo mexendo no celular, sabendo que ela estava ali analisando cada centímetro do meu corpo.

Depois daquele dia, ela passou a me espiar todo santo dia. Até que certo dia, sentando na sala, ela apareceu como se quisesse pegar ar. Olhei pra ela pela janela e perguntei:

— Ei… sozinha em casa de novo?

— Sim…

— E sobre aquele dia? Situação complicada a nossa…

Ela me olhou, sorriu e respondeu:

— Complicada? Não… só senti pena da garota…

— Pena? Por quê?

Ela sorriu de novo e disse:

— É só isso que você faz com as garotas que vão aí?

— Algumas voltam… E se um dia quiser ser uma dessas garotas…

Olhei fixamente pra ela, me levantei e saí da sala.

Passaram-se dias sem ver Gabriela nas janelas. Até que certo dia ficou nítido o que ela queria, mas não sabia como pedir.

Ela usava um short de malhar preto e uma camiseta bem solta. Dava pra ver pela abertura dos braços que não usava sutiã. Andava de um lado pro outro na sala, janelas e cortinas completamente abertas. Parei na minha janela e perguntei:

— Tá tudo bem por aí? Perdeu algo?

Ela sorriu, encostou na janela e disse algo bem direto:

— Essas garotas devem voltar por algum motivo… Você paga elas?

— Hahaha… não! Mas… se você quiser descobrir o motivo… vem cá… eu te mostro!

— Vamos ver…

Ela deu as costas, saiu pela porta e veio direto pro meu apartamento.

Corri pro quarto, preparei as camisinhas, arrumei a cama e voltei pra sala. Logo escutei ela batendo na porta.

Assim que entrou, senti um cheiro leve de banho recém-tomado. No mesmo momento, as vizinhas do apartamento ao lado — Luciene e Julia, mãe e filha — estavam chegando e viram ela entrando. Cumprimentaram sem graça e fecharam a porta rápido.

— Então… é aqui que você traz aquelas garotas…

— Alguns não passam do sofá… outras eu levo pro meu quarto…

Ela me olhou nos olhos. Notei que tinha olhos verdes claros e já imaginei aqueles olhos me encarando enquanto ela mamava ajoelhada na minha frente.

— Seu quarto? Essas devem ser as que às vezes voltam…

— Pois é… agora resta saber qual delas você quer ser: as que ficam só no sofá ou as que conhecem o meu quarto.

Gabriela se aproximou, chegando bem perto, demonstrando que queria ser tocada, e disse sem medo e sem vergonha:

— Posso ser as duas… depende apenas de como você vai me tratar…

Toquei nos braços dela, dei um leve selinho e fui até o ouvido dela:

— No sofá… todas são putas. Na minha cama… se tornam as minhas cachorrinhas. Qual delas você quer ser agora?

Ela me empurrou contra a porta, fazendo um barulho alto.

— Você acha que eu sou qualquer uma dessas suas vagabundas?

Na hora ela mordeu o lábio e veio me beijar. O beijo foi intenso. Minhas mãos foram direto naquela bunda imensa. Parei de beijar, virei ela de costas pela cintura, puxei pra perto de mim e sussurrei no ouvido:

— Esse seu rabo deixa qualquer um de pau duro…

Ela se esfregou e empurrou a bunda como se estivesse dando pra primeira estocada ali mesmo. Depois se afastou, foi até o sofá, fechou a cortina, tirou a camisa e abaixou o short de malhar. Usava uma calcinha simples branca de algodão. Virou de costas, se apoiou no sofá, olhou pra trás e perguntou:

— Quero saber se você tá de pau duro…

Era impossível não estar. Abaixei meu short na hora. Meu pau pulou estalando, apontando pra ela. Quando eu estava quase chegando, ela se virou rápido, sentou no sofá na altura exata, colocou as mãos nas minhas coxas, olhou pra cima sorrindo e abriu a boca. Meu pau todo entrou naquela boquinha quente.

Minhas mãos foram pra cabeça dela, a outra segurou o peitinho e beliscou o mamilo durinho. Provocando, eu disse:

— Nenhuma vagabunda minha chupa tão gostoso assim…

Ela engoliu meu pau numa garganta profunda, depois se afastou, olhos marejados, e falou:

— Mas agora eu sei por que algumas voltam… esse pau… é delicioso.

Empurrei ela no sofá, coloquei a calcinha de lado e caí de boca. Notei que toda vez que mexia naquela bucetinha ela se segurava ou me afastava. O tesão só aumentava. Ela me puxou pra cima, segurou meu pau com uma mão, a outra me puxando, olhou nos meus olhos e disse:

— Quero sentir…

Ela já tinha mirado meu pau. Eu, sem pensar muito, empurrei. Quando a cabeça passou senti muita resistência. Forcei mais até que finalmente entrou. Era uma das bucetas mais apertadas que já tinha metido na vida. Assim que meu pau entrou todo, ela avisou que era naturalmente assim e que eu tinha que ir com cuidado, porque às vezes machucava.

Meu pau estava todo dentro dela. Tirar e empurrar de novo era muita pressão, mas no meu ritmo e sentindo ela, comecei devagar. Quando consegui um ritmo bom, sussurrei no ouvido dela:

— Fica tranquila… hoje eu alargo essa bucetinha apertada…

Ela começou a gemer mais alto. Eu estocava cada vez mais forte, até sentir aquela vontade louca de gozar. No desespero, tirei pra fora, toquei e jorrei um leite grosso que percorreu a barriga, os peitos e acertou no rosto dela. Aquela cara de assustada foi incrível.

— Caralho! Que delícia essa buceta, Gabriela!

— Porra… você só pode tá brincando… leite na minha cara?

— Como eu disse… nenhuma vagabunda consegue fazer o que você tá fazendo comigo…

Ela se limpou com a mão e depois pegou minha camisa. Me explicou calmamente que tinha a buceta apertada daquele jeito desde que colocou o DIU. Na hora me acalmei, sabia que gravidez não era risco, e entendi que podia comer ela no pelo.

Levantei, chamei ela e levei pro meu quarto.

— Agora eu mereço o seu quarto?

— E eu mereço você de quatro?

Coloquei ela na cama, empurrando pra cima do colchão. Eu em pé, ela ajoelhada. Fiquei impressionado: aquele rabo de quatro ficava ainda maior. Dei um tapa forte e disse:

— Que rabo, porra!

Meu pau duro, só afastei a calcinha de lado e empurrei. A buceta era extremamente apertada. Tive dificuldade de novo, mas finalmente entrei. O que me impedia de ir até o fundo era aquela bunda gigante. Me sentia pequeno perto daquele rabo empinado, mas meu objetivo era me satisfazer. Era uma fantasia virando realidade.

Ela gemia tão alto que eu sempre diminuía o ritmo.

— Shhh… as vizinhas vão ouvir você!

— Ainnn caralho… é difícil… esse pau… é uma delícia…

Voltei a meter. Cada vez mais ela gemia. Mudamos de posição algumas vezes até que finalmente senti ela gozando.

— Muito bem… agora você é oficialmente uma das minhas cachorrinhas!

— Caralho…. que gozada gostosa!

Ela estava de pernas abertas, deitada na minha cama. Eu por cima, pau fora, só encostado na buceta dela.

— O condomínio inteiro ouviu você gozando no meu pau…

— Eu preciso ir antes que percebam que eu saí de casa…

— Tá bom… mas antes de ir…

Empurrei meu pau pra dentro dela de novo, metendo fundo, chupando aqueles peitinhos minúsculos, bicos duros. Ela gemia. A cama começou a bater contra a parede. Quando veio a vontade, jorrei porra bem no fundo dela. A buceta apertou ainda mais, parecendo que ia cortar meu pau, mas deixei ele lá dentro.

— Agora sim… pode ir… o que é meu tá marcado…

- Seu? Nunca será!

— Já é… ou já foi… não importa. Além de leite na cara, você ganhou leite bem lá no fundo… igual às minhas putinhas…

Ela me empurrou, tirou meu pau de dentro, pegou as roupas, se vestiu. Antes de sair do apartamento eu disse:

— Quando você quiser voltar… é só pendurar uma calcinha na janela.

Dei um tapa forte na bunda dela e ela saiu. Parecia estar brava, mas sinceramente? Que se foda! Era tudo o que eu queria: comer aquela garota com o rabo pra cima.

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