O Lavabo do Cursinho
Eu tinha 18 anos e vivia num moedor de carne chamado cursinho pré-vestibular. Eram salas gigantescas, com centenas de alunos amontoados. Eu vinha de uma escola pequena, onde todo mundo se conhecia pelo nome, e de repent…
Início do roteiro
Eu tinha 18 anos e vivia num moedor de carne chamado cursinho pré-vestibular. Eram salas gigantescas, com centenas de alunos amontoados. Eu vinha de uma escola pequena, onde todo mundo se conhecia pelo nome, e de repente eu era uma estranha caminhando por corredores sem ver um rosto conhecido. Meus amigos da escola tinham passado direto na faculdade, poucos conhecidos estavam em outras salas, e eu sobrava ali, circulando sozinha. Eu sentia os olhares de homens de 20, 22 anos, estagnados no cursinho há tempos, me devorando enquanto eu passava. Com os meus hormônios no topo, eu vivia excitada.
Num sábado de sol, logo após o simulado da manhã, o professor de geografia organizou um churrasco para algumas turmas. Eu não queria ir. Não tinha amigos próximos ali, mas um cara da sala, claramente querendo me comer, insistiu tanto que acabou pagando o meu ingresso. Eu fui e acabei aceitando a carona num carro entupido com seis pessoas que eu nunca mais vi na vida.
O clima no salão de festas do prédio era de pura bagunça, com área gourmet completa e churrasqueiro servindo o tempo todo. Tinha uma banda de pagode com a participação de alguns professores, e a música alta se misturava com o barulho de dezenas de jovens. Tinha muita bebida e, como eu não estava acostumada, fiquei bêbada rápido. O clima era de pegação total — em qualquer canto mais afastado, via gente se beijando sem nenhum pudor.
No churrasco encontrei um rapaz chamado Marcos. Ele era da minha sala, um sujeito quieto que tinha largado a escola de sargentos para tentar Direito. Ele não falava com ninguém, mas passava as aulas inteiras me secando — eu só notava a presença dele naquela multidão porque ele não parava de me olhar. Ele era negro de pele clara, tinha os ombros largos, o cabelo cortado bem baixo e um bigode que o deixava com uma cara ainda mais séria. Na sala de aula, eu ficava tímida e ignorava aquele olhar que me comia, mas no churrasco foi diferente. Ele estava lá, me encarando fixamente, e eu, com duas caipirinhas na cabeça, tomei coragem para corresponder.
Na roda de pagode, já alterada, comecei a dançar olhando fixo para o Marcos e provocando com o bumbum empinado. Eu era loira, baixinha, magra e de olhos azuis, vestindo um All Star surrado, um shorts jeans justo e uma camiseta dos Ramones. O Marcos não chegava para conversar, mas continuava me comendo com os olhos enquanto eu dançava e sorria de volta, me exibindo pra ele.
Um pouco suada de tanto dançar, eu precisava de um tempo e fui ao banheiro. Quando abri a porta pra sair, o Marcos estava lá, bloqueando o caminho. Nesse momento, as três caipirinhas que eu já tinha tomado fizeram efeito e eu tomei a iniciativa. As palavras saíram diretas, sem filtro:
— Vai ficar só me olhando ou vai fazer alguma coisa?
Nos agarramos ali mesmo, um beijo de língua urgente, com gosto de álcool e cigarro. Eu enfiei minha língua com força na boca dele, explorando tudo, enquanto nossos corpos se enroscavam. Eu sentia a mão dele apertando a minha bunda por cima do short jeans curto. Ele me puxava contra ele com vontade, e eu conseguia sentir o pau dele pulsando por baixo da calça jeans, me deixando ensopada na hora.
Ele me empurrou pra dentro do lavabo e trancou a porta. O espaço era mínimo. As mãos grandes dele apertavam minha bunda com força, me suspendendo contra a pia. Ele levantou minha camiseta e puxou meu sutiã pro lado, expondo meus seios pequenos. Enquanto ele abocanhava os meus mamilos, minhas mãos foram direto pro cinto dele. Abri a calça, coloquei o pau pra fora e retribuí com uma punheta rápida.
— Eu quero te comer — ele rosnou no meu ouvido, enquanto enfiava dois dedos dentro do meu shorts, encontrando minha bucetinha já ensopada.
— Sem camisinha, não — eu respondi.
Mas eu não queria parar. Deixei que ele baixasse meu shorts e minha calcinha até os joelhos. Ele me virou de costas, me prensando contra a pia. Sentir o corpo dele colado ao meu, o pau duro roçando nas minhas coxas e nas minhas nádegas, era o que eu precisava.
A gente seguiu se esfregando até que a cabeça do pau dele começou a roçar na minha buceta. Nossos sexos estavam muito melados e, às vezes, o pau escorregava pra dentro de mim. O Marcos voltava a pedir:
— Deixa eu te comer...
Mas eu me esquivava imediatamente, retirando ele de dentro e voltando a me esfregar. Até que finalmente eu concordei:
— Coloca só um pouquinho.
Eu mesma me guiei, encaixando o pau na minha vagina. Ele entrou devagar, acompanhando o ritmo do meu rebolado, e começou a me comer ali mesmo, me prensando contra a pia em estocadas curtas. Eu rebolava e me esfregava contra ele, sentindo ele me preencher toda.
Sem sair de dentro de mim, ele me manobrou até o vaso sanitário. Subi com os dois joelhos na tampa enquanto ele me segurava firme com as duas mãos pela cintura, cravando os dedos na minha pele. Eu rebolava contra ele, acelerando o ritmo, enquanto ele passava a me comer com força e com vontade, me prensando a cada estocada.
Eu só pedia pra ele não gozar dentro:
— Tira quando for gozar!
Ele obedeceu e esporrou tudo na minha bunda e nas minhas coxas, comigo de quatro em cima da privada.
Voltei pro churrasco melecada de porra nas coxas e, antes de ir embora, voltamos ao mesmo lavabo, onde paguei um boquete pro Marcos.
Depois daquele sábado, o Marcos virou meu refúgio naquele ambiente opressor do cursinho. Passamos a sentar juntos nas aulas. Ficamos outras vezes, mas no final viramos apenas amigos. Quando as listas de aprovados saíram, cada um seguiu para uma universidade diferente.

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