Ménage7 minPor tufao22 de abril de 2026
Roteiro guiado

Tio Tufão

Fui pro casamento da filha de um amigo e acabei comendo a noiva e a dama juntas.

Fui pro casamento da filha de um amigo e acabei comendo a noiva e a dama juntas.

Recebi o convite de casamento da filha de um amigo que eu não via há uns 10 anos. Guilherme tinha trabalhado comigo na mesma empresa, mas foi transferido. Tive a sorte de conhecer a filha dele quando ela ainda tinha 18 anos, pouco antes de fazer 19.

Guilherme queria fazer uma festa linda de 19 anos pra Bruna, mas depois de gastar muito com a doença e morte da esposa dois anos antes, o dinheiro estava apertado. Bruna entendeu, mas dava pra ver que ele estava chateado por não conseguir realizar o sonho dela.

Na época eu já tinha uma situação financeira tranquila, não era casado, não tinha filhos morando comigo e, depois que meus pais faleceram, herdei boa parte do que era deles. Guilherme era um amigo de verdade, então ofereci pagar a festa de 19 anos da Bruna como presente — juro que sem nenhum outro interesse, embora Bruna já fosse bem gostosa na época: 1,56m, cabelos longos pretos, olhos castanhos, seios pequenos e uma bundinha pequena, redondinha.

Contratei uma conhecida da família que tinha buffet e fizemos uma festa ótima por um preço camarada. Guilherme adorou e Bruna amou, se emocionou pra caralho. Fui um dos que dançou valsa com ela: primeiro o pai, depois eu e por último o namoradinho.

Três meses depois da festa, num fim de semana, o telefone tocou. Era Bruna. Perguntou se podia ir na minha casa. Disse que sim. Uma hora depois ela chegou. Sem rodeios, me surpreendeu confessando que desde os 11 anos, quando me conheceu, já gostava de mim. Depois da festa de 19 anos, quando soube que eu tinha bancado tudo, ficou ainda mais “apaixonada”.

Entendi o que ela queria. Embora adorasse a ideia, falei que tinha feito aquilo por amizade ao pai, sem nenhum outro interesse. Bruna sorriu e disse:

— Sei bem disso, tio Tufão (o pai fazia ela me chamar assim). Mas como eu disse, gosto de você desde os 18 anos. Se pudesse escolher, queria que fosse você a me desvirginar… mas acabei perdendo pro Denis, meu ex, aquele com quem dancei a valsa. Terminamos porque descobri que ele me traía com uma prima dele, só três dias depois do meu aniversário de 19.

Ao ouvir aquilo meu pau reagiu na hora. Bruna percebeu e falou, safada:

— Que bom que você gostou, tio Tufão.

Ela tomou a iniciativa e tirou a blusa. Não estava de sutiã. Os peitinhos pequenos eram uma delícia. Beijei ela gostoso na boca, com língua. Bruna chupou minha língua e disse:

— É assim que quero fazer com seu caralho, tio Tufão.

Beijei e chupei os peitinhos dela — cabiam todinhos na minha boca. Peguei ela no colo, levei pro quarto, tirei a calça e a calcinha encharcada. A bucetinha era lisinha e praticamente intacta, já que só um cara tinha entrado antes. Tirei minha roupa. Bruna se assustou um pouco com o tamanho do meu pau (16 x 6,5 cm), mas logo se recuperou e começou um boquete delicioso.

Deitamos na cama e fizemos um 69 gostoso. Lambi e chupei a bucetinha dela, trabalhando no grelinho enquanto ela sugava meu caralho. Não gozei na boca — gozei dentro da buceta. Apesar de já não ser virgem, a bucetinha dela era bem apertadinha. Bruna gemeu muito. Quando comecei a bombar mais forte, ela pediu:

— Vai, tio Tufão… pode gozar gostoso dentro de mim. Tomo pílula e não tô no período fértil.

Gozei forte — uns 5 jatos grossos. Bruna estremeceu inteira e teve seu primeiro orgasmo comigo. Depois confessou que nunca tinha gozado de verdade com o ex, só sentia prazer, mas orgasmo mesmo, não.

Tomamos banho juntos, nos vestimos e eu deixei ela perto de casa. Bruna andava um pouco difícil — a bucetinha ficou bem inchadinha.

Três meses depois Guilherme foi transferido pro Norte e perdemos contato (na época ainda não tinha WhatsApp). Por isso fiquei surpreso quando recebi o convite de casamento da Bruna. Não podia deixar de ir. Antecipei as férias e viajei uma semana antes.

Fiquei num hotel perto do centro. No dia seguinte fui fazer surpresa na casa de Guilherme. Ele quase teve um enfarte quando me viu kkkkk. Bruna estava ainda mais linda: morena clara, bronzeada, 1,70m, 24 anos, cabelos cacheados longos agora castanhos claros quase loiros, olhos castanhos, seios médios redondos naturais e uma bunda média, redonda e empinada.

Guilherme agora era casado com Jaqueline, morena, 1,67m, 40 anos, cabelos na altura dos ombros, olhos pretos, seios médios e bunda média. Tinha também a filha dela, Vanessa: morena como a mãe, 1,65m, 18 anos, cabelos lisos pretos, olhos castanhos esverdeados, seios pequenos redondinhos e bundinha pequena, redonda e empinada.

Levei de presente uma baixela de aço inox pra Bruna e o noivo (corno kkkkk). Bruna amou, mas amou mais ainda minha presença.

Dois dias antes do casamento, Bruna apareceu no hotel junto com a “irmã” Vanessa pra me mostrar a cidade. Me levou pra conhecer a casa onde ela ia morar depois do casamento. Quando estávamos lá, Bruna soltou:

— Vanessa sabe quem você é. Contei pra ela há algum tempo o que rolou entre nós dois. Ela disse que gostaria de ter a sorte de conhecer uma pessoa como você.

Entendi o recado na hora. Ali, só nós três, não podia deixar passar. Bruna cochichou algo no ouvido de Vanessa, que logo tirou a roupa. Meu caralho, que já estava meia bomba, ficou duro pra caralho.

Tirei a calça e a cueca. Vanessa, pra minha surpresa, ainda era virgem. Nunca tinha visto um pau ao vivo — só tinha sarrado com uns colegas, pegado por cima da calça e deixado apertar os peitinhos. A bucetinha dela estava lisinha e brilhando de tão molhada. A de Bruna já estava depilada.

Bruna mostrou pra Vanessa como chupar: mamou meu caralho primeiro e depois fez Vanessa fazer o mesmo. Depois falou que ela só deveria fazer aquilo com alguém que realmente gostasse, pra não ficar falada.

Depois que as duas chuparam gostoso, foi minha vez de retribuir. Bruna levou Vanessa pro quarto. Ela deitou de pernas abertas. Lambi e chupei a bucetinha dela com vontade. Vanessa gozou várias vezes e teve seu primeiro orgasmo de verdade.

Me posicionei e forcei a penetração. Vanessa gemeu alto, especialmente quando arrebentei o cabacinho. Bruna sorriu e disse:

— Pronto, mana… agora você se tornou mulher.

Vanessa sorriu entre lágrimas. Bombiei gostoso até gozar dentro da bucetinha dela. Quando sentiu o leite jorrando pela primeira vez, Vanessa teve outro orgasmo.

Tirei o pau ainda duro e melado (mistura de porra, gozo dela e um pouco de sangue). Bruna me fez deitar de barriga pra cima, subiu em cima e encaixou a buceta molhada no meu caralho. Cavalgou gostoso até eu gozar de novo dentro dela.

O lençol ficou manchado de sangue. Enquanto eu e Vanessa tomávamos banho, Bruna tirou o lençol (ainda bem que o colchão tinha capa impermeável), colocou outro e levou o sujo pra lavar na casa de Guilherme — não sei que desculpa ela deu kkkkk.

Três dias antes do casamento, Bruna e Vanessa me buscaram no hotel. Fomos pra uma cidade vizinha. Vanessa ficou agachada atrás do banco do passageiro. Bruna entrou num motel, estacionou na garagem, baixou o portão e Vanessa entrou no quarto.

Transamos gostoso os três, usando camisinha e muito gel lubrificante que eu tinha comprado. Inaugurei o cuzinho das duas. Que delícia meter em dois cuzinhos virgens.

Depois do casamento, no domingo à tarde, vim embora. Bruna, mesmo um pouco dolorida por ter dado o cu três dias antes, foi pra lua de mel.

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