Minha Sexta com o Lucas
Olá, estou aqui novamente para narrar mais uma das minhas tantas putarias.
Início do roteiro
Olá, estou aqui novamente para narrar mais uma das minhas tantas putarias.
Depois daquela surra de rola que tomei de Helder e seus amigos caminhoneiros, passei quase dois meses sem aprontar nada parecido. Mas, obviamente, não parei de dar porra nenhuma. E uma dessas é o que vou contar agora.
Certo dia saí para trabalhar um pouco atrasada. Como meu marido tinha deixado o carro para arrumar, resolvi ir de ônibus mesmo. Saí vestindo uma curta sainha preta, uma camisetinha branca, sapato de salto médio e, por baixo, uma pequena calcinha preta. Na correria, quando entrei no ônibus e fui pagar a passagem, percebi que tinha esquecido minha carteira com os cartões em casa. Passei a maior vergonha e já estava pronta para descer quando um rapaz se levantou e disse:
— Pode deixar que eu passo meu cartão pra você!
Fiquei envergonhada na hora, mas aceitei. Ele pagou minha passagem. Por coincidência, tinha um lugar vazio ao lado dele, então me sentei e pedi que me passasse a chave PIX pra eu devolver o dinheiro. Ele olhou pra mim e disse que não havia necessidade. Foi aí que reparei que era um belo rapaz: loiro, uns 25 anos, forte, barba por fazer… um homem bem gostoso.
Durante o trajeto conversamos bastante. Descobri que o nome dele era Lucas, tinha realmente 25 anos, fazia pouco tempo que pegava aquele ônibus e perguntou por que nunca tinha me visto. Respondi que quase sempre ia de carro com meu marido, por isso raramente pegava ônibus. Percebi que ele ficou um pouco desapontado.
Quando ele se levantou pra descer, pedi de novo o PIX. Ele me deu o número do telefone e disse que eu podia ligar também se quisesse. Gostei do jeito direto dele. Cheguei no trabalho, fiz o PIX e mandei uma mensagem com o comprovante.
No horário de almoço, vi que tinha uma mensagem dele. Lucas agradeceu pelo dinheiro, mas disse que só tinha passado o número porque queria conversar mais comigo. Tinha gostado do meu jeito e só lamentava eu ser casada. Na hora eu já sabia quais eram as intenções dele e entrei no jogo.
Falei que isso não me impedia de nada. Lucas então perguntou se eu topava me encontrar com ele na sexta-feira depois do trabalho. Respondi que sim e marcamos num barzinho perto do meu serviço.
Na sexta de manhã me arrumei bem gostosa: vestidinho florido rosa que mostrava bem as coxas, por baixo uma minúscula calcinha rosa de lycra e salto médio. Por volta de uma da tarde ele mandou mensagem confirmando e dizendo que estava ansioso.
Saí do trabalho às cinco e fui direto pro bar. Lucas já me esperava com um belo sorriso. Sentamos, conversamos, eu tomando caipirinha e ele cerveja. A conversa foi esquentando e acabei confessando minha vida liberal com meu marido. Ele adorou saber. Nem bem terminei de falar e ele já perguntou se eu estava livre pra ele, porque adoraria me levar pro motel.
Dei um sorriso safado e disse que ia amar, mas que não ia passar a noite. Ele falou que tudo bem e que ia fazer o tempo que tivéssemos juntos valer a pena.
Tomei mais uma caipirinha, ele pagou a conta e disse pra irmos. Eu achava que ele não tinha carro, mas pra minha surpresa ele me levou até onde o carro estava estacionado. No caminho me contou que só ia trabalhar de ônibus por causa do gasto alto e que geralmente só usava o carro às sextas ou em ocasiões especiais. E aquela, além de ser sexta, era super especial.
Depois de uns dez minutos chegamos no motel. Eu já estava bem excitada, louca pra ser fodida por aquele rapaz que mal conhecia.
Assim que entramos ele começou a me beijar e alisar. Tiramos as roupas e fomos pro chuveiro. Continuamos nos beijando e nos amassando com vontade. Comecei a punhetar a rola dele — devia ter uns 18 cm, bem grossa como eu adoro, cabeça rosada quase vermelha e cheia de veias saltadas. Não resisti e comecei a chupar ele ali mesmo no chuveiro. Lucas gemia, dizia que era inacreditável.
Então falei pra irmos pra cama. Ele me deitou e começou chupando meus seios, descendo devagar até chegar na minha buceta. Chupou com vontade. Minha xana escorria de tesão e ele sabia o que estava fazendo. Só não gozei porque pedi pra ele parar.
Pedi pra ele deitar e voltei a chupar. Lucas gemia e rebolava, fazendo a rola ir quase até minha garganta. Chupei como se minha boca fosse uma buceta cavalgando ele: subia e descia com força, alisando as bolas, deixando ele louco. Depois de uns cinco minutos ele pediu pra eu parar senão ia gozar.
Parei um pouco, olhei pra ele com cara de vadia e disse:
— E por que não goza logo?
Apesar do espanto, Lucas não negou. Segurou minha cabeça e começou a puxar, fazendo eu engolir a rola toda. Em poucos segundos inundou minha boca de esperma quente e grosso. Continuei chupando sem deixar ele amolecer.
Me levantei, me ajeitei e, sem dizer nada, deslizei minha buceta na rola melada dele. Ele me chamou de maluca porque não tinha colocado camisinha, mas eu falei que era assim que eu gostava e queria.
Comecei a cavalgar com vontade. Ele batia na minha bunda com as duas mãos, chupava meus seios, puxava meus cabelos, me beijava e me chamava de vadia, vagabunda e putinha. Eu gemia, rebolava e em poucos minutos gozei forte.
Continuei cavalgando mais uns dois minutos até ele dizer:
— Agora é minha vez de comandar a situação. Fica de quatro pra mim, vadia!
Adorei ouvir aquilo. Fiquei de quatro e respondi:
— Vem me foder forte então, safado. Me arromba mais do que já estou!
Lucas não perdeu tempo. Socou a rola de uma vez só na minha buceta e começou a meter forte, batendo na minha bunda, puxando meus cabelos, me chamando de vadia, cadela, vagabunda. Eu gemia cada vez mais alto e logo tive um orgasmo intenso.
Sem me dar descanso, ele encostou o pau no meu cu e disse:
— Agora vou arrombar esse seu cu de cadela vadia!
Passei os dedos na minha buceta, melei o cuzinho e respondi:
— Mete gostoso então. Arromba o cu da sua vagabunda e enche ele com sua porra!
Lucas meteu forte e sem dó. Doía um pouco no começo, mas ao mesmo tempo me dava muito tesão. Ele me tratou como a vadia e cadela que sou: batia na bunda, puxava os cabelos e socava sem parar. Depois de uns sete minutos ele me apertou forte, quase gritando, e começou a soltar a porra bem no fundo do meu cu. Senti os jatos quentes invadindo tudo. Ele ficou me segurando pela cintura até a rola amolecer e sair pingando, melando a cama e minhas coxas.
Caímos cansados na cama, mas mesmo assim continuamos nos beijando. Em menos de cinco minutos o pau dele estava duro de novo. Ele subiu em cima de mim, jogou minhas pernas nos ombros e socou fundo na buceta. Como já tinha gozado duas vezes, demorou mais dessa vez. Eu estava exausta, mas ainda tive um terceiro gozo, ficando toda mole. Meu corpo estava vermelho e suado. Lucas acelerou as estocadas e gozou pela terceira vez, soltando menos porra.
Depois ficamos em silêncio quase em transe. Quando recuperamos as forças, tomamos banho, bebemos cerveja, comemos um lanche e, já descansados, voltamos a foder. Foi outra foda intensa: ele me comeu de todas as formas, me fez gozar bastante e encheu minha buceta de porra mais uma vez.
Saímos do motel por volta das onze e meia. Eu estava toda arrombada, ainda melada na buceta, cansada, mas extremamente realizada e feliz. Lucas me levou em casa. Eu disse que da próxima vez ia convidá-lo pra entrar e me foder junto com meu corno. Ele falou que ia adorar.
Entrei, meu marido já me esperava ansioso pra ouvir tudo. Mesmo cansada, deixei ele meter e gozar dentro da minha buceta ainda meladinha da porra do Lucas.
No outro dia conversei com meu marido e disse que queria chamar o Lucas pra uma festinha em casa. Ele aprovou na hora e disse que seria ótimo. Alguns dias depois marcamos a festinha… e eu conto pra vocês como foi depois.
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