A Mineira do Ônibus
Era domingo, eu estava na rodoviária de Vitória esperando o ônibus que me levaria a Belo Horizonte. Já passava das 21h quando o ônibus encostou — poucas pessoas na fila, mas uma morena linda me chamou a atenção logo de…
Início do roteiro
Era domingo, eu estava na rodoviária de Vitória esperando o ônibus que me levaria a Belo Horizonte. Já passava das 21h quando o ônibus encostou — poucas pessoas na fila, mas uma morena linda me chamou a atenção logo de cara. Alta, pernas longas, coxas grossas, uma bunda generosa que pedia passagem, seios médios e duros marcando no tecido fino da roupa. Entrei primeiro e me sentei no canto, cadeira bem no fundo do ônibus. As outras pessoas foram entrando e se acomodando do meio pra frente.
Em seguida ela entrou e veio desfilando pelo corredor. Sentou na cadeira do lado oposto ao meu e me cumprimentou com a cabeça. Eu respondi ao mesmo tempo que escaneava o corpo dela de cima a baixo.
ELA: "Um verdadeiro milagre esse ônibus vazio." EU: "Tem razão."
Enquanto o ônibus não saía a gente conversava — assuntos aleatórios de quem espera o tempo passar. Conversa vai, conversa vem, ela perguntou meu nome:
ELA: "Larissa. E o seu?" EU: "Antônio." LARISSA: "Prazer, Antônio."
O ônibus saiu e a gente continuou conversando. Larissa me disse que era mineira, mas morava há anos no Espírito Santo. Casada com um policial bem mais velho que ela, sem filhos por opção. Perguntei por que estava viajando sozinha e ela disse que precisava de um tempo — nos últimos meses eles só sabiam brigar. Nem sexo estava rolando, só discussões sem fim.
As luzes apagaram e as conversas foram diminuindo — sinal claro que as pessoas iam dormir durante a viagem. Começamos a falar mais baixo até que eu perguntei se ela não queria passar pra cadeira ao meu lado. Estava vazia. Ela veio — e quando sentou a gente já engatou um beijo intenso e gostoso.
Beijar aquela mulher daquele tamanho, com aquele fogo e aquele cheiro me deixava com um tesão cada vez maior. Entre um beijo e outro ela subiu no meu colo, se encavalou e passou a rebolar no meu pau. Estávamos os dois de calça jeans e isso não nos deixava ir além daquele sarro intenso.
LARISSA: "Me espera aqui. Eu vou no banheiro e já volto."
Ela abriu a bolsa, pegou um vestido e voltou minutos depois. Guardou a calça e a camisa na bolsa e sentou no meu colo de novo. Quando minha mão entrou por baixo do vestido veio a grata surpresa: ela havia se livrado até da calcinha. A buceta dela estava encharcada.
Ela desceu do meu colo, abriu o zíper da minha calça e passou a me chupar ali mesmo, naquele ônibus escuro. Eu tinha que me segurar pra não berrar de tesão. Quando ela sentiu que eu estava quase gozando acelerou as mamadas, fez mais pressão na cabeça do pau — e eu acabei gozando na boca dela, que engoliu tudo sem derramar uma gota.
Preocupados com os demais passageiros, a gente deu uma sossegada, mas as carícias continuaram. Os beijos eram cada vez mais intensos, meus dedos dedilhavam a buceta ensopada dela, eu mamava e mordia os seios até ela não aguentar mais.
LARISSA (SUSSURRANDO): "Vou sentar no seu pau. Me fode logo."
Como uma gata arisco, Larissa subiu de novo no meu pau — mas desta vez de costas pra mim. Assim ela podia rebolar na minha pica e ainda ficar de olho se algum passageiro estava vindo na nossa direção. Quando ela sentou, meu pau foi sugado pela buceta gulosa dela, quente, muito molhada, apertada que nem um punho.
Enquanto ela rebolava eu continuava dedilhando o grelo dela, apertando um dos seios e beijando as costas. Num movimento ousado ela soltou as alcinhas do vestido, que desceu até a cintura, deixando-a quase pelada dentro do ônibus — safada do caralho.
Larissa rebolava, gozava e abafava os gemidos mordendo a poltrona. Minhas pernas já estavam meladas de tanto gozo quando eu comecei a me movimentar mais rápido debaixo dela, o gozo chegando, o corpo todo quente e o coração disparado.
EU (SUSSURRANDO): "Eu vou gozar." LARISSA (ROUCA): "Goza dentro da minha buceta, seu cachorro."
Meu pau começou a latejar e jorrar dentro dela. Larissa rebolava cada vez mais rápido, a buceta mastigando meu cacete, apertando, tirando até a última gota de porra do meu pau.
Já era de madrugada quando o ônibus fez a primeira parada. Descemos, fomos ao banheiro, e pela cara tranquila dos demais passageiros ninguém havia reparado na nossa loucura.
Voltamos pro ônibus e durante o resto da viagem a safadeza continuou. Ela chupou meu pau até me fazer gozar de novo. Depois eu retribui ajoelhando entre as pernas dela e comendo aquela buceta gostosa até beber a última gota de mel dela.
Descemos em BH e trocamos os números de telefone. No celular dela havia uma centena de mensagens do marido — o mais novo corno da corporação.
Fim.
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