A Professora de Sangue Quente
Conheci Laura numa sala de bate-papo, mas poderíamos ter nos encontrado facilmente pela vida — afinal, descobrimos que tínhamos amigos em comum. Nossa conversa online fluiu tão rápido que em menos de uma hora a gente já…
Início do roteiro
Conheci Laura numa sala de bate-papo, mas poderíamos ter nos encontrado facilmente pela vida — afinal, descobrimos que tínhamos amigos em comum. Nossa conversa online fluiu tão rápido que em menos de uma hora a gente já estava no telefone como se nos conhecêssemos há anos. Laura: casada, 30 anos, morena de cabelos longos castanho-escuro com umas mechas que a deixavam com uma cara de safada, olhos negros, uma boca bonita, 1,70 de altura, pernas grossas, bunda empinada, seios pequenos, descendente de espanhol por parte de pai. Sangue quente do caralho.
Mas apesar de toda essa afinidade, nosso primeiro encontro demorou quase dois meses para acontecer. Ela escolheu a praça de alimentação de um shopping, no final do dia, logo após sair da escola onde lecionava. Eu cheguei primeiro, escolhi uma mesa no canto, e minutos depois ela chegou. Calça jeans, camisa da escola, cabelos soltos e óculos de grau. Eu sempre tive atração por mulheres de óculos e ela ficava linda com eles. Nos cumprimentamos com dois beijos no rosto, pedimos um café e ficamos conversando sobre tudo. Às vezes eu me perdia na conversa observando a boca dela — uma boca que só de olhar já me deixava com o pau duro.
A gente já tinha trocado umas sacanagens pelo telefone, mas ali, pessoalmente, ficamos comportados — até o momento que ela disse que tinha que ir embora. Me ofereci para acompanhá-la até o carro no estacionamento e foi lá que nos beijamos pela primeira vez. Eu não me segurei: puxei o corpo dela pro meu, deslizei as mãos até apertar a bunda dela com vontade, ela arfou. Ousei mais e levei a mão entre as pernas dela, acariciei a buceta por cima da calça e por muito pouco não abri o zíper ali mesmo. Laura me pediu calma, disse que nunca tinha traído o marido, me beijou de novo e entrou no carro. Naquele momento achei que não nos veríamos mais — que tinha passado dos limites no primeiro encontro. Mas quando ela chegou em casa me mandou mensagem dizendo que estava com a calcinha melada e que tinha gozado sozinha no banheiro pensando em mim.
Depois desse dia passamos a falar de sexo abertamente. Aos poucos ela foi me contando o que gostava, o que queria, e principalmente a falta de sexo no casamento. O marido viajava demais e quando estava em casa, foder a esposa não era prioridade. Com isso, o sangue espanhol de Laura fervia, o tesão acumulado fazia a imaginação dela voar cada vez mais alto — até que finalmente fomos pra um motel.
Era sábado de manhã. Eu havia acabado de sair de uma reunião no aeroporto de Vitória quando ela me ligou. Quando disse que ia chamar um Uber ela disse que me buscaria. Cancelei o pedido, sentei numa cafeteria e esperei uns dez minutos. Quando ela chegou, mandou mensagem e eu fui pro estacionamento. Lá estava ela, linda porra.
Laura estava de blusa amarela de alcinha — dava pra ver claramente que não usava nada por baixo —, minissaia jeans, sandália de salto branca, poucas joias e um cheiro gostoso de hidratante. Cabelos soltos, óculos escuros e maquiagem leve. Fazia muito calor naquele sábado. Entrei no carro, dei um beijo gostoso na boca dela e ela saiu sem dizer pra onde ia — só falou que eu estava sendo sequestrado. Andamos uns quatro quilômetros e ela entrou no Status Motel. Escolhemos uma suíte e entramos.
O quarto era grande, espaçoso, cama enorme, piscina, hidro, pista de dança — nada disso importou porque nem olhamos pro resto. Começamos a nos beijar e os bicos dos seios dela já estavam furando o tecido fino da blusa. Eu a despi sem pressa, sentindo a pele dela arrepiar a cada toque. Tirei a blusa, a saia, deixei Laura só de calcinha fio-dental branca. Beijei a boca dela, desci pelo pescoço, mordi levemente os seios antes de chupá-los com vontade. Minha mão dedilhava a buceta dela por cima da calcinha que já estava encharcada. Deitamos na cama, minha boca deslizou pela pele dela até chegar na intimidade. Calcinha pro lado, as pernas abriram sozinhas. A buceta lisinha, brilhando, escorrendo, implorando pra ser chupada. Não perdi tempo: beijei o sexo dela, passei a ponta da língua e fui chupando aquela bucetinha gostosa como se fosse a última fruta do mundo. Laura se abria, ela mesma apertava os mamilos, gemia, rebolava na minha cara. Quando meti dois dedos na buceta ela gozou, gemeu alto, me pedia que não parasse de fodê-la com os dedos enquanto eu sugava o grelo dela.
Depois que ela desacelerou, veio me retribuir. Eu ainda estava de roupa quando ela começou a me despir peça por peça, sem pressa, quase um ritual. Quando ela puxou a cueca boxer branca pra baixo, meu pau saltou duro na frente dos olhos dela. Eu estava duro, latejando, babando de tesão quando ela enfiou a rola inteira naquela boca quente e aveludada. Laura me chupou gostoso, fez pressão na cabeça do pau, lambeu meu saco, me virou de costas, beijou meu corpo, passou a língua no meu cu, me fez gemer alto de prazer — até que ela me mandou virar e sentou na minha pica.
A buceta apertada dela parecia mastigar meu cacete. Ela quicava, rebolava no meu pau, gozava cavalgando, eu sentia a buceta dela derretendo de prazer.
LAURA (GEMENDO): "Goza pra mim. Goza dentro da minha buceta!" EU: "Rebola que eu tô gozando!"
Laura acelerou, rebolava feito louca sentindo meus jatos de porra explodindo dentro da buceta dela. Minha porra misturada com o mel dela escorria, melava a cama, sujava nossos corpos suados que tremiam de prazer. Caímos exaustos lado a lado — meu coração na garganta, ela em silêncio, buceta avermelhada e melada de porra que ainda escorria pela coxa. Sem dizer nada, Laura se levantou e começou a me chupar — estava limpando meu pau, bebendo nosso gozo. A boca dela fazia pressão na cabeça da rola que ainda estava sensível, eu gemi, ela sorriu e me beijou de novo com aquela boca suja de porra.
Fomos pro chuveiro, suados, precisando de um banho. Mas debaixo d'água a gente voltou a foder — em pé, com ela empinada pra mim, mãos apoiadas no vidro do box, pau inteiro dentro da buceta, socando forte. Laura pedia mais, pedia pra apanhar, e minhas mãos estalavam na pele dela, eu puxava os cabelos dela, chamava ela de puta casada, vagabunda, e ela ria dizendo que agora eu era o dono da puta dela.
Voltamos pra cama — eu queria gozar de novo. Pedi que ela ficasse de quatro, chupei a buceta e o cuzinho dela com vontade. Ela se abriu mais, gemia baixinho, e eu me posicionei atrás, comecei a meter no rabo dela bem devagar — o pau foi entrando centímetro por centímetro até enfiar tudo lá dentro.
Segurei Laura pelas ancas e comecei a foder mais forte, mais rápido, mais fundo — até gozar dentro do cu dela. Ela gemia e gozava usando os dedos na própria buceta enquanto eu socava. Caímos exaustos de novo na cama, corpos suados, cheiro de sexo e de porra tomando o quarto todo.
Já passava do meio-dia quando fomos embora. Começava ali uma história linda, cheia de sexo, intimidade e cumplicidade. Foram anos assim: o marido viajava, a gente se hospedava num hotel e passava dias transando dentro do quarto. Tudo ia bem até que um dia ele pegou uma mensagem minha no celular dela. Ele me ligou, falou um monte de merda. Meses depois eles se mudaram pro Rio Grande do Sul, onde moram até hoje.
Fim.
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