Sexo no trabalho6 minPor Taiane24 de março de 2026
Roteiro guiado

Noiva Secreta, Calcinha Rasgada

Olá, taradinhos!

Olá, taradinhos!

Pra quem leu meu último conto já sabe que as coisas deram uma bela reviravolta. Me separei e agora estou noiva do João. A gente trabalha junto, o que já complica tudo, porque a empresa é bem chatinha com esse negócio de casal no mesmo lugar. Então vivemos na base do disfarce.

Claro que o povo desconfia. Sempre desconfia. Mas acho que, pra eles, é só uma paquera, uma azaração boba de corredor. Ninguém pode saber que somos noivos, pelo menos por enquanto. E parece que só por causa disso, a tentação bate à porta de limousine.

Teve um dia que cheguei bem cedo no trabalho porque precisava entregar umas demandinhas. Só que meu chefe, o Ricardo, estava irreconhecível. Ele costuma olhar, sim. Às vezes olha de um jeito que dá até medo e tesão ao mesmo tempo. Mas nunca tinha passado disso.

Eu estava distraída, em pé, esperando a impressora terminar de fazer aquele showzinho dela, quando ele chegou.

RICARDO: "Bom dia, Taiane…"

Talvez fosse o vestido leve e soltinho, meus pés descalços no carpete. Só sei que a mão veio firme na minha cintura e eu me arrepiei inteira. Girei no mesmo lugar.

TAIANE: "Bom dia, chefinho."

É assim que eu chamo ele. Me arrepiei todinha quando apertou minha cintura de novo, daquele jeito ousado, e me puxou pra mais perto.

RICARDO: "Fiquei um tempão te vendo aí…" TAIANE: "Ai… essa impressora dá muito trabalho."

Do nada ele segurou meu rosto e colou a boca na minha. Eu correspondi. E olha… o danado beija bem demais, aquela língua safada me deixou toda molhada. Só que quando a coisa começou a esquentar — a mão dele subindo pelo meio das minhas coxas, roçando na minha bucetinha por cima da calcinha — entrou um grupo de pessoas. E o João estava no meio.

Já tínhamos nos recomposto, mas eu estava descalça, vermelha, e o volume na calça do meu chefe denunciava que não era só conversa. Diferente do Rodrigo, sinto que João percebe rápido quando eu estou excitada ou aprontando. Minhas bochechas denunciam. Ele nunca falou nada, mas eu sinto que ele sabe.

Naquele dia até bati uma punheta pro João escondidinha na mesa dele — era quase um pedido de desculpas, uma tentativa de distrair ele de qualquer coisa que pudesse estar imaginando. Só que nem deu tempo de organizar direito. Melou mesa, teclado… acho que tem resquício ali até hoje, kkk.

Mas foi no almoço que a coisa ficou mais complicada.

Fomos almoçar numa turma grande — RH, Financeiro, TI e mais um monte. Paramos numa churrascaria e adivinha quem ficou grudado em mim. Quando juntaram as mesas, meu chefe segurou minha mão. Ficamos de mãos dadas um tempinho. Eu vi que João viu, mas nem olhei pra ele pra não dar bandeira. Sentei com o chefe no canto da mesa. João ficou mais pro meio, mas não tirava os olhos de mim.

O pior é que todo mundo sabia que eu era noiva. Só não sabiam que meu noivo estava ali, a poucos metros.

ALENCAR (SENTADO NA MINHA FRENTE): "Você viu como a Taiane está cheirosa, Ricardo?"

Ricardo chegou com o rosto no meu pescoço, me cheirando na maior cara de pau.

ALENCAR (RINDO, OLHANDO ENTRE MINHAS COXAS): "E gostei da calcinha, Taiane. Embora eu goste mais quando você vem com aquela vermelha."

Eu me inclinei e dei uns tapas no braço dele, rindo, toda vermelha por dentro.

RICARDO (BAIXINHO): "Deixa eu ver também."

A mão pousou na minha coxa e começou a subir o vestido devagar. Deixei mostrar um pouco — a calcinha era branca de renda — depois segurei a mão dele antes de ficar descarado demais.

O clima estava diferente. Leve, solto. Eu já tinha almoçado, estava rindo das histórias do Jair lá do outro lado da mesa, quando senti uma mão no meu pé. Descruzou minhas pernas. Era o Alencar, com aquele olhar cheio de malícia. Pegou meu pezinho — descalço, sandália jogada no chão — e levou até o volume na calça dele. Ricardo já estava mais distante, irritado com o celular, trocando mensagens com alguém.

Eu olhei pro João com aquela cara de apaixonada, apoiando o queixo na mão, enquanto meu pé subia e descia no volume do Alencar. E olha… o velhinho é bem servido, o pau dele tava duro que nem uma pedra.

Voltamos pra empresa. Fui mais próxima do João e do melhor amigo dele na empresa, o Gilberto. Viviam juntos, esses dois.

No elevador entramos quase todos. Lotado. Todo mundo rindo, eu falando que aquilo ia travar. Nisso senti uma mão na minha cintura. Nem olhei pra trás. Só deixei. A mão me puxou e eu senti o volume de uma rola dura encostando nas minhas bundas por cima do vestido.

VOZ ATRÁS DE MIM: "Se travar vamos ficar a tarde toda aqui, o Bira tá de folga hoje."

Quando ouvi aquela voz percebi que era o Gilberto. O amigo do João. E o João ali do lado.

E ele foi roçando a rola nas minhas bundas, o vestido subindo aos poucos. Os dedos safados escorregaram, adentraram minha calcinha — que delícia do caralho! Deixei rolar, quase gozei ali dentro do elevador cheio de gente. E embora o tempo fosse curto, o filho da puta calculou certinho: esperou uma gargalhada geral pra ninguém perceber e rasgou minha calcinha. Deve ter ido parar no bolso dele. Só sei que quando o elevador abriu, me ajeitei rapidinho e saí sem olhar pra trás.

Trabalhei o resto do dia sem calcinha. Com a bucetinha nua debaixo do vestido, molhada de tesão a tarde inteira. Gilberto ainda apareceu lá no setor depois, todo cínico, conversando normal, como se não tivesse feito nada — o safado.

E o João… parece que não percebeu nada. Não perguntou, não falou, não mudou o jeito.

Só sei que esconder esse noivado vai ser muito mais difícil do que eu imaginava.

Espero que tenham gostado do relato. Beijinhos… Comentem, por favor. Quero saber se vocês estão gostando.

Fim.

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