Gangbang9 minPor Dona Lu24 de abril de 2026
Roteiro guiado

A Madame putinha

O rastro do Jonas fazendo a curva já tinha sumido. A rua ficou completamente deserta e o silêncio voltou — mas agora era um silêncio pesado, opressor.

O rastro do Jonas fazendo a curva já tinha sumido. A rua ficou completamente deserta e o silêncio voltou — mas agora era um silêncio pesado, opressor.

O sol queimava minha pele exposta, mas eu sentia um frio terrível na espinha.

Eu estava sozinha com eles.

O Sargento, homem de meia-idade, rosto curtido pelo sol, bigode grosso e olhos que já tinham visto de tudo no submundo. E o Soldado, jovem, forte, braços cruzados sobre o colete à prova de balas, me olhando como um lobo olha para uma ovelha ferida.

A partir dali eu não tinha mais controle de nada. Todo o poder que eu exercia sobre o Cadu, sobre os garotos da loja, sobre o Jonas… tinha evaporado.

Eu estava encostada na lataria quente do meu carro de luxo, descalça, tremendo. Meu vestido de linho azul, que uma hora antes parecia tão inocente, agora estava rasgado na alça, torto no corpo, revelando mais do que cobria. E entre as minhas pernas… a evidência. O gozo do presidiário ainda escorria, misturado com o meu, secando na coxa e brilhando sob o sol.

Pela primeira vez o tesão não veio de imediato. Era puro medo. Um pavor gelado de perder tudo.

Minha máscara de boa dona de casa, esposa do Doutor Ricardo, empresária respeitável… estava pendurada por um fio. Se eles me levassem pra delegacia, se houvesse registro, se alguém visse… minha vida acabava.

O Sargento deu um passo à frente. A bota bateu no asfalto com autoridade. Parou a meio metro de mim. O cheiro dele era forte: café velho, tabaco e pólvora.

Ele me analisou como mercadoria. Olhou pro meu carro, pra minha aliança de ouro e diamantes, depois pra mancha molhada no vestido

— Acho que a senhora já sabe o que está acontecendo aqui, não é? — disse ele, voz calma, grave, quase paternal. — Nós não podemos deixar a senhora ir embora assim.

Engoli em seco, tentando achar minha voz.

— Senhor… Sargento… eu posso explicar. Eu tenho dinheiro. Posso pagar a multa. Agora mesmo. Faço um PIX. O valor que vocês quiserem.

O Soldado riu alto, debochado.

— Dinheiro, dona? — repetiu o Sargento, balançando a cabeça. — A senhora acha que isso aqui é questão de multa de trânsito?

Ele chegou mais perto, invadindo meu espaço.

— Isso é crime, minha senhora. Atentado violento ao pudor. A senhora estava trepando num carro, em via pública, com um detento. Sem calcinha. Tem noção da gravidade?

— Eu sei… eu sei… — choraminguei.

— Se a gente te levar pra DP agora — interveio o Soldado —, vai sair no jornal. “Esposa de empresário é presa dando pra ex-presidiário no mato”. Imagina a cara do seu marido.

— Não! Pelo amor de Deus! — implorei, lágrimas escorrendo. — Tudo menos isso! O que vocês querem? Eu faço qualquer coisa!

O Sargento sorriu. Aquele sorriso de canto de boca selou meu destino.

— Qualquer coisa? — perguntou.

Ele olhou pro Soldado e fez um sinal com a cabeça.

— Revista a suspeita. Vamos ver se ela não tá escondendo nada… ilícito.

O Soldado desencruzou os braços e veio até mim. Não foi gentil.

— Vira — ordenou.

Antes, ele tirou um lenço de papel do bolso e jogou pra mim.

— Limpa essa sujeira antes. Não quero pegar nisso.

Eu me limpei rápido, tremendo. Depois me virei, ficando de frente pro carro, mãos apoiadas no vidro quente. Estava completamente exposta. Minha bunda, coberta só pelo tecido fino e sujo do vestido, na altura da virilha deles.

— Abre as pernas — mandou o Soldado.

Eu abri.

Senti a mão dele — grande, áspera. Ele não fingiu revista. Subiu direto pelas coxas, sentindo a umidade que ainda restava.

— Tá encharcada, Sargento — disse o Soldado. — O vagabundo fez o serviço completo. Encheu a madame de leite.

— Que desperdício — comentou o Sargento, acendendo um cigarro. — Uma mulher dessa classe… servindo de depósito pra marginal.

A mão do Soldado subiu e agarrou minha bunda com força, amassando a carne.

— A senhora gosta de autoridade, dona? — sussurrou no meu ouvido. — Gosta de homem perigoso? O presidiário é lixo. A gente… a gente é a Lei. A gente é quem manda nessa porra toda.

Foi aí que o medo começou a mudar.

A humilhação, a exposição, a brutalidade da abordagem… meu cérebro de puta viciada em submissão virou a chave.

Eu estava sendo detida. Estava nas mãos da Polícia. E eles não queriam dinheiro.

Eles queriam a minha carne.

— A gente vai ter que… apreender esse material — disse o Sargento, tragando o cigarro. — Não podemos deixar a senhora sair levando DNA de criminoso. A gente tem que… limpar a área.

O Soldado puxou meu vestido pra cima de uma vez.

O ar bateu na minha bunda nua e nas coxas molhadas. Eu estava empinada, apoiada no meu carro de luxo, numa rua deserta, com a polícia atrás de mim.

— Olha isso — disse o Soldado. — Tudo aberto. Toda molhada.

Ele não pediu permissão. Ouvi o som do velcro do colete, o cinto rangendo, o zíper da farda.

— A senhora tentou subornar a guarnição — disse o Sargento, voz chegando mais perto. — Isso também é crime. Mas a gente é bonzinho. A gente aceita o pagamento… em natureza.

— Sargento… — gemi, misturando pavor e desejo.

— Quieta — ordenou o Soldado.

Ele não usou cuspe. Usou a minha própria lubrificação. Segurou meus quadris com mãos fortes e me penetrou.

— AHHH!

Gritei contra a lataria do carro. Ele era grande. Entrou com raiva. Com a raiva da autoridade que toma o que quer.

— Isso! Grita, madame! Grita pra polícia!

Ele começou a me foder com força. O colete batia nas minhas costas. O cinto de guarnição roçava na minha bunda. Era duro, frio, metálico.

— Você gosta de dar pra bandido, né? Agora vai dar pra Polícia!

O carro balançava. O Sargento assistia, fumando, olhando pra minha cara amassada no vidro, chorando.

— Olha pra ela, Soldado. Olha a cara da safada. Ela tá gostando. Tava com medo, mas agora… a buceta dela tá apertando.

Era verdade. Contra a minha vontade, eu estava lubrificando. O tabu de ser comida pela polícia num flagrante era forte demais.

O Soldado era uma máquina. Jovem, viril. Me fodia com descaso, puxando meu cabelo, me chamando de “depósito de porra”.

— Eu vou encher ela, Sargento! Vou cobrir o leite do vagabundo com o meu!

— Enche — ordenou o Sargento. — Mostra pra ela quem manda na rua.

O Soldado acelerou. Com três estocadas violentas que quase amassaram a lataria do carro, ele gozou. Jatos quentes misturando o sêmen da lei com o sêmen do crime dentro de mim.

Ele saiu ofegante e se afastou, fechando a calça.

Eu escorreguei um pouco, pernas bambas. Achei que tinha acabado.

Mas o Sargento jogou o cigarro no chão e pisou em cima.

— Levanta, dona — disse calmamente. — O interrogatório não acabou.

Eu me virei, trêmula, costas apoiadas no carro. Meu vestido rasgado deixava os seios expostos.

O Sargento me olhou nos olhos. Tinha idade pra ser meu pai. Tinha autoridade de coronel.

— Ajoelha — ordenou.

— Senhor…

— Ajoelha. Agora. Se você quer voltar pra casa pro seu maridinho.

Eu me ajoelhei no asfalto quente. As pedrinhas machucavam meus joelhos.

Ele abriu a calça. A rola dele era grossa, escura, veiada. Uma rola de homem experiente.

— Limpa — disse.

Eu hesitei um segundo. Ele pousou a mão no coldre da arma. Um lembrete silencioso.

Abri a boca e chupei.

O gosto era diferente. Mais forte. Salgado. Musgoso.

Ele colocou a mão na minha cabeça e ditou o ritmo.

— Isso. Chupa. Chupa a autoridade. Aqui você não é patroa. Você é só uma boca. Uma boca suja que precisa ser educada.

O Soldado assistia, encostado na viatura, rindo.

O Sargento fodeu minha boca sem pressa. Me fez engasgar, babar, olhar pra cima enquanto agradecia.

— Você é uma vadia de primeira, hein, madame? — disse ele. — Devia ser presa só por ser tão puta.

Quando estava perto, não avisou. Segurou minha nuca com força, travou minha cabeça e se entalou fundo na garganta.

Gozei forte. Quente. Amargo.

Tentei tirar a boca, mas ele me segurou.

— Engole. Engole a prova do crime.

Eu engoli tudo. Até a última gota.

Ele me soltou. Caí sentada nos calcanhares, tossindo, com porra no canto da boca.

Fechou a calça tranquilamente, como se tivesse acabado de mijar.

— Pronto — disse, ajeitando o cinto. — A ocorrência foi… finalizada.

Abaixou-se, ficando na minha altura.

— Pode se vestir, madame. Pode ir pra casa.

Tentei me levantar, pernas tremendo.

— Mas ó — completou, segurando meu braço. — A gente tem a placa do seu carro. A gente sabe onde a senhora mora. A gente sabe quem é o seu marido.

Eu gelei.

— Isso aqui foi só uma advertência — sorriu. — A gente faz patrulha nessa área todo dia. Se a gente te ver de novo… ou se a gente sentir… saudade…

Tirou um cartão amassado do bolso, só com um número de celular escrito à caneta. Enfiou o cartão no meu decote, entre meus seios suados.

— A gente liga. E quando a polícia chama… o cidadão comparece. Entendeu?

— Entendi… senhor — sussurrei.

— Ótimo. Agora vaza. Antes que eu te prenda por vadiagem.

Eles entraram na viatura, deram a partida e saíram devagar. O Soldado piscou. O Sargento apenas acenou.

Fiquei ali, sozinha. Destruída. Arrombada por três homens em menos de uma hora. Cheia de leite de bandido e de polícia. Com o vestido rasgado e um cartão no peito.

Entrei no carro, tranquei as portas e comecei a chorar. Não de tristeza.

Chorei de uma descarga de adrenalina tão violenta que precisei me masturbar ali mesmo, no volante, antes de conseguir ligar o motor.

Eu era a Dona Luana.

E agora… eu era propriedade da Lei.

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