Noite de Chuva Gozada
A tempestade castigava as janelas. Júlia havia esquecido a chave dentro de casa. Agora estava encharcada, tremendo no corredor escuro. Bateu na porta do apartamento 402. Daniel, o arquiteto calado, atendeu com uma vela…
Início do roteiro
A tempestade castigava as janelas. Júlia havia esquecido a chave dentro de casa. Agora estava encharcada, tremendo no corredor escuro. Bateu na porta do apartamento 402. Daniel, o arquiteto calado, atendeu com uma vela na mão.
"Fiquei presa do lado de fora," ela explicou. A blusa de seda molhada grudava no corpo, os mamilos marcando o tecido. Os olhos de Daniel caíram para os peitos dela. Ele abriu a porta.
"Vou pegar uma toalha," ele disse. Quando voltou, Júlia estava perto da janela. Ela aceitou o roupão. Minutos depois, voltou à sala. Por baixo do roupão, estava nua. A buceta dela já estava molhada de tesão.
Sentaram no tapete diante da lareira. O vinho aqueceu o sangue. Um trovão fez Júlia se encolher, aproximando-se dele. O braço de Daniel envolveu seus ombros. Quando ela virou o rosto, o nariz roçou na mandíbula dele.
O primeiro beijo foi lento. Daniel tirou a taça da mão dela, puxando-a para o colo. O nó do roupão cedeu. Os peitos dela ficaram à mostra. Ele chupou os mamilos enquanto ela gemia baixinho.
— Me fode — ela pediu.
Ele abriu a calça, o pau duro, grosso. Ela sentou no pau dele com tudo, a buceta escorrendo. Cavalgou devagar no começo, depois acelerou, os peitos pulando, os gemidos se misturando com a chuva.
— Goza dentro de mim — ela gemeu.
Ele virou ela de quatro no tapete, meteu com força até gozar dentro da buceta dela. Os dois caíram ofegantes diante da lareira, o fogo crepitando, a chuva batendo no vidro. Dormiram ali mesmo, nus, enlaçados. De manhã, o pau dele já estava duro de novo. Ela sorriu e chupou ele até gozar na boca dela.
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